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	<title>SMI</title>
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	<description>Somos uma empresa de desenvolvimento de vendas e marketing especializada na indústria de viagens que fornece soluções integradas para potencializar as operações da sua agência. Conheça os nossos serviços.</description>
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	<title>SMI</title>
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		<title>O que o batom revela nos tempos de crise?</title>
		<link>https://smilatam.net/o-que-o-batom-revela-nos-tempos-de-crise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 13:55:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O batom parece um item básico hoje, quase automático na rotina. Mas ele só virou isso depois de passar por várias fases e algumas bem contraditórias. Já foi símbolo de poder, já foi mal visto, já foi associado a comportamento “inadequado” e, em outros momentos, virou ferramenta política. Ainda assim, nunca desapareceu. Os primeiros registros [&#8230;]</p>
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<p>O batom parece um item básico hoje, quase automático na rotina. Mas ele só virou isso depois de passar por várias fases e algumas bem contraditórias. Já foi símbolo de poder, já foi mal visto, já foi associado a comportamento “inadequado” e, em outros momentos, virou ferramenta política. Ainda assim, nunca desapareceu.</p>



<p>Os primeiros registros de pintura labial são de cerca de 5000 a.C., na Suméria. Desde o início, não era só estética. Era uma forma de construção de imagem e de diferenciação. No Egito Antigo, por exemplo, homens e mulheres usavam pigmento nos lábios como marcador de status. Já na Grécia Antiga, o significado muda completamente e o uso passa a ser associado a grupos específicos, com regras sociais bem definidas.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="432" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/Cleopatra-red-lipstick.webp" alt="" class="wp-image-4666"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: CNN.</figcaption></figure>



<p>Durante a Idade Média, o cenário fica mais restritivo. A maquiagem começa a ser vista como algo ligado à vaidade excessiva ou até à manipulação, o que faz com que o batom seja rejeitado em vários contextos. Esse tipo de leitura não desaparece de uma vez, mas vai perdendo força conforme o consumo começa a se expandir.</p>



<p>A virada mais importante acontece quando o batom entra na lógica de produto acessível. No final do século XIX, ele passa a ser vendido comercialmente pela Guerlain e deixa de depender de produção caseira, que muitas vezes envolvia ingredientes pouco seguros. Em 1915, a criação do tubo giratório muda completamente o uso: o batom vira algo portátil, fácil de aplicar e de reaplicar e é aqui que ele entra de vez no dia a dia de muitas mulheres.</p>



<p>A partir desse momento, ele começa a acompanhar comportamento de forma mais direta. Nos anos 1910, aparece como símbolo do movimento sufragista, décadas depois, durante a Segunda Guerra, continua sendo usado mesmo em um cenário de restrição, porque ajudava a manter uma sensação de normalidade no dia a dia, ou seja, ele se adapta em momentos difíceis. E isso ajuda a entender um padrão que aparece sempre que a economia aperta.</p>



<p>O protagonismo do batom vermelho não aconteceu por acaso. Ele se consolidou ao longo do tempo por uma combinação de fatores que se reforçam. A cor naturalmente chama atenção e se destaca no rosto com facilidade. Existe também um histórico cultural, já que por muito tempo essa cor esteve associada a poder, visibilidade e posição social. E, mais pra frente, a indústria do cinema ajudou a fixar essa preferência. Em filmes em preto e branco, tons mais intensos funcionavam melhor na tela, e o vermelho acabou se tornando a referência estética mais marcante.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/image-3-560x493.png" alt="" class="wp-image-4661"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Getty Images.</figcaption></figure>



<p>Em períodos de crise, o consumo não desaparece, mas muda de formato, em vez de cortar tudo, as pessoas começam a fazer trocas mais específicas. Elas adiam decisões maiores — como viagens, eletrônicos ou mudanças de padrão de vida — e passam a priorizar pequenas compras que ainda entregam sensação de controle, cuidado ou recompensa.</p>



<p>É nesse contexto que surge o chamado <em>lipstick effect</em>.</p>



<p>O termo ganhou força nos anos 2000, quando o mercado de beleza percebeu que, mesmo em cenários de retração, as vendas de cosméticos não acompanhavam a queda de outras categorias e, em alguns casos, até cresciam. Mas o comportamento já tinha sido observado antes, especialmente após a crise de 1929.</p>



<p>O ponto mais relevante aqui não é o batom em si, nem a ideia de um “indicador econômico”, mas a lógica por trás disso. Em momentos de incerteza, o consumo não para, ele se reorganiza. No caso do batom, ele se encaixa bem por motivos práticos: tem um custo relativamente baixo, não exige muito esforço de decisão e entrega uma mudança perceptível na hora. É uma compra simples, com resultado claro, em um cenário onde outras decisões parecem mais difíceis de tomar.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/image-4-560x493.png" alt="" class="wp-image-4662" style="width:628px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Avon.</figcaption></figure>



<p>E isso não acontece só com maquiagem. Em diferentes momentos, esse papel já foi ocupado por outros produtos acessíveis, como skincare, fragrâncias ou até pequenos hábitos de consumo no dia a dia. O produto muda, mas o padrão se repete: quando o cenário aperta, o consumo se ajusta.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o próprio batom segue acompanhando mudanças culturais. Já foi mais marcado, mais discreto, mais neutro, mais exagerado. Nos últimos anos, perdeu espaço para uma estética mais natural, focada em skincare e aparência “limpa”. Agora, começa a voltar com mais presença de cor, acompanhando um movimento que valoriza mais expressão do que perfeição.</p>



<p>No fim, o batom continua relevante porque consegue funcionar em várias camadas ao mesmo tempo. Ele responde à tendência, ao contexto econômico e também a uma necessidade prática de quem usa. Hoje, pode até parecer só mais um item da rotina, mas ele carrega camadas que vão além da estética. O que muda é o contexto, não a presença.</p>



<p>É por isso que ele nunca sai de cena. Ele não depende de um único significado para continuar existindo, ele só se ajusta ao momento.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Por <strong>Verônica Lira </strong>&#8211; Marketing Coordinator na SMI</em></p>



<p></p>
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		<title>O papel das vitrines na experiência urbana europeia</title>
		<link>https://smilatam.net/o-papel-das-vitrines-na-experiencia-urbana-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Romeu]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em algumas cidades europeias, a vitrine deixou de ser um limite e passou a ser território. Em ruas como a Kurfürstendamm, em Berlim, e a Via dei Portici, em Bolzano, a exposição de produtos não se restringe mais à fachada. Estruturas de vidro avançam para a calçada e ocupam o espaço público de forma concreta. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em algumas cidades europeias, a vitrine deixou de ser um limite e passou a ser território. Em ruas como a Kurfürstendamm, em Berlim, e a Via dei Portici, em Bolzano, a exposição de produtos não se restringe mais à fachada. Estruturas de vidro avançam para a calçada e ocupam o espaço público de forma concreta. Não se trata somente de um recurso decorativo, é uma expansão física do ponto de venda.</p>



<p>Esse deslocamento altera a dinâmica da rua. A circulação, que seria livre, passa a ser conduzida. O pedestre desvia, desacelera, ajusta o trajeto. O corpo responde ao espaço e olhar também. Cada vitrine funciona como um ponto de atenção que interrompe o fluxo contínuo do caminhar em automático e cria pausas entre as calçadas.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/image-560x493.jpeg" alt="" class="wp-image-4640"/><figcaption class="wp-element-caption">Rua <em>Kurfürstendamm, Berlim</em>. Foto: Acervo pessoal do autor.</figcaption></figure>



<p>Na Kurfürstendamm, esse efeito se intensifica pela repetição. Ao longo da avenida, vitrines destacam peças simples, como meias e roupas, organizadas de forma cenográfica. Elementos de madeira, molduras e iluminação direcionada constroem uma narrativa visual. O produto deixa de ser apenas funcional porque passa a ser apresentado dentro de um contexto. A luz isola, enquadra e valoriza e a rua vira uma sequência de estímulos.</p>



<p>Em Bolzano, na Via dei Portici, a lógica se mantém, mesmo em uma escala urbana menor. A vitrine ganha autonomia em relação à loja, sai da fachada, ocupa o passeio e cria uma zona intermediária. O pedestre não entra no ponto de venda, mas já está imerso na linguagem da marca e a exposição antecipa a experiência, seja ela de conhecimento, compra ou pertencimento. Esse tipo de configuração amplia o papel da vitrine, organizando o espaço e influenciando o comportamento de quem passa por ali. Induzindo pequenas pausas, direcionando o olhar e condicionando o ritmo.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/image-1-560x493.jpeg" alt="" class="wp-image-4641"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>&nbsp;Via dei Portici, Bolzan</em>o. Foto: Acervo pessoal do autor.</figcaption></figure>



<p>Do ponto de vista da cultura material, há uma mudança relevante. Produtos cotidianos passam a ser tratados como objetos de contemplação. O uso de caixas transparentes, iluminação precisa e composição cuidadosa aproxima a lógica comercial de uma lógica expositiva, fazendo com que a vitrine assuma características de curadoria.</p>



<p>Esse movimento também traz implicações. Ao ocupar a calçada, o comércio interfere diretamente em um espaço que, em princípio, é de circulação pública e a experiência urbana se torna mais visualmente estimulante porque há mais informação e mais apelo estético. Em contrapartida, torna-se mais orientada pelo consumo, fazendo com que o percurso deixe de ser neutro, e passe a ser mediado por estímulos comerciais. Na prática, a loja deixa de ser um ponto fixo.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/image-560x493.png" alt="" class="wp-image-4642"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: <em>Google Street View da Rua Kurfürstendamm, Berlim</em>.</figcaption></figure>



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<p><em>Por <strong>Igor Romeu</strong> &#8211; CMCO na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>O grito visual e o silêncio sonoro de Tóquio</title>
		<link>https://smilatam.net/o-grito-visual-e-o-silencio-sonoro-de-toquio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Romeu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 17:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das coisas que mais me provocaram em Tóquio foi perceber que o Japão consegue ser, ao mesmo tempo, silencioso e ensurdecedor. Não pelo som, mas pela imagem. Existe uma ideia quase universal de que o Japão é zen, minimalista, organizado, quase sussurrado. E essa imagem não é mentira. No metrô, o silêncio é quase [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma das coisas que mais me provocaram em Tóquio foi perceber que o Japão consegue ser, ao mesmo tempo, silencioso e ensurdecedor. Não pelo som, mas pela imagem.</p>



<p>Existe uma ideia quase universal de que o Japão é zen, minimalista, organizado, quase sussurrado. E essa imagem não é mentira. No metrô, o silêncio é quase uma norma moral. As pessoas falam baixo, muitas nem falam. Há placas pedindo para evitar ligações telefônicas. Você sente no corpo quando sua voz ultrapassa o volume coletivo permitido. Eu mesmo me policiava o tempo todo. O silêncio não é imposto com rigidez, mas ele é socialmente regulado. É um acordo daquela sociedade.</p>



<p>Mas então você sai da estação e a cidade explode em informação. Em bairros como Shinjuku ou Asakusa, as fachadas são camadas sobre camadas de comunicação. Telas de LED, placas verticais, tipografias sobrepostas, mascotes, promoções piscando, setas apontando para todos os lados. Não existe vazio. O olhar não descansa. Ele é capturado o tempo inteiro.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/03/image-6-560x493.jpeg" alt="" class="wp-image-4631"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Acervo pessoal do autor.</figcaption></figure>



<p>E o mais curioso é que, mesmo nesse cenário visualmente ensurdecedor, o comportamento continua contido. Quase ninguém grita. As pessoas andam, consomem, esperam o semáforo abrir, entram e saem de lojas em silêncio considerável. Quando alguém fala alto demais, você percebe na hora. O som destoa do ambiente. E, quase sempre, é alguém de fora. Um grupo de turistas rindo alto, uma conversa mais expansiva que quebra a harmonia invisível do espaço. O contraste fica evidente.</p>



<p>É como se Tóquio tivesse feito uma escolha cultural muito clara: o excesso pode existir, mas ele será visual. A intensidade está nas cores, nas luzes, na informação gráfica, não na voz.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/03/image-7-560x493.jpeg" alt="" class="wp-image-4632"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Acervo pessoal do autor.</figcaption></figure>



<p>Dentro da famosa Don Quijote (foto acima), isso se radicaliza. A loja é um labirinto de estímulos: cartazes fluorescentes escritos à mão, mascotes repetidos, produtos empilhados até o teto, jingles tocando em looping. É uma sobrecarga pensada. Tudo ali compete pela sua atenção. E, ainda assim, as pessoas circulam sem gritar, sem discutir preços em voz alta, sem transformar o espaço em ruído social. O caos é gráfico, não é comportamental.</p>



<p>Comecei a perceber que talvez não seja uma contradição entre o Japão zen e a Tóquio saturada. Talvez seja uma redistribuição da intensidade. O silêncio sonoro cria espaço para o grito visual. A disciplina coletiva permite que a comunicação seja exuberante sem virar desordem.</p>



<p>Tóquio não é uma cidade tranquila. Ela é acelerada, densa, vibrante, competitiva. O que muda é onde essa energia se manifesta. Em vez de se espalhar pelo volume das vozes, ela se concentra na imagem, na luz, na informação constante. A cidade pulsa, mas pulsa em LED. Ela não sussurra, ela pisca, anuncia, repete, insiste. E, mesmo assim, mantém um código silencioso entre as pessoas que a atravessam.</p>



<p>Talvez seja esse o verdadeiro equilíbrio de Tóquio: uma metrópole que grita com os olhos e se controla com a voz.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/03/image-8-560x493.jpeg" alt="" class="wp-image-4633"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Acervo pessoal do autor.</figcaption></figure>



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<p><em>Por <strong>Igor Romeu</strong> &#8211; CMCO na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Reflexão do filme “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”</title>
		<link>https://smilatam.net/reflexao-do-filme-hamnet-a-vida-antes-de-hamlet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Romeu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 14:49:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obra “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” reconstrói o luto de William Shakespeare e de sua esposa, Agnes Shakespeare, após a morte do filho Hamnet, e imagina como essa perda teria atravessado silenciosamente a criação de Hamlet. Não é um filme sobre a escrita da peça em si, mas sobre o que vem antes: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A obra “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” reconstrói o luto de William Shakespeare e de sua esposa, Agnes Shakespeare, após a morte do filho Hamnet, e imagina como essa perda teria atravessado silenciosamente a criação de Hamlet. Não é um filme sobre a escrita da peça em si, mas sobre o que vem antes: a dor, o vazio, o que não se consegue dizer. Talvez por isso esteve entre os favoritos ao Oscar de 2026 em tantas categorias. Não pela grandiosidade, mas pela delicadeza devastadora com que trata o tema.</p>



<p>O que mais toca não é apenas a reconstrução histórica ou a fotografia melancólica, mas a maneira como o filme mostra o poder do teatro de transformar uma dor íntima em experiência coletiva.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/03/image-560x493.png" alt="" class="wp-image-4621"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/IMDb.</figcaption></figure>



<p>A cena da imagem acima marca profundamente e foi ela que despertou essa reflexão. Durante a estreia da peça “Hamlet”, vemos a plateia acompanhando a encenação, entre eles Agnes, ainda atravessada pela memória do filho perdido. Em um momento específico, ela estica a mão em direção ao ator no palco. O gesto não parece ensaiado nem simbólico demais; é quase instintivo, como se ela tentasse tocar a própria dor materializada diante dela.</p>



<p>Em seguida, outras pessoas na plateia também começam a estender as mãos. Não porque conheçam a história pessoal de Shakespeare, mas porque se reconhecem naquela emoção. A dor que nasceu de uma experiência íntima deixa de pertencer apenas ao autor ou àquela mãe e passa a circular entre todos ali. O que era individual se torna compartilhado.</p>



<p>Essa imagem faz pensar muito sobre o que a arte faz conosco. A gente costuma acreditar que o que sente é exclusivamente seu. Que a tristeza, a perda, a culpa ou o amor são experiências isoladas, quase privadas demais para serem compreendidas. Mas quando essas emoções ganham forma, seja em palavras, em cena ou em silêncio, elas encontram eco. A psicanálise trata sobre isso: o afeto só se organiza quando encontra simbolização. Quando algo é representado, ele deixa de ser puro caos interno e passa a ter contorno.</p>



<p>No filme, o teatro aparece exatamente dessa forma. Shakespeare não sobe ao palco para explicar sua dor ou falar diretamente sobre o filho que perdeu. Ele escreve uma tragédia. E é dentro da ficção que aquilo que parecia impossível de dizer ganha forma. A dor encontra linguagem. O público, ao assistir, não está consumindo a biografia de um autor, mas se reconhecendo em emoções que também carrega. Talvez nem todos ali tenham vivido a perda de um filho, mas todos já perderam alguém ou alguma coisa. É aí que a arte acontece de verdade: não quando reproduz um fato, mas quando desperta algo que já estava dentro de quem assiste.</p>



<p>A cena das mãos estendidas deixa isso muito claro. A emoção não sai do palco e atinge a plateia de maneira linear. Ela circula. O ator interpreta, Agnes reage, o público percebe a reação dela e, quase sem perceber, cria-se uma corrente silenciosa de identificação. Não é exagero coletivo, não é dramatização compartilhada. É reconhecimento. Cada pessoa sente à sua maneira, porque emoção nunca é idêntica, mas existe um campo comum que se forma. Um espaço onde experiências individuais se encontram.</p>



<p>Saímos do filme pensando que talvez essa seja a força mais potente do teatro. Ele pega algo que parece íntimo demais, quase impossível de dividir, e transforma em algo compartilhável ali, ao vivo na frente do público, em um momento de conexão que jamais acontecerá de novo, pois o teatro é instante.</p>



<p>Hamnet nos toca porque mostra que a arte não cura o sofrimento, mas dá contorno a ele. Ela organiza o que está confuso, cria uma ponte entre o que eu sinto sozinho e o que nós sentimos juntos. Talvez seja por isso que, séculos depois, ainda nos conectamos com Shakespeare. Não porque conhecemos todos os detalhes de sua vida, mas porque, em suas histórias, encontramos ecos da nossa própria.</p>



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<p><em>Por <strong>Igor Romeu</strong> &#8211; CMCO na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>A minha experiência na Ilha de Naoshima, no Japão.</title>
		<link>https://smilatam.net/a-minha-experiencia-na-ilha-de-naoshima-no-japao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Romeu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 14:24:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passar um dia em Naoshima não foi apenas uma experiência estética, mas um exercício de observação sobre como a arte organiza comportamentos, ritmos e formas de presença. Sob um calor de mais de 36ºC, percebi rapidamente que o corpo seriaparte central da experiência. O clima não era pano de fundo, ele moldava deslocamentos, pausas e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Passar um dia em Naoshima não foi apenas uma experiência estética, mas um exercício de observação sobre como a arte organiza comportamentos, ritmos e formas de presença. Sob um calor de mais de 36ºC, percebi rapidamente que o corpo seria<br>parte central da experiência. O clima não era pano de fundo, ele moldava deslocamentos, pausas e até o tempo de permanência diante das obras. </p>



<p>Diante da Pumpkin de Yayoi Kusama, instalada no píer sobre o Mar Interior de Seto, observei algo que se repetia: aproximação silenciosa, fotografia, afastamento lento. Diferente de outros contextos turísticos mais ruidosos, ali havia uma espécie de autocontenção coletiva. Mesmo sendo uma obra altamente “instagramável”, as pessoas mantinham distância respeitosa, aguardavam sua vez sem disputa de espaço e raramente tocavam na estrutura. O comportamento parecia coreografado por normas implícitas de civilidade japonesa, onde o espaço público é compartilhado com disciplina quase intuitiva.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/03/image-560x493.jpeg" alt="" class="wp-image-4608"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Acervo pessoal do autor.</figcaption></figure>



<p>A obra, pequena diante da vastidão do mar, produzia um efeito de contemplação que ia além do objeto artístico. Muitos visitantes permaneciam alguns minutos apenas olhando o horizonte após fotografar a escultura. A Pumpkin funcionava como<br>mediadora entre indivíduo e paisagem. A repetição obsessiva das bolinhas, marca de Kusama, contrastava com a irregularidade infinita da água. Ali, a arte não interrompia a natureza, ela organizava o olhar sobre ela.</p>



<p>No Benesse House Museum, projetado por Tadao Ando, a experiência social se transformava. O ambiente interno, climatizado, produzia um visível relaxamento do corpo. Ombros antes tensos pelo calor se soltavam. O ritmo desacelerava. Percebi que os visitantes caminhavam mais devagar do que em museus urbanos. Havia menos conversas paralelas, menos uso ostensivo de celulares, mais permanência diante das obras.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/03/image-1-560x493.jpeg" alt="" class="wp-image-4609"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Acervo pessoal do autor.</figcaption></figure>



<p>A arquitetura do museu não precisa explicar nada, ela faz você sentir. Os corredores mais fechados quase te comprimem por alguns segundos e, de repente, o espaço se abre para o mar como se alguém tivesse puxado uma cortina gigante. A luz não entra de qualquer jeito, ela é pensada. Tem hora que você está numa penumbra silenciosa, tem hora que o azul lá fora invade tudo. Eu percebi que comecei a andar mais devagar sem nem notar. Não tem placa gritando informação, não tem excesso, não tem distração. O prédio te desacelera. Você naturalmente baixa o tom de voz, guarda o celular e simplesmente olha.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/03/image-2-560x493.jpeg" alt="" class="wp-image-4610"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Acervo pessoal do autor.</figcaption></figure>



<p>E no meio dessa experiência toda, o restaurante do museu foi quase uma extensão da obra. Depois de horas andando no calor, sentar ali foi um respiro. A vista para o mar continua presente, como se a paisagem nunca deixasse de participar. A comida era delicada, precisa, linda sem ser exagerada — muito alinhada com a estética do lugar. Não era só uma pausa para comer, era parte da imersão. Eu saí com a sensação de que até o almoço fazia parte da curadoria daquele dia.</p>



<p>Foi inevitável não pensar em Inhotim enquanto caminhava por Naoshima. Nos dois lugares, a arte não está presa a paredes, ela se espalha pelo território e obriga você a se deslocar, a suar, a caminhar, a realmente atravessar o espaço. Mas a energia é diferente.</p>



<p>Em Inhotim, a experiência costuma ser mais coletiva, talvez mais “brasileiro”. As pessoas comentam em voz alta, trocam impressões, tiram fotos juntas, riem, discutem a obra ali mesmo. Já em Naoshima, eu sentia outra vibração. As pessoas falavam baixo, muitas vezes nem falavam. Permaneciam mais tempo em silêncio diante das obras. Era quase meditativo. Não diria que é uma regra explícita, mas um código compartilhado.</p>



<p>E isso me fez perceber que o modelo pode ser parecido, arte integrada à paisagem com deslocamento físico e imersão, mas o modo de viver essa experiência muda completamente de acordo com a cultura. Quando vi obras de Yayoi Kusama ali,<br>lembrei imediatamente de tê-las visto também em Inhotim. A artista é a mesma, a linguagem visual é a mesma, mas a atmosfera ao redor transforma tudo.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/03/image-3-560x493.jpeg" alt="" class="wp-image-4611"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Acervo pessoal do autor.</figcaption></figure>



<p>Em Naoshima, a obra parecia ser absorvida pelo silêncio coletivo, quase internalizada. Em Inhotim, ela ganha voz, comentário, troca. A arte circula globalmente, mas a forma de senti-la continua profundamente local. E estar nos dois lugares me fez enxergar isso com muita clareza.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/03/image-4-560x493.jpeg" alt="" class="wp-image-4612"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Acervo pessoal do autor.</figcaption></figure>



<p>O que Naoshima evidencia é que a arte, quando integrada à paisagem, produz uma reorganização social do espaço. O visitante não é apenas espectador, ele é conduzido por uma arquitetura que molda comportamentos e por uma cultura que regula<br>expressões. O calor extremo daquele dia intensificou essa percepção. A busca por sombra, por interioridade, por pausa, tornou mais visível a relação e entre corpo, ambiente e estética.</p>



<p>Assim, a ilha funciona como um microcosmo onde natureza, arquitetura e arte contemporânea constroem um sistema simbólico coerente. Não se trata apenas de expor obras, mas de estruturar uma forma específica de experiência cultural. Naoshima não apresenta somente arte, ela ensina como habitá-la.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/03/image-5-560x493.jpeg" alt="" class="wp-image-4613"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Acervo pessoal do autor.</figcaption></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Por <strong>Igor Romeu</strong> &#8211; CMCO na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>Carnaval, suas origens e tradições no Brasil e pelo mundo</title>
		<link>https://smilatam.net/carnaval-suas-origens-e-tradicoes-no-brasil-e-pelo-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 18:22:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Carnaval acontece antes da Quaresma e faz parte do calendário cristão, mas sua origem não é exclusivamente religiosa. A festa nasce da combinação entre rituais antigos de celebração coletiva e a adaptação dessas práticas pela Europa medieval. Muito antes de existir desfile ou bloco, já haviam celebrações públicas em que comida, música e festividades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Carnaval acontece antes da Quaresma e faz parte do calendário cristão, mas sua origem não é exclusivamente religiosa. A festa nasce da combinação entre rituais antigos de celebração coletiva e a adaptação dessas práticas pela Europa medieval. Muito antes de existir desfile ou bloco, já haviam celebrações públicas em que comida, música e festividades faziam parte do calendário. Esses eventos funcionavam como pausas no dia a dia e acabaram sendo incorporados pela Igreja como um período anterior a semanas de restrição.</p>



<p>No Brasil, o Carnaval chegou com o &#8220;entrudo português&#8221;, uma brincadeira de rua onde as pessoas atiravam água, farinha, ovos e tinta uma nas outras,  os africanos escravizados se divertiam nestes dias ao som de batuques e ritmos trazidos da África, que se mesclavam com as músicas de Portugal. Esta mistura seria a origem da marchinha de carnaval e do samba, entre muitos outros ritmos. A música &#8220;Ò<em> Abre Alas</em>&#8220;, escrita em 1899 pela compositora carioca Chiquinha Gonzaga, é considerada a primeira marchinha de carnaval.</p>



<p>Com o passar do tempo e o aumento da quantidade de pessoas interessadas na festa, vieram costumes de outros locais, como Paris e Nice, que ao invés de farinha, ovos e tinta, jogavam confetes, serpentinas e buquês de flores. Clubes, ranchos e grupos organizados também começaram a estruturar a festa, o que abriu espaço para o samba, desfiles e escolas de samba. Na década de 60, a marchinha deu lugar ao samba-enredo das escolas e seguiu evoluindo até os dias de hoje.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="600" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/01/image-9.png" alt="" class="wp-image-4530" style="width:860px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Carnaval de Recife. Foto: Feito Brasil</figcaption></figure>



<p>O Carnaval brasileiro não segue um único modelo porque foi sendo construído a partir de referências diversas. Ritmos africanos, influências europeias e formas populares de ocupar a cidade acabaram se encontrando ao longo do tempo. É por isso que a festa muda tanto em cada região. No Rio de Janeiro e São Paulo, os desfiles das escolas de samba concentram a programação em grandes eventos e blocos de rua. Em Salvador, os trios elétricos organizam a festa nas ruas por toda a cidade. Já em Recife e Olinda, o frevo e os bonecos gigantes são as grandes tradições locais.</p>



<p>O maior bloco de carnaval do mundo é o pernambucano &#8220;Galo da Madrugada&#8221;, reconhecido pelo Guiness Book, ele começou com apenas 75 pessoas e 22 músicos em 04 de fevereiro de 1978. E em 2018,<strong> </strong>bateu a marca de 2,3 milhões de pessoas no bloco, com duração aproximada de 9h30.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Carnaval no turismo e pelo mundo</strong></h2>



<p>O Carnaval é um dos períodos mais importantes para o turismo no Brasil, dados oficiais indicam uma movimentação econômica bilionária, impulsionada por viagens, hospedagem, alimentação e serviços. Destinos se preparam com antecedência e o setor turístico usa o Carnaval como vitrine para o mercado interno e internacional. O efeito vai além das grandes capitais, cidades menores e destinos regionais também atraem visitantes interessados em festas locais, experiências culturais ou nos dias de folga para aproveitar para descansar.</p>



<p>Mas a festa não é exclusiva do Brasil, outros países seguem caminhos diferentes, de acordo com seu contexto cultural. Na Europa, Veneza mantém um Carnaval centrado em máscaras e eventos fechados, com forte vínculo histórico. Na Espanha, acontece a &#8220;La Tomatina&#8221;, última quarta-feira de agosto na cidade de Buñol, onde as ruas do centro são tomadas por tomates que voam de um lado para o outro, Nos Estados Unidos, o <em>Mardi Gras</em> de New Orleans se organiza a partir de desfiles e muita música organizados por associações locais, conhecidas como <em>krewes.</em></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/01/image-7.png" alt="" class="wp-image-4528"/><figcaption class="wp-element-caption">Carnaval em Veneza, Itália. Foto: Brasil Escola.</figcaption></figure>



<p>Na América Latina e Caribe, cidades como Barranquilla, na Colômbia e países como Trinidad e Tobago combinam salsa, fandango e merengue com desfiles e ocupação das ruas.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI</em>.</p>
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		<title>Tradições de Natal ao redor do mundo</title>
		<link>https://smilatam.net/tradicoes-de-natal-ao-redor-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 14:08:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada país celebra o Natal de seu jeito, influenciado pela cultura, pelo clima e pelos costumes locais e esse conjunto faz a data ganhar diferentes formas ao redor do mundo. Na Europa e na América do Norte, o Natal costuma ter mercados iluminados, cidades decoradas, suéteres, chocolate quente e bonecos de neve. As famílias se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Cada país celebra o Natal de seu jeito, influenciado pela cultura, pelo clima e pelos costumes locais e esse conjunto faz a data ganhar diferentes formas ao redor do mundo.</p>



<p>Na Europa e na América do Norte, o Natal costuma ter mercados iluminados, cidades decoradas, suéteres, chocolate quente e bonecos de neve. As famílias se reúnem em casa para trocar presentes, preparar ceias caprichadas e aproveitar momentos juntos. A celebração gira muito em torno da convivência e do espírito comunitário.</p>



<p>No hemisfério sul, onde dezembro é verão, o clima muda pouco a forma de festejar. As pessoas costumam comemorar com a família ao ar livre, com calor, bebidas geladas e noites longas. A essência da data continua sendo a mesma, mas adaptada ao ambiente e à estação.</p>



<p>Comemorado de diferentes formas em todo o mundo, o Natal se mistura com tradições mais antigas ou com elementos do folclore local. Cada país cria seus próprios rituais e símbolos, que tornam a data única e diferente do modelo mais conhecido pelos brasileiros. Confira algumas tradições de diferentes países de como comemorar essa data!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Japão</strong></h3>



<p>No Japão, o Natal não tem foco religioso, mas ganhou uma tradição curiosa. Desde os anos 70, comer frango frito no dia 25 de dezembro se tornou costume, uma prática que nasceu de uma campanha de marketing bem-sucedida. As famílias fazem reservas com meses de antecedência e o país inteiro associa a data a esse menu improvável, que acabou virando parte da cultura japonesa.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1600" height="900" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/12/image-3.png" alt="" class="wp-image-4296" style="width:945px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Portal R7</figcaption></figure>



<p><strong>Islândia</strong></p>



<p>A Islândia não tem apenas um Papai Noel, mas sim treze <em>Yule Lads</em>, personagens do folclore local que aparecem nas noites antes do Natal. Cada um tem uma personalidade diferente e visita as casas para deixar presentes ou uma batata, dependendo do comportamento das crianças.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="883" height="589" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/12/image-4.png" alt="" class="wp-image-4297"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Guide To Iceland</figcaption></figure>



<p><strong>Filipinas</strong></p>



<p>Em San Fernando, as <em>parols</em> iluminam a cidade semanas antes do Natal. São lanternas grandes, feitas de bambu e papel colorido, que representam a estrela que guiou os reis magos. A criação dessas lanternas virou um concurso famoso e transforma as ruas em um festival de luz.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="720" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/12/image-6.png" alt="" class="wp-image-4299"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Facebook &#8211; UP Philiphines</figcaption></figure>



<p><strong>Áustria</strong></p>



<p>Na Áustria, o Natal ganha um personagem que foge totalmente do clima da época, o Krampus, figura do folclore alpino que acompanha São Nicolau nas ruas. Enquanto o santo distribui presentes para as crianças comportadas, o Krampus representa o oposto e aparece com máscara, chifres e sinos. Em algumas cidades, desfiles e festas dedicadas a ele atraem moradores e turistas, misturando susto, humor e tradição.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="469" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/12/image-7.png" alt="" class="wp-image-4300"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Getty Images</figcaption></figure>



<p><strong>Suécia</strong></p>



<p>Na cidade de Gävle, um enorme bode de palha marca o início do Natal. Ele é montado na praça principal e virou tradição nacional acompanhar se ele vai sobreviver inteiro até o fim de dezembro. Ao longo dos anos, virou quase um “evento” saber se o bode será preservado ou destruído.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="862" height="485" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/12/image-8.png" alt="" class="wp-image-4301"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: <em>Albin Bogren/Visit</em><strong>&nbsp;</strong><em>Gavle</em></figcaption></figure>



<p><strong>México</strong></p>



<p>Em Oaxaca, todos os anos, no dia 23 de dezembro, acontece a <em>Noche de Rábanos</em>, uma tradição em que artesãos esculpem rabanetes gigantes em formatos de cenas natalinas, personagens locais, animais e figuras do folclore. As criações são expostas na praça principal e atraem milhares de moradores e visitantes.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="2048" height="1365" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/12/image-9.png" alt="" class="wp-image-4302" style="width:857px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Oaxaca Nundua. Javier Cruz Morales, José Manuel Cruz Cristales</figcaption></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI.</p>



<p></p>
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		<title>Quando o passado ganha contorno: o templo suspenso em Herakleia</title>
		<link>https://smilatam.net/quando-o-passado-ganha-contorno-o-templo-suspenso-em-herakleia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 16:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas obras nos fazem revisitar o passado sem a tentação de reconstruí-lo. Inverse Ruin, instalada no Parco Archeologico di Herakleia, no sul da Itália, é exatamente isso. A dupla belga Gijs Van Vaerenbergh escolheu não levantar paredes nem recuperar colunas. Em vez disso, criou uma estrutura metálica suspensa que desenha no ar o contorno de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Algumas obras nos fazem revisitar o passado sem a tentação de reconstruí-lo. <a href="https://www.gijsvanvaerenbergh.com/works/inverse-ruin">Inverse Ruin</a>, instalada no Parco Archeologico di Herakleia, no sul da Itália, é exatamente isso. A dupla belga <a href="https://www.gijsvanvaerenbergh.com/">Gijs Van Vaerenbergh</a> escolheu não levantar paredes nem recuperar colunas. Em vez disso, criou uma estrutura metálica suspensa que desenha no ar o contorno de um antigo templo arcaico. O que desapareceu há séculos reaparece em forma de linhas.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="818" height="545" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/12/image-1.png" alt="" class="wp-image-4286"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Roberto Conte.</figcaption></figure>



<p>A intervenção é simples na aparência, mas intensa na experiência. O visitante caminha pelo sítio arqueológico observando as pedras originais no chão, desgastadas pelo tempo, enquanto o traço leve do templo flutua acima. Não há esforço de réplica, nem busca pela perfeição. A ausência de massa revela a presença da memória do lugar, a arquitetura que já existiu e que agora só pode ser percebida pela imaginação.</p>



<p>Essa escolha cria uma relação diferente com a ruína, em vez de tratar o passado como uma peça de museu, Inverse Ruin abre espaço para interpretação. O olhar percorre o vazio entre as linhas suspensas e encontra ali um tipo de silêncio que convida a refletir. É como se a obra colocasse em camadas o que foi, o que sobrou e o que ainda pode ser sentido.</p>



<p>A estrutura metálica funciona como uma espécie de desenho tridimensional, ocupando o espaço do antigo templo sem interferir no solo arqueológico, o que mantém a integridade das escavações. Essa leveza faz com que a obra mude junto com a luz do dia. Pela manhã, o metal parece quase translúcido. No fim da tarde, cria sombras que ampliam o desenho original. De noite, quando a iluminação destaca suas linhas, o templo parece emergir de outra dimensão.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="818" height="545" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/12/image.png" alt="" class="wp-image-4285"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Roberto Conte.</figcaption></figure>



<p>A Inverse Ruin, em vez de tentar voltar no tempo, traz uma nova perspectiva para o visitante perceber que está ali e caminhar pela instalação é quase como atravessar uma fronteira entre épocas.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Viagem por prescrição médica? Nesse país, já é realidade!</title>
		<link>https://smilatam.net/viagem-por-prescricao-medica-nesse-pais-ja-e-realidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[rodrigo.ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 16:09:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um mundo onde o tempo se tornou um dos bens mais valiosos, o ritmo acelerado da vida moderna tem levado muitas pessoas à exaustão física e mental. O Brasil é hoje o segundo país com mais casos de burnout no mundo, atrás apenas do Japão. Diante desse cenário global e do avanço das pesquisas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em um mundo onde o tempo se tornou um dos bens mais valiosos, o ritmo acelerado da vida moderna tem levado muitas pessoas à exaustão física e mental. O Brasil é hoje o segundo país com mais casos de <em>burnout</em> no mundo, atrás apenas do Japão. Diante desse cenário global e do avanço das pesquisas sobre o tema, a Suécia apresentou uma solução curiosa e cientificamente comprovada para quem sofre com o estresse extremo: viajar.</p>



<p>O país lançou recentemente a campanha “The Swedish Prescription”, que propõe explorar a natureza sueca como forma de melhorar o bem-estar. A iniciativa se baseia em evidências científicas que mostram como o contato com ambientes naturais reduz o estresse, melhora o humor, estimula a cognição e diminui o risco de doenças crônicas, segundo a Organização Mundial da Saúde.</p>



<p>Com mais de 265 mil ilhas, 100 mil lagos e 5.700 reservas naturais, a Suécia leva a conexão com o meio ambiente a outro nível. Sua própria constituição garante o <em>allemansrätten</em>, o “direito de vagar”, que permite a qualquer pessoa circular livremente pelos espaços naturais do país.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1170" height="730" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/11/image-4.png" alt="" class="wp-image-4234"/><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Melhores Momentos da Vida.</figcaption></figure>



<p>Além disso, a cultura sueca valoriza o equilíbrio e o tempo de pausa. Conceitos como <em>friluftsliv</em> (“vida ao ar livre”) e <em>lagom</em> (a ideia de viver com equilíbrio e moderação) fazem parte do cotidiano da população, que busca na natureza uma forma de reconexão e descanso. A campanha ainda destaca práticas como os banhos de floresta, os retiros de sono profundo e até o tradicional <em>fika</em>, a pausa diária para o café e a conversa.</p>



<p>Para desenvolver a iniciativa, o <em>Visit Sweden</em> contou com o apoio de especialistas médicos de diferentes países, que mapearam atividades capazes de melhorar a saúde mental, como caminhar em trilhas, colher alimentos silvestres e observar o céu. As afirmações foram validadas por estudos de instituições internacionais e revisadas pela professora Yvonne Foresell, do Instituto Karolinska.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="984" height="554" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/11/image-3.png" alt="" class="wp-image-4233"/><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: G1</figcaption></figure>



<p>Diante de um Brasil cada vez mais afetado pelo <em>burnout</em>, a lição sueca é clara: é preciso repensar a relação com o tempo e com o trabalho. Mais do que investir em tratamentos, precisamos garantir espaço para o lazer, para o descanso e para o simples ato de desacelerar. Criar condições para que as pessoas tenham tempo livre e possam viver com mais equilíbrio talvez seja o primeiro passo para enfrentar de verdade a exaustão que consome tantos brasileiros atualmente.<br></p>



<p>Escrito por <strong><em>Rodrigo Ribeiro</em></strong>, Marketing na SMI. </p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agenda Cultural &#8211; Novembro</title>
		<link>https://smilatam.net/agenda-cultural-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[rodrigo.ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 20:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://smilatam.net/?p=4172</guid>

					<description><![CDATA[<p>São Paulo, SP. Dia dos Mortos&#160; O Memorial da América Latina, na Barra Funda, sedia a sexta edição do Festival Día de Muertos. O evento gratuito acontece nos fins de semana dos dias 1, 2, 8 e 9 de novembro, ocupando a Praça Cívica, a Praça das Sombras e a Galeria Marta Traba com altares [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>São Paulo, SP.</strong></p>



<p><strong>Dia dos Mortos&nbsp;</strong></p>



<p>O Memorial da América Latina, na Barra Funda, sedia a sexta edição do Festival Día de Muertos. O evento gratuito acontece nos fins de semana dos dias <strong>1, 2, 8 e 9 de novembro</strong>, ocupando a Praça Cívica, a Praça das Sombras e a Galeria Marta Traba com altares tradicionais, comidas típicas, maquiagem artística e apresentações de dança e luta livre, celebrando a ancestral tradição mexicana de homenagear os antepassados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1368" height="912" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/10/image-23.png" alt="" class="wp-image-4177"/><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Site oficial. </figcaption></figure>



<p><strong>Endereço</strong>:&nbsp; Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664,</p>



<p><strong>Entrada Gratuita.</strong></p>



<p>Para mais informações, clique <a href="http://instagram.com/losmuertossaopaulo/?hl=pt#:~:text=LOS%20MUERTOS%20Vem%20pro%20Tri%C3%A2ngulo,Centro%20Hist%C3%B3rico%20de%20S%C3%A3o%20Paulo">aqui</a>.&nbsp;</p>



<p><strong>São Paulo, SP</strong></p>



<p><strong>Restaurante Week SP</strong></p>



<p>A capital paulista se torna um verdadeiro paraíso gastronômico em novembro com a 35ª Restaurant Week. O evento convida os moradores a descobrirem a diversidade culinária da cidade, permitindo que explorem menus completos (entrada, prato principal e sobremesa) por preços fixos em centenas de estabelecimentos participantes. O evento ocorre até o dia <strong>16 de novembro. </strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1123" height="720" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/10/image-22.png" alt="" class="wp-image-4175"/><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Veja</figcaption></figure>



<p><strong>Endereço</strong>:&nbsp; São Paulo e Grande São Paulo</p>



<p><strong>Os preços variam de acordo com o restaurante.&nbsp;</strong></p>



<p>Para mais informações, clique <a href="https://maitredigital.com.br/saopaulorestaurantweek">aqui.</a></p>



<p><strong>Rio de Janeiro, RJ</strong></p>



<p><strong>Festival Gastronomia Preta</strong></p>



<p>o Festival Gastronomia Preta no Rio de Janeiro é um evento gratuito que destaca a potência da gastronomia negra, promovendo uma feira com estandes de empreendedores pretos, pardos e afro-indígenas, uma “Cozinha Show” com chefs convidados preparando pratos ao vivo, rodas de conversa sobre identidade, mercado de trabalho, racismo e representatividade, além de shows de peso e o “Prêmio Gastronomia Preta” que reconhece profissionais do setor em diversas categorias. O evento ocorre nos dias <strong>7, 8 e 9 de novembro. </strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1261" height="483" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/10/image-21.png" alt="" class="wp-image-4174"/><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Site oficial.</figcaption></figure>



<p><strong>Endereço: </strong>Praça da Pinha&nbsp;</p>



<p>Entrada gratuita.&nbsp;</p>



<p>Para mais informações, clique <a href="https://www.instagram.com/festivalgastronomiapreta/">aqui.&nbsp;</a></p>



<p><strong>Salvador, BA</strong></p>



<p><strong>Salvador Capital Afro 2025</strong></p>



<p>O Novembro Salvador Capital Afro 2025 é um movimento/festival de cultura afro-brasileira em Salvador (BA) que reúne oficinas, exposições, shows, desfiles de moda, economia criativa negra e arte com forte foco na ancestralidade. ambém tem caráter de política pública voltada à justiça racial e valorização da população negra da cidade ( cerca de 83% da população). O evento ocorre durante todo o mês de novembro. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="600" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/10/image-20.png" alt="" class="wp-image-4173"/><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Site oficial</figcaption></figure>



<p><strong>Curitiba, Paraná&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Natal de Curitiba 2025</strong></p>



<p>O Natal de Curitiba será uma mega programação natalina espalhada por vários pontos de Curitiba, com o tema “Juntos, o inesquecível acontece”.<a href="https://turismo.curitiba.pr.gov.br/noticias/eduardo-pimentel-apresenta-maior-programacao-de-natal-da-historia-de-curitiba/80128?utm_source=chatgpt.com"> </a>A ideia: mais de 150 atrações, cerca de 44 dias de evento para toda a família, somando espetáculos, luzes, experiências interativas, decoração urbana massiva.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="2048" height="1366" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/10/image-24.png" alt="" class="wp-image-4178"/><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Prefeitura de Curitiba.</figcaption></figure>



<p><strong>Locais principais: </strong>o Centro da cidade (ex.: Praça Santos Andrade, Rua XV de Novembro, Largo da Ordem) e grandes parques como Parque Barigui.&nbsp;</p>



<p><strong>Evento gratuito.&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p>Para mais informações, clique <a href="https://g1.globo.com/pr/parana/o-que-fazer-no-parana/noticia/2025/10/27/programacao-do-natal-de-curitiba-2025.ghtml">aqui</a>.&nbsp;</p>



<p>Escrito por <strong><em>Rodrigo Ribeiro</em></strong>, Marketing na SMI.</p>



<p></p>
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