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	<title>SMI</title>
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	<description>Somos uma empresa de desenvolvimento de vendas e marketing especializada na indústria de viagens que fornece soluções integradas para potencializar as operações da sua agência. Conheça os nossos serviços.</description>
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	<title>SMI</title>
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		<title>Turismo do sono: dormir virou critério de escolha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:58:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design Hotels]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muito tempo, o descanso foi tratado como efeito da viagem, o viajante escolhia destino, hotel e roteiro; dormir bem acontecia se as condições ajudassem e esse padrão começa a mudar porque o nível de cansaço da rotina passou a influenciar diretamente a forma de viajar. Hoje, uma parcela relevante dos viajantes já declara que [&#8230;]</p>
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<p>Durante muito tempo, o descanso foi tratado como efeito da viagem, o viajante escolhia destino, hotel e roteiro; dormir bem acontecia se as condições ajudassem e esse padrão começa a mudar porque o nível de cansaço da rotina passou a influenciar diretamente a forma de viajar.</p>



<p>Hoje, uma parcela relevante dos viajantes já declara que quer usar as férias para recuperar energia e regular o sono. Quando esse objetivo entra no planejamento, o descanso passa a orientar decisões concretas.</p>



<p>E o turismo do sono surge dentro desse contexto, não como um tipo específico de destino, mas como uma lógica de construção da viagem baseada no descanso real. O hotel passa a ser avaliado pelo nível de silêncio, qualidade do colchão, controle de luz e níveis de barulho. O roteiro perde densidade, com menos deslocamentos e menos atividades concentradas no mesmo dia. Experiências com menor estímulo, como natureza e pausas programadas, ganham prioridade porque facilitam o relaxamento físico e mental.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/image-2-560x493.png" alt="" class="wp-image-4654"/><figcaption class="wp-element-caption">Es Racó d&#8217; Artà. Foto: Design Hotels.</figcaption></figure>



<p>Esse movimento ganha força por uma combinação de fatores: a rotina hiper conectada, com uso contínuo de telas e dias muto extensos, impacta diretamente o ciclo do sono e como consequência, cresce a percepção de que dormir bem influencia produtividade, humor e saúde. Ao mesmo tempo, o conceito de bem-estar se amplia e passa a incluir o sono como base, não como complemento. Diante disso, a hotelaria começa a reposicionar o quarto como produto principal da experiência.</p>



<p>Hotéis investem em isolamento acústico mais eficiente, cortinas com bloqueio total de luz, colchões desenvolvidos com base em ergonomia e sistemas de automação que ajustam iluminação e temperatura ao longo da noite. Alguns empreendimentos adicionam serviços como aromaterapia, playlists de relaxamento e até acompanhamento personalizado focado em melhorar a qualidade do sono do hóspede. Esse conjunto de soluções altera o valor percebido: conforto básico deixa de diferenciar, enquanto dormir bem passa a justificar escolha e preço.</p>



<p>A <a href="https://www.designhotels.com/themes/well-being/">Design Hotels</a> possui hotéis classificados em categoria “Well Being”, reunindo hotéis que incorporam o bem-estar como eixo da experiência do hóspede. Nessa classificação, entram propriedades que estruturam a estadia a partir de elementos como qualidade do sono, conexão com o entorno, práticas de relaxamento e ambientes pensados para reduzir estímulos, o que facilita a curadoria para perfis de viajantes que priorizam descanso e recuperação ao longo da viagem.</p>



<p>O hotel <a href="https://www.designhotels.com/hotels/austria/muehlbach-am-hochkoenig/stieg-nhaus/">stieg&#8217;nhaus</a>, na Áustria, com seis suítes, conta com uma experiência de bem-estar inesquecível, com vistas deslumbrantes, banheira de hidromassagem, spa relaxante, arquitetura totalmente pensada para o conforto, terapeutas experientes que oferecem massagens e tratamentos estéticos em uma sala de bem-estar repleta de sons relaxantes e lençóis luxuosos.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/image-1-560x493.png" alt="" class="wp-image-4652"/><figcaption class="wp-element-caption">stieg&#8217;nhaus. Foto: Design Hotels.</figcaption></figure>



<p>Mas esse impacto não fica restrito ao hotel. Alguns destinos também conseguem sustentar essa proposta de forma mais consistente porque oferecem condições favoráveis no entorno. Regiões com baixa poluição sonora e luminosa, presença de natureza e ritmo mais lento facilitam o descanso de forma contínua. Isso explica por que países como Noruega, Suécia e Finlândia concentram experiências em áreas remotas, com cabanas isoladas, pouca interferência urbana e propostas de desconexão digital.</p>



<p>Para agências e operadoras, o turismo do sono não exige a criação de um produto completamente novo, mas pede ajuste na forma de montar e comunicar a oferta. Quando o descanso é prioridade, pacotes com agenda cheia entram em conflito com a expectativa do cliente. Reduzir a quantidade de atividades aumenta a coerência da proposta. Existe também uma oportunidade de ampliar essa tendência para além do segmento de luxo. Embora parte das soluções mais avançadas dependa de investimento em infraestrutura, uma experiência orientada ao descanso pode ser construída com escolhas mais simples, como localização mais silenciosa, roteiros menos intensos e comunicação clara sobre o benefício principal da viagem.</p>



<p>Esse movimento indica uma mudança mais estrutural no comportamento do viajante. O sono tende a se consolidar como um dos critérios de avaliação da hospedagem, ao lado de localização e preço. Além de entender o que o cliente quer fazer no destino, passa a ser necessário entender como ele quer se sentir ao final da viagem. Quando a resposta envolve energia e recuperação, o descanso deixa de ser bastidor e passa a ser produto.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing Coordinator na SMI.</em></p>



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		<title>As Olimpíadas de Inverno mostraram como os bastidores estão em alta!</title>
		<link>https://smilatam.net/as-olimpiadas-de-inverno-mostraram-como-os-bastidores-estao-em-alta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 19:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As Olimpíadas de Milão Cortina 2026 foram marcadas pelo maior ciclo de audiência, registrando um aumento de 90% em comparação a última edição de 2022, além de 12 milhões de posts sobre o evento nas redes sociais de mais de 9 bilhões de engajamento nos perfis oficiais. Mas os espectadores não estão interessados somente nos [&#8230;]</p>
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<p>As Olimpíadas de Milão Cortina 2026 foram marcadas pelo maior ciclo de audiência, registrando um aumento de 90% em comparação a última edição de 2022, além de 12 milhões de posts sobre o evento nas redes sociais de mais de 9 bilhões de engajamento nos perfis oficiais.</p>



<p>Mas os espectadores não estão interessados somente nos esportes, e também nos atletas, quem eles são em suas vidas pessoais, fora das pistas e competições. Atletas como <a href="https://www.instagram.com/juttaleerdam/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jutta Leerdam</a>, <a href="https://www.instagram.com/eileengu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eileen Gu</a>, <a href="https://www.instagram.com/lindseyvonn/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lindsey Vonn</a> e <a href="https://www.instagram.com/mcdavid97" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Connor McDavid</a> acumulam milhões de seguidores seus perfis e trabalham hoje também como criadores de conteúdo, estampam capas de revistas, participam de podcasts, recebem o afeto de fãs na rua e compartilham o dia a dia e tudo o que acontece por trás dos grandes eventos e grandes competições que participam.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="862" height="575" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-5.png" alt="" class="wp-image-4572"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: <em>Dan Himbrechts</em>.</figcaption></figure>



<p>Se os Jogos de Inverno queriam falar com bilhões de pessoas espalhadas por diferentes fusos horários, era inevitável repensar a forma de distribuição, não dava mais para depender apenas da TV tradicional. O consumo mudou, e a estratégia precisou acompanhar esse movimento. A organização operou com mais de 24 detentores globais de direitos e cerca de 80 sublicenciados, ampliando drasticamente a transmissão. </p>



<p>Mas o mais interessante foi a virada para um modelo realmente multicanal: a cobertura esteve em todos os lugares onde o público já está: TV, streaming, TikTok, Instagram, YouTube, ambientes de game, ativações com criadores e experiências de marca. Mais de 100 profissionais estiveram presentes no evento produzindo conteúdo pensado para diferentes formatos e plataformas, com filmagens imersivas, uso de drones e ativações estratégicas, os Jogos transformaram audiência em envolvimento.</p>



<p>Essas mudanças também mexeram com os patrocínios, hoje existem patrocinadores de evento, de equipes, fornecedores especializados, parcerias estratégicas e, principalmente, acordos diretos com atletas que já são marcas por si só, com audiências digitais próprias. Comunidades específicas, narrativas autênticas e experiências compartilháveis se tornaram ativos tão ou mais relevantes do que a presença no backdrop oficial.</p>



<p>Um exemplo claro de como esse novo modelo funciona na prática veio dos Jogos de Inverno de 2026. A medalha de ouro de Lucas Pinheiro — a primeira do Brasil e da América do Sul em uma edição de inverno — não foi apenas um feito esportivo. O momento foi eleito o melhor dos Jogos em votação popular e virou até obra de arte, reinterpretado por um artista italiano em estilo renascentista. A imagem ganhou vida própria, extrapolou o esporte e entrou no campo cultural.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="984" height="668" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-4.png" alt="" class="wp-image-4571"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Dustin Satloff/Getty Images.</figcaption></figure>



<p>Depois da conquista, Lucas ultrapassou 1 milhão de seguidores nas redes sociais em poucos dias. </p>



<p>Milão também influenciou diretamente o posicionamento desta edição porque a cidade carrega um capital simbólico consolidado em moda, design e indústria criativa. Ao sediar os Jogos de Inverno de 2026, a organização passou a operar dentro de um território que já é reconhecido globalmente por tendências estéticas, semanas de moda e grandes marcas do setor. Esse contexto elevou o padrão visual e ampliou as possibilidades de integração com segmentos além do esporte.</p>



<p>A escolha da cidade impactou ativações, hospitalidade, experiências VIP e colaborações com marcas locais. Eventos paralelos foram desenhados considerando arquitetura, design urbano e produção cultural, o que ampliou o perfil do público interessado. Como consequência, a cobertura e as parcerias comerciais passaram a dialogar também com moda, entretenimento e turismo de alto padrão.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="730" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-6.png" alt="" class="wp-image-4573"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Tourist Italy.</figcaption></figure>



<p>O evento deixou de ser entendido apenas como  esportivo e passou a incorporar elementos de lifestyle, design e posicionamento aspiracional. Essa ampliação é relevante do ponto de vista comercial porque aumenta o inventário de ativações possíveis e atrai patrocinadores de categorias que tradicionalmente não investiriam em modalidades de inverno.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>NOLT! A nova geração de idosos</title>
		<link>https://smilatam.net/nolt-a-nova-geracao-de-idosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 14:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NOLT significa “New Older Living Trend” — em português, “nova forma de viver a maturidade”. O termo surge para refletir a transformação no modo como pessoas 60+, 70+ e 80+ estão experimentando essa etapa da vida. O Brasil e diversos outros países vivem uma acelerada transição demográfica. Projeções internacionais e dados do IBGE indicam que, [&#8230;]</p>
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<p>NOLT significa “New Older Living Trend” — em português, “nova forma de viver a maturidade”. O termo surge para refletir a transformação no modo como pessoas 60+, 70+ e 80+ estão experimentando essa etapa da vida.</p>



<p>O Brasil e diversos outros países vivem uma acelerada transição demográfica. Projeções internacionais e dados do IBGE indicam que, nos próximos anos, a população com mais de 60 anos deve superar a de crianças em diferentes regiões. O aumento da expectativa de vida está diretamente ligado aos avanços da medicina, da tecnologia e das condições sociais.</p>



<p>Apesar desse cenário, muitas cidades, serviços e modelos de consumo ainda foram pensados prioritariamente para perfis mais jovens. Esse descompasso evidencia que o envelhecimento deixou de ser uma projeção futura e passou a influenciar decisões econômicas, urbanas e sociais no presente.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="667" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-2.png" alt="" class="wp-image-4564"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Internet.</figcaption></figure>



<p>Pessoas acima dos 60 anos hoje ocupam espaços de forma ativa e diversa: frequentam restaurantes, viajam, praticam atividades físicas, fazem cursos, utilizam redes sociais e continuam desenvolvendo projetos pessoais e profissionais. Mais do que presença no consumo, essa transformação revela autonomia, participação social e novos projetos de vida.</p>



<p>O conceito NOLT descreve esse movimento: pessoas que mantêm rotina ativa, planejam o longo prazo, retomam estudos, aprendem novas tecnologias, organizam viagens, iniciam negócios ou redefinem trajetórias profissionais, sempre com atenção intencional à saúde física, mental e aos vínculos sociais.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-3.png" alt="" class="wp-image-4565"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pinterest.</figcaption></figure>



<p>A longevidade deixou de ser apenas um dado estatístico e se tornou tema recorrente nas conversas entre gerações. Planejar o futuro, viver com qualidade e ampliar possibilidades passou a fazer parte do cotidiano.</p>



<p>Um relatório recente do <a href="https://www.ubs.com/br/pt.html">Banco UBS</a> estima que o mercado global voltado à longevidade pode atingir US$ 7,8 trilhões até 2030. Tecnologias vestíveis para monitoramento de saúde, avanços em terapias regenerativas, suplementos com formulações específicas e startups focadas em prevenção e qualidade de vida mostram que o envelhecimento também orienta inovação e investimento.</p>



<p>Trata-se de uma transformação estrutural: viver mais exige novas soluções urbanas, sociais e culturais e amplia o entendimento sobre o que significa maturidade hoje.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI.</em><br><br></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>SXSW, o evento que está no radar de quem decide</title>
		<link>https://smilatam.net/sxsw-o-evento-que-esta-no-radar-de-quem-decide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 19:31:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O SXSW, sigla para South by Southwest, é um festival e conferência realizado todos os anos em Austin, no Texas. O evento reúne conteúdos de tecnologia, inovação, marketing, entretenimento, música, audiovisual e cultura digital em uma mesma programação, distribuída entre palestras, painéis, estreias, shows e ativações de marca espalhadas pela cidade. O evento surgiu em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <a href="https://sxsw.com/">SXSW</a>, sigla para South by Southwest, é um festival e conferência realizado todos os anos em Austin, no Texas. O evento reúne conteúdos de tecnologia, inovação, marketing, entretenimento, música, audiovisual e cultura digital em uma mesma programação, distribuída entre palestras, painéis, estreias, shows e ativações de marca espalhadas pela cidade. O evento surgiu em 1987 inicialmente como um festival de música e foi se expandindo conforme novas indústrias ganharam relevância. Hoje, é acompanhado de perto por empresas e profissionais porque concentra discussões que já estão em fase de teste ou aplicação real no mercado. O que aparece ali costuma virar pauta, projeto ou trend nos meses seguintes.</p>



<p>Nos últimos anos, o SXSW passou a ser ainda mais comentado porque sua agenda se alinhou a temas que impactam decisões práticas. Inteligência artificial aplicada a negócios, economia dos criadores, novos formatos de mídia, transformação do consumo cultural, dados e privacidade mais como estudos de caso, produtos e mudanças operacionais já em andamento. Outro ponto que explica o interesse crescente é o perfil de quem participa do evento. Além de profissionais de tecnologia, o SXSW atrai pessoas de marketing, comunicação, turismo, educação, entretenimento, moda, finanças e varejo. Essa mistura faz com que os debates tragam exemplos concretos de como diferentes setores estão adaptando processos, formatos e modelos de negócio.</p>



<p>O formato do SXSW também pesa nessa relevância. A programação vai além de palestras grandes e inclui painéis menores, apresentações de projetos em execução, demonstrações de produtos e conversas diretas com profissionais que estão liderando essas iniciativas. Isso facilita avaliar o que é viável, o que exige adaptação e o que ainda apresenta riscos.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1081" height="608" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/01/image-6.png" alt="" class="wp-image-4517"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação.</figcaption></figure>



<p><strong>O que observar no SXSW</strong></p>



<p><strong>1. Temas mais representados nas sessões programadas</strong><br>O evento terá mais de 250 sessões temáticas selecionadas via <em>PanelPicker</em>, plataforma comunitária que permite ao público votar em propostas que viram programação oficial. Entre os tópicos com maior volume de sessões estão inteligência<strong> </strong>artificial aplicada a negócios, marca e marketing, inovações em saúde e bem-estar mental, o que indica que o evento está priorizando conversas que já têm impacto direto em estratégias de produto, comunicação e gestão de pessoas.</p>



<p><strong>2. Sessões sobre inteligência artificial com implicações práticas</strong><br>Um exemplo é a sessão <em>“How We Could Lose Control: Avoiding the Paths to Runaway AI”</em>. Nela, especialistas discutem mecanismos reais pelos quais a IA pode se tornar difícil de controlar e formas concretas de mitigar esses riscos, em vez de apenas refletirem sobre cenários hipotéticos.</p>



<p><strong>3. Estratégia de marca em cultura pop como case real</strong><br>Outro exemplo programado é <em>“The Anime Advantage: Brand Strategy Meets Cultural Power”</em>, com executivos do <a href="https://www.crunchyroll.com/pt-br/?srsltid=AfmBOopAK05fJ2C_bW7OiIwzr34cKif3dvFUzIJ1HRvDm2mxTYSwr4SS">Crunchyroll</a>, <a href="https://www.twitch.tv/">Twitch</a> e <a href="https://www.mlb.com/">MLB</a> explorando como franquias e cultura pop (como anime) viram ferramentas estratégicas para criar valor de marca e engajamento de longo prazo.</p>



<p><strong>4. Networking e ativações presenciais com impacto real</strong><br>Além das sessões formais, na edição desse ano haverão espaços como <em>Clubhouses</em> e ativações de marca espalhadas por Austin. Esses ambientes funcionam como hubs de networking intensivo, onde executivos e profissionais compartilham experiências específicas sobre tecnologia, cultura, mídia ou turismo, informação que muitas vezes não aparece em apresentações oficiais mas influencia decisões de parcerias e contratações.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>SXSW, turismo e experiência</strong></h3>



<p>O SXSW também se conecta diretamente com o turismo de experiência. Durante o evento, Austin se transforma em palco para ativações de marca, eventos paralelos, experiências culturais e encontros informais que fazem parte da programação não oficial. Para destinos, hotéis, companhias aéreas e marcas ligadas ao setor de turismo, o evento funciona como vitrine de novas formas de engajar viajantes e criar experiências memoráveis.</p>



<p>Esse aspecto explica o interesse crescente de profissionais do turismo no SXSW. O evento oferece referências práticas sobre como experiências, conteúdo e tecnologia podem ser integrados para gerar valor antes, durante e depois da viagem e cresce o número de sessões que tratam deslocamento e experiência como parte da estratégia de negócios, trazendo alguns insights para o agente de viagens:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>&#8211; Tomar decisões de viagem com base em dados, não apenas custo imediato;</li>



<li>&#8211; Equilibrar eficiência operacional com bem-estar do viajante;</li>



<li>&#8211; Integrar tecnologia à gestão de viagens sem perder controle e governança.</li>
</ul>



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			</item>
		<item>
		<title>O novo luxo de viajar em 2026 ganha outro ritmo</title>
		<link>https://smilatam.net/o-novo-luxo-de-viajar-em-2026-ganha-outro-ritmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[alline.sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 15:06:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design Hotels]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As tendências de viagem para 2026 apontam para uma transformação clara na forma como nos deslocamos pelo mundo. Mais do que conhecer novos lugares, o viajante busca experiências alinhadas ao seu momento de vida, ao seu ritmo e aos seus valores. Estilos de viagem mais personalizados, regenerativos e emocionais ganham força, redefinindo o turismo como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>As tendências de viagem para 2026 apontam para uma transformação clara na forma como nos deslocamos pelo mundo. Mais do que conhecer novos lugares, o viajante busca experiências alinhadas ao seu momento de vida, ao seu ritmo e aos seus valores. Estilos de viagem mais personalizados, regenerativos e emocionais ganham força, redefinindo o turismo como uma ferramenta de reconexão, descoberta e expressão pessoal.<br><br>Essa mudança nasce de um desejo cada vez mais presente de pausa e presença. A busca pela desaceleração e pelo silêncio tem ganhado espaço nas escolhas dos viajantes, refletindo a necessidade de reduzir o excesso de estímulos, desacelerar o ritmo cotidiano e criar espaço para contemplação da natureza e bem-estar. Viajar passa a ser menos sobre acumular destinos e mais sobre vivenciar experiências com significado, atenção plena e conexão real com o lugar.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="1600" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/01/image.png" alt="" class="wp-image-4350"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Arquivo pessoal.</figcaption></figure>



<p>Essa leitura de comportamento aparece de forma clara nas tendências mapeadas pela <em>Viagem e Turismo</em> no artigo <strong>“<a href="https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/9-tendencias-de-viagem-para-2026/?utm_source=chatgpt.com">9 tendências de viagem para 2026</a>”.</strong> O levantamento embasado em estudos de comportamento e pesquisas globais de turismo, identifica que os viajantes estão cada vez mais interessados em experiências que priorizem bem-estar, natureza, cultura local e elementos sensoriais, como viagens inspiradas por livros, filmes ou narrativas afetivas.<br><br>Uma das tendências destacadas é, justamente, a valorização de destinos e acomodações que proporcionem experiências regenerativas e imersão no ambiente natural. Isso reflete um movimento global em direção ao slow travel, uma forma de viajar que privilegia a qualidade sobre a quantidade, o tempo vivido sobre o tempo marcado. Em <a href="https://en.travel2latam.com/news-103040-global-tourist-in-2026-80-of-travelers-seek-wellness-experiences?utm_source=chatgpt.com">pesquisas internacionais</a>, <strong>80% dos viajantes afirmam estar abertos a experiências focadas em bem-estar</strong>, e <strong>69% priorizam acomodações que oferecem contato com a natureza e cultura local</strong>, mostrando que escolhas mais sensoriais e regenerativas estão no centro das decisões de viagem.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="2202" height="2560" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/01/jared-rice-NTyBbu66_SI-unsplash.jpg" alt="" class="wp-image-4355"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Unsplash.</figcaption></figure>



<p>Nesse cenário, hotéis que combinam design consciente, imersão no ambiente e respeito à cultura local ganham destaque. A <a href="http://designhotels.com">Design Hotels</a> se diferencia por sua curadoria criteriosa de propriedades independentes, marcadas por identidade autoral, arquitetura expressiva e forte conexão com o destino onde estão inseridas. Cada estadia é pensada para harmonizar estética, natureza e experiência sensorial, convidando o viajante a desacelerar, reconectar-se com o entorno e vivenciar o lugar de forma mais autêntica. Assim, a hospedagem deixa de ser apenas um local para dormir e se torna parte essencial da experiência de viagem, refletindo um turismo atento ao bem-estar, ao contexto natural e às tradições locais.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="457" height="686" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/01/image-5.png" alt="" class="wp-image-4357"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Design Hotels.<br><a href="https://www.designhotels.com/hotels/spain/mallorca/palma/nobis-hotel-palma/">Nobis Hotel Palma</a> &#8211; Palma, Mallorca, Spain</figcaption></figure>



<p>Essa tendência de turismo mais consciente também redefine o conceito de luxo. Hoje, o novo luxo está no<strong> </strong>tempo dedicado a si mesmo, na qualidade das experiências,<strong> </strong>na possibilidade de estar presente no momento e de criar memórias que transformam. O silêncio, a natureza, o ritmo lento e os ambientes projetados com propósito são agora fatores diferenciadores na escolha de um destino ou acomodação.<br><br>Em 2026, viajar será cada vez mais um reflexo de quem somos e do que buscamos, menos pressa, mais presença, mais sentido em cada deslocamento.</p>



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<p><em>Por <strong>Alline Myrela</strong> &#8211; <em>Marketing Analyst na SMI.</em></em></p>



<p></p>
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		<title>O Brasil está na moda e é tendência que veio para ficar!</title>
		<link>https://smilatam.net/o-brasil-esta-na-moda-e-e-tendencia-que-veio-para-ficar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 16:19:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O interesse global pelo Brasil não é mais pontual nem apenas uma tendência estética que vai e vem. O Brasil voltou ao centro das conversas culturais do mundo, e dessa vez com mais consistência. Durante muito tempo, a imagem do país lá fora foi reduzida a poucos símbolos: praia, carnaval e futebol e o que [&#8230;]</p>
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<p>O interesse global pelo Brasil não é mais pontual nem apenas uma tendência estética que vai e vem. O Brasil voltou ao centro das conversas culturais do mundo, e dessa vez com mais consistência.</p>



<p>Durante muito tempo, a imagem do país lá fora foi reduzida a poucos símbolos: praia, carnaval e futebol e o que vemos agora é outra coisa, um Brasil mais urbano, criativo, popular e diverso. A estética que ficou conhecida como <em>Brazil Core</em> ajuda a entender esse movimento. Cores fortes, referências populares, códigos periféricos e um certo exagero visual que sempre fez parte da cultura brasileira, isso passou a ser visto como linguagem.</p>



<p>No último verão europeu, o <em>Brazil Core</em> apareceu com força, Havaianas no pé e camisas ou biquinis amarelos nas praias, além de desfiles, editoriais e hashtags nas redes sociais. A busca pelo termo no <a href="https://br.pinterest.com/">Pinterest</a> e no Tik Tok traz diversas referências da tendência.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="736" height="1308" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/12/brazil-core.jpg" alt="" class="wp-image-4317" style="width:358px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pinterest.</figcaption></figure>



<p>Marcas brasileiras passaram a ocupar espaço em colaborações internacionais e vitrines globais sem precisar mudar quem são. A Havaianas é um bom exemplo, saindo do lugar de produto básico de verão para se tornar item de moda, presente em colaborações e styling urbano em cidades como Paris, Nova York e Copenhagen.</p>



<p>&#8220;Foi depois de Copenhagen usar Havaianas com alfaiataria que se começou a considerar o chinelo em ambientes urbanos mais formais aqui&#8221;, diz consultora Thais Farage em entrevista para a <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv073d8e3o">BBC Brasil</a>. Por lá, os tradicionais chinelos de praia ficaram famosos ao serem combinados com blazers e calças de alfaiataria, ganhando visibilidade até na Copenhagen Fashion Week.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="1125" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/12/image-10.png" alt="" class="wp-image-4316" style="width:439px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Copenhagen Fashion Week. Getty Images.</figcaption></figure>



<p>Grandes marcas internacionais também estão apostando no cenário brasileiro, a francesa <a href="https://www.rabanne.com/br/pt/">Rabanne</a> colocou o funk carioca como tema de uma campanha global neste ano, com gravações no Rio de Janeiro e a verdadeira batida carioca em foco, colocando o Brasil como centro de campanhas com impacto internacional.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="SUNSET TO SUNRISE | RABANNE" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/8zrJ36a3eoo?start=11&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Esse movimento não acontece só na moda, na música, artistas brasileiros colaboram com nomes internacionais mantendo idioma, ritmo e identidade. No design e na cultura visual, referências brasileiras aparecem de forma mais consciente. </p>



<p>No turismo, cresce o interesse por experiências que mostram o país além do óbvio, conectadas à cultura local e à vida real. Grandes nomes e celebridades internacionais também estão entre os visitantes do Brasil, &nbsp;Angelina Jolie foi ao <a href="https://terrasindigenas.org.br/pt-br/terras-indigenas/3908">Parque Indígena do Xingu</a> e a cantora Dua Lipa passou uma semana vivendo uma verdadeira experiência carioca, com visita ao Maracanã, Cristo Redentor e chopp gelado em bares icônicos da cidade.</p>



<p>Não é atoa que em 2025 o Brasil bateu recorde de visitantes internacionais, com mais de 8,3 milhões&nbsp;de turistas estrangeiros de acordo com a <a href="https://dados.gov.br/dados/organizacoes/visualizar/instituto-brasileiro-do-turismo-embratur">Embratur</a>, com crescimento de cerca de 35% em relação ao ano de 2024. E a tendência para o próximo ano é que o crescimento continue.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="800" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/12/image-11.png" alt="" class="wp-image-4318" style="width:676px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Metrópoles. @garciasfotos/FFC.</figcaption></figure>



<p>E essa conexão das celebridades internacionais com o Brasil não se limita a visitas ou aparições. O público brasileiro aparece em entrevistas, é celebrado nos palcos e frequentemente lembrado pelo envolvimento e pela energia que entrega.</p>



<p>Mas o interesse pelo Brasil também traz desafios. Questões sobre apropriação cultural e estereótipos continuam existindo e precisam ser discutidas, a diferença é que, hoje, o Brasil faz parte dessa conversa e não é apenas observado de fora. Isso mostra como o momento atual é diferente de outros ciclos de atenção internacional. Antes, o país parecia tentar se adaptar ao que o mercado global esperava e agora, o Brasil apresenta suas próprias referências e deixa que o mundo se aproxime delas.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>Conheça os destinos mais sustentáveis de 2025</title>
		<link>https://smilatam.net/conheca-os-destinos-mais-sustentaveis-atualmente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[rodrigo.ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 15:05:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa semana inicia-se a COP 30, conferência global que volta a colocar as mudanças climáticas no centro das discussões. O tema ganha cada vez mais urgência, e falar sobre soluções sustentáveis deixou de ser tendência para se tornar necessidade. No setor do turismo, essa pauta também ganha força. Destinos que investem em práticas responsáveis e [&#8230;]</p>
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<p>Essa semana inicia-se a COP 30, conferência global que volta a colocar as mudanças climáticas no centro das discussões. O tema ganha cada vez mais urgência, e falar sobre soluções sustentáveis deixou de ser tendência para se tornar necessidade.</p>



<p>No setor do turismo, essa pauta também ganha força. Destinos que investem em práticas responsáveis e em políticas de preservação ambiental têm se destacado em rankings internacionais de sustentabilidade.</p>



<p>A Escandinávia voltou a liderar o Índice Global de Sustentabilidade de Destinos, com Helsinque, capital da Finlândia, reconhecida como o destino turístico mais sustentável do mundo. O levantamento, elaborado pelo <em>Global Destination Sustainability Movement</em>, avalia as cidades em quatro pilares: gestão do destino, fornecedores, progresso social e desempenho ambiental, reunindo as 40 que apresentaram os melhores resultados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="800" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/11/image.png" alt="" class="wp-image-4217"/><figcaption class="wp-element-caption">Helsinque, Finlândia. Fonte: Smart Cities.</figcaption></figure>



<p>Em 2025, mais da metade das cidades do top 10 localizadas na região da Escandinávia. Após Helsinque, Gotemburgo (Suécia), ocupa a segunda posição, seguida por Copenhague (Dinamarca), em terceiro lugar. O top 10 é completado por Aalborg (Dinamarca); Glasgow (Reino Unido); Tampere (Finlândia); Aarhus, (Dinamarca); Lyon (França); Belfast (Reino Unido); e Reykjavik (Islândia).</p>



<p>Helsinque ficou em primeiro lugar pelo segundo ano consecutivo, e os organizadores destacam que 99% dos quartos de hotel da cidade possuem certificação de sustentabilidade, 54% da eletricidade vem de fontes renováveis e o município já atingiu 80% da meta de redução de carbono prevista para 2030. A diretora de turismo de Helsinque, Nina Vesterinen, afirma que a transparência é um princípio essencial nas ações de sustentabilidade da cidade. Segundo ela, o compromisso precisa ir além do marketing verde, atendendo às exigências da União Europeia para que as alegações ambientais sejam confiáveis e verificáveis. Por isso, índices e certificações internacionais têm papel fundamental nesse processo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="624" height="351" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/11/image-1.png" alt="" class="wp-image-4220"/><figcaption class="wp-element-caption">Gotemburgo, Suécia. Fonte: BBC. </figcaption></figure>



<p>Em uma entrevista recente, Vesterinen ressalta ainda que o objetivo é promover o turismo levando em conta todas as dimensões da sustentabilidade, reduzindo impactos negativos e ampliando os positivos. A meta, segundo ela, é que Helsinque seja um lugar ainda melhor quando o visitante vai embora do que era antes de ele chegar.</p>



<p>O anúncio vem pouco depois de a cidade divulgar o plano de proteger 10% de sua área terrestre e marítima até 2038. A Europa também se destaca no panorama global, com três quartos das cidades da lista localizadas no continente. Fora da Europa, quatro destinos asiáticos aparecem no ranking : Cingapura (13º), Goyang, na Coreia do Sul (15º), Songkhla, na Tailândia (28º) e Kumamoto, no Japão (33º), além de três cidades canadenses, Montreal (20º), Cidade de Quebec (23º) e Victoria (27º), e três australianas, Melbourne (11º), Brisbane (16º) e Sydney (25º).</p>



<p>O Reino Unido também marca presença entre as 40 primeiras posições, com Glasgow em quinto lugar, Belfast em nono e Manchester em 35º. Glasgow se destaca por gerar 97% da sua eletricidade a partir de fontes renováveis, estar próxima de atingir sua meta de carbono para 2030 e contar com 100% de seus espaços de eventos certificados em sustentabilidade.</p>



<p>Nenhum país da América Latina aparece na lista, o que reforça a urgência de colocar o tema da sustentabilidade no centro das discussões. O fato de o Brasil sediar a COP 30 é uma oportunidade única para mudar esse cenário. O evento pode ser o ponto de partida para que o país e seus vizinhos avancem em políticas públicas, práticas empresariais e iniciativas locais que tornem o turismo mais responsável e ambientalmente equilibrado. É o momento de transformar o discurso em ação e trabalhar para que, no futuro, cidades brasileiras também figurem entre os destinos mais sustentáveis do mundo.</p>



<p>Escrito por<strong><em> Rodrigo Ribeiro</em></strong>, Marketing na SMI. </p>
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		<title>Era da dopamina, nós estamos viciados em rolar a tela</title>
		<link>https://smilatam.net/era-da-dopamina-nos-estamos-viciados-em-rolar-a-tela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 13:33:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos cada vez mais viciados em conteúdos online rápidos e acelerados. Tudo é curto, cheio de estímulos — sons, cores, textos — e nosso cérebro recebe tantas informações ao mesmo tempo que fica difícil saber o que realmente será absorvido. Enquanto você avança os stories no Instagram, chega a notificação do TikTok avisando que a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estamos cada vez mais viciados em conteúdos online rápidos e acelerados. Tudo é curto, cheio de estímulos — sons, cores, textos — e nosso cérebro recebe tantas informações ao mesmo tempo que fica difícil saber o que realmente será absorvido.</p>



<p>Enquanto você avança os stories no Instagram, chega a notificação do TikTok avisando que a influenciadora postou um novo vídeo. Ao mesmo tempo, o grupo do WhatsApp não para de falar e o X envia recomendações de posts com base no seu perfil. Já reparou como é possível passar horas rolando o feed sem nem perceber o tempo passar? Uma notificação aqui, um vídeo rápido ali e, quando se dá conta, já é madrugada. Isso é o que muitos especialistas chamam de Era da Dopamina.</p>



<p>A dopamina é um neurotransmissor conhecido como o &#8220;mensageiro do prazer&#8221;. É ela que nos proporciona aquela sensação boa depois de comer algo delicioso, concluir uma tarefa ou receber um elogio. Um cérebro acostumado a doses constantes de dopamina passa a buscar prazer o tempo todo, de maneira rápida e imediata. Quanto mais consumimos conteúdos curtos e ágeis, mais difícil se torna ter paciência para conteúdos longos e profundos, que começam a parecer entediantes.</p>



<p>A psiquiatra <a href="https://www.annalembke.com/">Anna Lembke</a>, autora do livro <em>Nação Dopamina</em>, compara a internet e as redes sociais a uma verdadeira droga. Segundo ela, cada curtida e cada notificação funciona como um pequeno pico que faz nosso cérebro desejar mais. Em alguns casos, essa dependência pode ser tão séria quanto o vício em álcool ou até mesmo em outras drogas.</p>



<p>De acordo com a <a href="https://www.honest-broker.com/p/the-state-of-the-culture-2024">The Honest Broker</a>, o setor que mais cresce na economia cultural é o da distração, e vale lembrar que entretenimento e distração não são a mesma coisa. Consumimos tantas coisas ao mesmo tempo que, no fim, não conseguimos nomear nada do que vimos. Tudo soa como tempo perdido.</p>



<p>Em vez de filmes, os usuários recebem uma sequência infinita de vídeos de 15 segundos. Em vez de músicas inteiras, ouvem apenas trechos curtos, muitas vezes acompanhados por esses vídeos rápidos. Não à toa, já existem diversas músicas lançadas diretamente para o TikTok, com duração de apenas um minuto ou um minuto e meio, feitas para gravar, viralizar e logo serem substituídas pela próxima tendência.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1456" height="835" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-12.png" alt="" class="wp-image-3788" style="width:766px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Ted Gioia / The Honest Broker.</figcaption></figure>



<p>Quando estamos viciados em dopamina, a busca por prazer rápido acaba diminuindo o prazer em outras experiências. Tudo o que não é acelerado ou altamente estimulado perde a graça, e acabamos ficando mais entediados, distraídos e menos criativos. O Relatório Mundial da Felicidade entrevistou 150 mil pessoas em 26 países e descobriu que os Estados Unidos e outros países tecnologicamente avançados estão sofrendo um declínio significativo na felicidade.</p>



<p>Anna Lembke recomenda até um jejum de dopamina, ou seja, ficar algumas semanas longe das redes sociais para que o cérebro retome seu equilíbrio natural. Não se trata de cortar completamente o uso das telas, mas de aprender a equilibrar seu consumo no dia a dia.</p>



<p>As reflexões sobre vício e distração já impactam negativamente o mercado de entretenimento, como no cinema e na televisão. Até a Disney, uma das maiores referências mundiais do setor, enfrenta crises. Na música, alguns artistas chegam a se tornar mais valorizados depois de mortos do que quando vivos, justamente por conta da viralização.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1600" height="900" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-14.png" alt="" class="wp-image-3793" style="width:785px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: FreePik.</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que acontece quando damos um tempo das redes</strong></h2>



<p>A <a href="https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/veja-o-que-acontece-com-seu-cerebro-quando-voce-faz-uma-pausa-nas-redes-sociais">National Geographic Brasil</a> trouxe estudos que mostram o efeito imediato de uma pausa. Em um deles, adolescentes que ficaram apenas três dias sem redes sociais relataram melhora na autoestima e menos preocupação com a aparência. Outro estudo revelou que limitar o uso a 30 minutos por dia já foi suficiente para melhorar o sono e reduzir o estresse.</p>



<p>O caminho para a felicidade autêntica não está em abolir a dopamina, mas em equilibrá-la de forma consciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os impactos na infância</strong></h2>



<p>Como já mencionamos, o vício em redes sociais pode ser comparado ao vício em álcool e drogas. De acordo com uma pesquisa realizada por Júlia Khoury, da UFMG, crianças e adolescentes muito expostos às telas podem desenvolver nomofobia, uma condição que causa medo irracional de ficar sem o celular ou tablet.</p>



<p>&#8220;A gente percebe uma alteração no comportamento da criança. Ela se torna mais irritadiça, agressiva, e apresenta problemas de concentração e aprendizado. Os pais devem ficar atentos a esses sinais e limitar o uso&#8221;, disse Júlia em um podcast para o <a href="https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2025/02/14/dependencia-de-celulares-pelas-criancas-e-semelhante-ao-vicio-em-drogas-alerta-especialista.ghtml">g1</a>.</p>



<p>Pesquisas indicam que a infância está se transformando. Antes marcada por brincadeiras, hoje ela é dominada por telas. O psicólogo Jonathan Haidt chama esse fenômeno de &#8220;grande reconfiguração da infância&#8221;. Dados da UFSC mostram que crianças expostas às telas durante a noite consomem menos alimentos saudáveis e ingerem mais ultraprocessados, o que favorece a obesidade. </p>



<p>A exposição excessiva também reduz as conversas com os pais e está associada a sono ruim, miopia, nomofobia e à síndrome do toque fantasma, condição psicológica em que a pessoa sente, por engano, que o celular está vibrando ou recebendo uma notificação.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-13.png" alt="" class="wp-image-3791" style="width:736px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Getty Images.</figcaption></figure>



<p>Vivemos em uma era em que nossa atenção é um dos bens mais valiosos. As redes sociais sabem disso e fazem de tudo para nos manter conectados. Mas a escolha final ainda é nossa. Com limites digitais, pausas estratégicas e o resgate de conexões reais, podemos reativar o poder da nossa atenção e retomar o controle das doses de dopamina.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing Analyst na SMI.</em></p>



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		<title>Nós precisamos de um hobby para viver melhor!</title>
		<link>https://smilatam.net/por-que-a-gente-precisa-de-um-hobby-para-viver-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 14:02:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Wellness]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos em um mundo onde a agenda está sempre lotada: trabalho, estudos, treinos, cuidados com a casa, os prazos apertados e as mensagens que não param de chegar. O ritmo está acelerado e é difícil desconectar das obrigações até nos dias de folga, a cobrança interna muitas vezes pesa mais do que a cobrança do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vivemos em um mundo onde a agenda está sempre lotada: trabalho, estudos, treinos, cuidados com a casa, os prazos apertados e as mensagens que não param de chegar. O ritmo está acelerado e é difícil desconectar das obrigações até nos dias de folga, a cobrança interna muitas vezes pesa mais do que a cobrança do outro sobre nós, seja na entrega daquele projeto ou na constância na academia. No meio dessa rotina cheia de compromissos, as pessoas sentem que não sobra tempo para si mesmas.</p>



<p>Muitas vezes, quando finalmente surge uma pausa, a tentação é descansar no sofá ou passar horas nas redes sociais. E é nesse cenário que os hobbies ganham importância! Mais do que passatempos, são válvulas de escape que nos ajudam a respirar, recuperar energia e encontrar equilíbrio. Ter um hobby é abrir espaço para atividades que trazem prazer, motivação e a sensação de realização pessoal, você não precisa ser o melhor no seu hobby favorito.</p>



<p>Não podemos simplesmente emendar uma tarefa na outra e esperar pelo final de semana para viver. As pequenas pausas também são importantes e não precisam ocupar um dia inteiro da sua agenda. Quanto mais momentos dedicados a si mesmo ao longo da semana, mais leve e equilibrado se torna o dia a dia.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@mariana.miiranda/video/7314810004958153990" data-video-id="7314810004958153990" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@mariana.miiranda" href="https://www.tiktok.com/@mariana.miiranda?refer=embed">@mariana.miiranda</a> <p>esse vídeo é um sinal para você se reunir com suas amigas e pintar taças!🩷💐 <a title="confraternização" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/confraterniza%C3%A7%C3%A3o?refer=embed">#confraternização</a> <a title="amigas" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/amigas?refer=embed">#amigas</a> <a title="pintandotaças" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/pintandota%C3%A7as?refer=embed">#pintandotaças</a> <a title="grupodeamigas" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/grupodeamigas?refer=embed">#grupodeamigas</a> <a title="confraternizacaodogrupo" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/confraternizacaodogrupo?refer=embed">#confraternizacaodogrupo</a> <a title="fy" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/fy?refer=embed">#fy</a> <a title="fyp" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/fyp?refer=embed">#fyp</a> </p> <a target="_blank" title="♬ Unwritten - Natasha Bedingfield" href="https://www.tiktok.com/music/Unwritten-6927704121047549953?refer=embed">♬ Unwritten &#8211; Natasha Bedingfield</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
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<p>Ao dedicar algumas horas da semana a algo que amamos, damos à mente a oportunidade de desacelerar, aliviar o estresse e experimentar uma satisfação que vai além da rotina. Além do relaxamento, os hobbies estimulam a criatividade, fortalecem as relações sociais e despertam novas habilidades. Atividades artísticas, como desenhar ou fotografar, despertam um olhar mais sensível; esportes e dança ensinam disciplina e superação. Até mesmo observar o entorno e se conectar com a natureza traz leveza ao dia a dia , ao invés de correr na esteira, por que não aproveitar uma manhã ensolarada no parque da cidade?</p>



<p>Hobbies conectam pessoas, seja em aulas, oficinas ou até em comunidades online, eles criam oportunidades de compartilhar experiências e fazer novas amizades, algo precioso em tempos em que a rotina pode nos isolar. </p>



<p>A <a href="https://desligueamente.com.br/">Desligue A Mente</a>, por exemplo, é um espaço criado para aulas e cursos de atividades manuais em São Paulo, com o intuito de relaxar a mente através da arte, a proposta das fundadoras é desconectar do mundo para se conectar em si mesmo. Com diferentes opções de aulas, a D.A.M oferece atividades com cerâmica, linha e agulha, porcelana, modelagem e muito mais. </p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1920" height="1920" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-8.png" alt="" class="wp-image-3769" style="width:681px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Divulgação CasaCor.</figcaption></figure>



<p>Um estudo recente publicado na <a href="https://academic.oup.com/pnasnexus/article/4/6/pgaf156/8159305" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PNAS Nexus</a>, surpreendeu ao mostrar que o ser humano procrastina até os prazeres da vida, deixando para depois o encontro com um amigo, a leitura de um livro com mais páginas e até mesmo o dia de usar aquela roupa mais cara em uma &#8220;oportunidade melhor&#8221;, o estudo também aponta que quanto mais adiamos algo, maior a probabilidade de continuar procrastinando.</p>



<p>&#8220;<em>Nós procrastinamos não por causa do custo ou da dificuldade de fazer algo, mas porque queremos maximizar o prazer e a singularidade quando isso acontece.</em>&#8221; &#8211; Diz &nbsp;<a href="https://www.chicagobooth.edu/faculty/directory/o/ed-o-brien" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ed O&#8217;Brien</a>&nbsp;, autor do estudo e professor associado de ciência comportamental na Booth School of Business da Universidade de Chicago.</p>



<p>Ao acreditar que o melhor momento só virá depois, corremos o risco de nunca começar aquilo que poderia nos fazer tão bem hoje, esperando por uma ocasião que talvez nunca aconteça. O prazer do dia a dia pode estar justamente nas atividades que tanto adiamos.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="853" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-10.png" alt="" class="wp-image-3773" style="width:730px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Gazeta do Povo.</figcaption></figure>



<p>Em um mundo tão acelerado, reservar tempo para um hobby é um lembrete de que cuidar de si mesmo deve ser prioridade. Afinal, é nesses momentos de descontração que encontramos inspiração, renovamos energia e até descobrimos novas perspectivas para enfrentar os desafios da vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Algumas sugestões de novos hobbies fora das telas para começar ainda em 2025!</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">🏺 Oficina de cerâmica em grupo</p>



<p class="has-text-align-center"> 🎨 Pintura em tela com degustação de vinhos</p>



<p class="has-text-align-center">🍽️ Jantar com aula de gastronomia</p>



<p class="has-text-align-center">🧗🏻‍♂️ Escalada indoor</p>



<p class="has-text-align-center">🏸Aula de squash</p>



<p class="has-text-align-center"> 🚪Oficina de marcenaria</p>



<p class="has-text-align-center">🧘🏻‍♀️Aulas de yoga em sala aquecida</p>



<p class="has-text-align-center">🃏 Jogos presenciais que explorem narrativas colaborativas e estratégias em grupo</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing Analyst na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>Trilhando o luxo nos trens noturnos da Europa</title>
		<link>https://smilatam.net/trilhando-o-luxo-nos-trens-noturnos-da-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 19:59:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência de viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Trem]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viajar de trem pela Europa sempre teve um charme especial, mas nos últimos anos ganhou ainda mais destaque. Além de ser uma alternativa sustentável e prática para se deslocar entre cidades e países, os trens noturnos de luxo estão oferecendo experiências que unem conforto, paisagens inesquecíveis e um toque de nostalgia. Depois de um período [&#8230;]</p>
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<p>Viajar de trem pela Europa sempre teve um charme especial, mas nos últimos anos ganhou ainda mais destaque. Além de ser uma alternativa sustentável e prática para se deslocar entre cidades e países, os trens noturnos de luxo estão oferecendo experiências que unem conforto, paisagens inesquecíveis e um toque de nostalgia.</p>



<p>Depois de um período de declínio, os <em>sleeper trains</em> voltaram a conquistar os viajantes. Companhias ferroviárias europeias estão investindo em novas rotas e cabines modernas, combinando a praticidade de atravessar fronteiras durante a noite com a oportunidade de acordar em um novo destino.</p>



<p>De Viena a Paris, Zurique a Praga ou Munique a Roma: além da mobilidade, o viajante tem a oportunidade de aproveitar um trajeto muito mais contemplativo.</p>



<p>Há os trens que transformam o simples ato de se deslocar em uma verdadeira experiência de luxo. O <a href="https://www.belmond.com/pt-br/trains/europe/venice-simplon-orient-express/?srsltid=AfmBOorSwwE_DMC9NViQfe1x6tn-66EzWD_cf-hCaTBIwCz5ppKp8kVo">Venice Simplon-Orient-Express</a> é um grande exemplo que oferece cabines refinadas, gastronomia de alto nível e até jantar black-tie.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1600" height="1067" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image.png" alt="" class="wp-image-3738" style="width:807px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">The Venice Simplon-Orient-Express. Foto: Ludovic Balay/Belmond</figcaption></figure>



<p>Em uma rota exclusiva operada somente uma vez neste ano pelo Venice, o trajeto de Paris, na França até Portofino, na Riviera Italiana, encantou os viajantes com champagne ao partir e croissants ao nascer do sol sob a vista do Mediterrâneo, após a parada noturna para um descanso tranquilo. O restante da viagem foi com vista para o oceano, praias e palmeiras, terminando com duas noites em um hotel luxuoso em Portofino, com vista para a baía.</p>



<p>As linhas de <a href="https://www.sj.no/en/strekning/dovrebanen-2/">Dovre</a> e <a href="https://www.sj.no/en/strekning/nordlandsbanen-2/">Nordland</a>, na Noruega, também oferecem muitas vistas deslumbrantes, como o sol da meia-noite, para quem viaja em meados de maio e meados&nbsp;de julho quando o trem passa pelo Lago Mjøsa,&nbsp;e a travessia pelo Parque Nacional Dovrefjell – Sunndalsfjella, onde o viajante tem a oportunidade de avistar bois-almiscarados, montanhas e a natureza selvagem do parque.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="539" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-2.png" alt="" class="wp-image-3741" style="width:872px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Bois-Almiscarados. Foto: Visit Norway, Fredrik Ahlsen – Maverix.</figcaption></figure>



<p>Já o <a href="https://glacierexpress.ch/en">Glacier Express</a>, apesar de não ser um trem-leito, é uma das rotas de trem mais encantadoras do mundo, percorrendo lentamente por 8 horas, de Zermatt a St. Moritz, na Suíça, no caminho percorre os Alpes Suíços, o grande atrativo é a viagem contemplativa.</p>



<p>Todos os vagões de passageiros contam com janelas panorâmicas que se estendem até parte do teto, para garantir que ninguém perca qualquer detalhe da paisagem. Na Excellence Class, os viajantes podem desfrutar da gastronomia mais premium, concierge, guia e um bar exclusivo.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="720" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-1.png" alt="" class="wp-image-3739" style="width:848px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Glacier Express. Foto: Divulgação.</figcaption></figure>



<p>A malha ferroviária da Europa é extensa e conecta desde grandes capitais até pequenas cidades históricas, permitindo montar roteiros personalizados. </p>



<p>Muitos trajetos oferecem bilhetes comuns com boa relação custo-benefício, especialmente se comprados com antecedência, enquanto os trens de luxo e noturnos exigem reservas antecipadas e maior planejamento financeiro, devido aos altos custos e alta demanda.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing Analyst na SMI.</em></p>



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