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	<title>SMI</title>
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	<description>Somos uma empresa de desenvolvimento de vendas e marketing especializada na indústria de viagens que fornece soluções integradas para potencializar as operações da sua agência. Conheça os nossos serviços.</description>
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	<title>SMI</title>
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		<title>Por que viajar nos deixa mais criativos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 19:11:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viajar muda o cenário, mas também muda a quantidade de coisas que precisamos observar e descobrir. Encontramos outras formas de viver, experimentamos novos hábitos e somos colocados diante de situações para as quais não temos respostas prontas, e é essa combinação que ajuda a entender por que uma viagem pode ter efeitos sobre a criatividade. [&#8230;]</p>
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<p>Viajar muda o cenário, mas também muda a quantidade de coisas que precisamos observar e descobrir. Encontramos outras formas de viver, experimentamos novos hábitos e somos colocados diante de situações para as quais não temos respostas prontas, e é essa combinação que ajuda a entender por que uma viagem pode ter efeitos sobre a criatividade.</p>



<p>A rotina economiza energia, nós já sabemos qual caminho fazer, onde comprar um café, como funciona o nosso trabalho e o que esperar de boa parte do dia. Nem precisamos prestar tanta atenção para realizar tarefas que já conhecemos e em uma viagem, isso muda, pequenas coisas exigem mais atenção: entender uma placa em outro idioma, descobrir como funciona o transporte, escolher um restaurante sem conhecer a região ou encontrar um caminho diferente para chegar a algum lugar, a quantidade de novidades aumenta e, também, a necessidade de observar e tomar decisões.</p>



<p>É um dos pontos destacados pelo psicólogo Igor Henrique, professor da <a href="https://www.unit.br/">Universidade Tiradentes</a> (Unit). Segundo ele, viajar interrompe o funcionamento automático que costuma dominar a rotina e amplia o repertório a partir do contato com outras pessoas, espaços e formas de enxergar o mundo. Isso não significa que qualquer viagem vá automaticamente nos tornar mais criativos, mas ajuda a explicar por que mudar de ambiente pode abrir espaço para novas associações.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/08/pexels-vinixhc-19798307-1-1-560x493.jpg" alt="" class="wp-image-4867"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Uma viagem pode colocar lado a lado coisas que dificilmente apareceriam juntas na rotina: uma arquitetura que chama atenção, uma exposição, uma conversa com alguém de outra cultura, um prato desconhecido, uma paisagem ou uma maneira diferente de organizar a vida cotidiana. Quando entramos em contato com essas experiências, descobrimos que muitas coisas que pareciam óbvias são, na verdade, apenas uma das possibilidades.</p>



<p>A <a href="https://www.nationalgeographicbrasil.com/">National Geographic</a> também fala que que experiências em lugares novos podem aumentar atenção, energia e foco, enquanto pesquisas anteriores relacionam a adaptação a culturas estrangeiras com a criatividade. O ponto mais interessante é que não basta apenas estar fisicamente em outro lugar, o envolvimento com aquilo que estamos vivendo parece importar bastante.</p>



<p>Viajar para outro lugar, por si só, não significa necessariamente ampliar a forma como pensamos, o que muda a experiência é quando existe contato de verdade com o lugar e com as pessoas que vivem ali, pesquisas sobre experiências multiculturais apontam que o contato mais ativo com outras culturas tem uma relação maior com a criatividade do que apenas estar exposto a elas.</p>



<p>Uma reportagem da National Geographic Brasil também reúne pesquisas que associam o planejamento de uma viagem a benefícios para o bem-estar, um dos motivos apontados é a combinação entre aquilo que conseguimos imaginar e a dose de novidade e incerteza que ainda existe. Sabemos algumas coisas sobre a viagem, mas não sabemos exatamente como será aquela rua, aquele restaurante ou o que vai acontecer entre um ponto e outro do roteiro.</p>



<p>Durante as férias estamos fazendo menos daquilo que fazemos todos os dias e afastar-se temporariamente das demandas do trabalho e da rotina pode reduzir a quantidade de estímulos e preocupações competindo pela nossa atenção. Em vez de responder mensagens, resolver problemas e cumprir horários, temos mais momentos para observar, caminhar, conversar e ficar sem fazer nada. Uma rua que nunca vimos antes oferece muito mais informação para o cérebro processar do que o caminho que fazemos todos os dias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A viagem continua depois que acaba</strong></h2>



<p>Em um estudo publicado em 2025 na <em><a href="https://www.tmstudies.net/index.php/ectms">Tourism Management</a></em>, Lujun Su, Xiushan Wang e Songshan Huang analisaram sobre a maneira como as pessoas compartilham suas experiências de viagem. O resultado mostrou que falar sobre uma viagem a partir dos desejos, possibilidades e significados da experiência foi mais eficaz para estimular a criatividade do que focar apenas em aspectos práticos, como o que fazer ou como organizar a viagem.</p>



<p>Os pesquisadores identificaram também que falar sobre o que uma experiência despertou em nós pode fazer mais do que recontar o roteiro, é aonde o repertório continua, uma viagem pode deixar referências que continuam aparecendo muito tempo depois que ela termina.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/08/image-8-560x493.png" alt="" class="wp-image-4868"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



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<p><em>Por<strong> Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI.</em></p>
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		<title>O segmento wellness também está crescendo entre o turismo!</title>
		<link>https://smilatam.net/o-segmento-wellness-tambem-esta-crescendo-entre-o-turismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 18:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O turismo wellness foi tema de uma entrevista especial concedida pelo Igor Romeu, nosso CMO da SMI, ao portal Metrópoles, em uma análise sobre como o bem-estar vem ganhando espaço nas escolhas dos viajantes e influenciando a forma como hotéis e destinos desenvolvem suas experiências. Na conversa, Igor destacou que esse movimento está diretamente relacionado [&#8230;]</p>
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<p>O turismo wellness foi tema de uma entrevista especial concedida pelo <strong>Igor Romeu, nosso CMO da SMI, </strong>ao portal <em><a href="https://www.metropoles.com/vida-e-estilo/turismo/turismo-wellness">Metrópoles</a></em>, em uma análise sobre como o bem-estar vem ganhando espaço nas escolhas dos viajantes e influenciando a forma como hotéis e destinos desenvolvem suas experiências.</p>



<p>Na conversa, Igor destacou que esse movimento está diretamente relacionado às mudanças na rotina contemporânea. “Somos uma sociedade hiperconectada, com excesso de estímulos mentais e altos níveis de estresse”, explica. Para ele, o crescimento do turismo wellness responde a uma necessidade cada vez mais presente: encontrar espaços e experiências que contribuam para o equilíbrio físico e emocional durante as viagens.</p>



<p>O segmento reúne experiências relacionadas ao bem-estar, como tratamentos terapêuticos, contato com a natureza, gastronomia equilibrada, práticas de relaxamento e atividades ao ar livre. Porém, segundo Igor, desenvolver esse tipo de turismo exige uma visão mais ampla do que apenas oferecer serviços dentro de uma hospedagem.</p>



<p>Um dos principais desafios está na construção de experiências integradas. O turismo wellness envolve diferentes áreas, como saúde, arquitetura, engenharia e hotelaria, criando uma combinação de conhecimentos para desenvolver ambientes realmente voltados ao bem-estar. Como a biofilia, conceito que busca aproximar espaços construídos da natureza e considera como elementos do ambiente podem influenciar a experiência do viajante.</p>



<p>Um exemplo desse movimento é o <a href="https://www.designhotels.com/hotels/colombia/medellin/wake-biohotel/">Wake BioHotel</a>, em Medellín, na Colômbia, integrante da curadoria da <a href="https://www.designhotels.com/">Design Hotels™</a>. A propriedade traz a conexão entre design, ciência do bem-estar e natureza, incorporando elementos como iluminação natural, materiais naturais, espaços verdes e experiências voltadas à recuperação física e mental. O hotel também reúne terapias de longevidade, yoga, saunas, piscina wellness, programas personalizados de saúde e uma gastronomia baseada em ingredientes locais e funcionais.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/07/image-560x493.png" alt="" class="wp-image-4791"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Design Hotels &#8211; WakeBio Hotel.</figcaption></figure>



<p>O projeto representa um ambiente que não é somente o cenário da estadia e participa ativamente da experiência do viajante, essa visão está alinhada ao conceito defendido pelo Igor, em que o turismo wellness depende de uma combinação de diferentes áreas para criar espaços que favoreçam o descanso, a recuperação e a qualidade de vida.</p>



<p>Segundo Igor, uma viagem não começa no check-in, mas no momento em que o viajante sai de casa, passa pelo aeroporto e segue até a acomodação escolhida. Por isso, destinos que investem em ambientes mais tranquilos, áreas verdes e soluções de mobilidade mais sustentáveis já criam uma experiência mais alinhada ao conceito de wellness.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/07/image-2-560x493.png" alt="" class="wp-image-4793"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Design Hotels &#8211; WakeBio Hotel.</figcaption></figure>



<p>Alguns dos principais aeroportos do mundo já adotam medidas para reduzir estímulos e melhorar a passagem dos passageiros, como a diminuição de anúncios sonoros e a criação de espaços verdes. Da mesma forma, cidades que trabalham para reduzir ruídos, melhorar o transporte público e preservar áreas naturais contribuem para uma experiência mais equilibrada.</p>



<p>A preservação dos destinos também se tornou uma parte importante desse movimento. Para Igor, regiões pequenas, ilhas e locais remotos precisam evitar o turismo predatório e considerar a capacidade de receber visitantes sem comprometer seus recursos naturais. “Bem-estar não combina com superlotação, com poluição e depredação do meio ambiente”, destaca.</p>



<p>Apesar do crescimento do segmento, existe também o desafio de evitar que o turismo wellness seja associado apenas a experiências exclusivas e de alto custo. Embora algumas propriedades ofereçam programas completos com especialistas de diferentes áreas, o conceito também pode estar presente em experiências mais simples, como banho de floresta, meditação, gastronomia local, contato com a natureza e atividades realizadas em pequenas comunidades.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="422" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/07/image-1-422x493.png" alt="" class="wp-image-4792"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Essa característica abre oportunidades para hotéis boutique, pousadas, fazendas e empreendedores locais. Esses ambientes têm grande potencial para desenvolver experiências wellness por oferecerem uma relação mais próxima com o território, com serviços personalizados e maior conexão com a natureza. Muitas dessas experiências também resgatam práticas que aproximam o viajante do ambiente ao redor, como caminhar em áreas naturais, consumir alimentos produzidos localmente e valorizar conhecimentos tradicionais. Para o setor, esse movimento cria oportunidades econômicas para comunidades e estimula modelos de turismo mais sustentáveis.</p>



<p>Outro desafio do segmento é entender como medir seus resultados. Já existem ferramentas capazes de avaliar mudanças relacionadas ao bem-estar, como a escala WHO-5, da Organização Mundial da Saúde, aplicada antes e depois de uma experiência. Tecnologias como relógios e outros dispositivos vestíveis também podem acompanhar indicadores como qualidade do sono e níveis de estresse.</p>



<p>Com a integração entre hospitalidade, saúde, natureza e tecnologia, o turismo wellness amplia os critérios utilizados pelos viajantes na escolha de um destino. O bem-estar passa a fazer parte de diferentes etapas da experiência, desde o planejamento até o retorno para casa, influenciando a forma como hotéis e destinos desenvolvem seus serviços.</p>



<p><strong><a href="https://www.metropoles.com/vida-e-estilo/turismo/turismo-wellness">Confira aqui</a></strong> a matéria na íntegra do Metrópoles.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong>&#8211; Marketing na SMI.</em></p>



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		<title>Turismo de ancestralidade é tendência no turismo este ano</title>
		<link>https://smilatam.net/turismo-de-ancestralidade-e-tendencia-no-turismo-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:39:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Também conhecido como turismo de raízes ou heritage travel, o turismo de ancestralidade reúne viajantes interessados em conhecer os lugares que fazem parte de sua história familiar. O objetivo é compreender a trajetória de antepassados, explorar comunidades de origem, acessar registros históricos e estabelecer conexões com tradições que ajudaram a formar sua identidade. Embora esse [&#8230;]</p>
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<p>Também conhecido como turismo de raízes ou <em>heritage travel</em>, o turismo de ancestralidade reúne viajantes interessados em conhecer os lugares que fazem parte de sua história familiar. O objetivo é compreender a trajetória de antepassados, explorar comunidades de origem, acessar registros históricos e estabelecer conexões com tradições que ajudaram a formar sua identidade.</p>



<p>Embora esse tipo de viagem exista há décadas, a popularização de plataformas de genealogia, testes de DNA e arquivos digitalizados ampliou o interesse por experiências ligadas às origens familiares, e como resultado, o turismo de ancestralidade deixou de ser um nicho restrito à pesquisa genealógica e passou a ocupar espaço nas estratégias de destinos e empresas do setor turístico.</p>



<p>O crescimento do turismo de ancestralidade está diretamente relacionado aos grandes fluxos migratórios que marcaram os séculos XIX e XX. Milhões de pessoas deixaram seus países de origem e formaram comunidades em diferentes partes do mundo e hoje, seus descendentes representam um público interessado em reconstruir essas trajetórias por meio das viagens.</p>



<p>A Itália é um dos exemplos mais fortes desse movimento, o governo desenvolveu programas específicos para atrair descendentes de italianos espalhados pelo mundo, estimados entre 70 e 80 milhões de pessoas. Entre as iniciativas está o projeto Italea, criado para auxiliar viajantes na busca por documentos, cidades de origem e experiências ligadas à história familiar. Dados divulgados pelo Ministério das Relações Exteriores da Itália indicam que o turismo de raízes movimentou cerca de 5 bilhões de euros em 2024, com expectativa de ainda mais crescimento nos próximos anos.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/06/image-5-560x493.png" alt="" class="wp-image-4767"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Adventure Club.</figcaption></figure>



<p>Além da Itália, países como Irlanda, Escócia e China também investem em programas voltados às suas origens. Em muitos casos, a visita ao local de origem é combinada com atividades culturais, encontros com comunidades locais, pesquisas em arquivos históricos e roteiros por pequenas cidades que normalmente ficam fora dos circuitos turísticos tradicionais.</p>



<p>No Brasil, esse tipo de turismo ainda é um segmento em desenvolvimento, mas apresenta grande potencial, já que a formação da população brasileira está ligada a sucessivas ondas migratórias, incluindo portugueses, italianos, alemães, japoneses, árabes e diversos outros grupos que deixaram marcas culturais em diferentes regiões do país.</p>



<p>Cidades do Sul e do Sudeste já recebem visitantes interessados em compreender a história de suas famílias por meio de museus, centros de memória, igrejas, cemitérios históricos e comunidades que preservam costumes trazidos por imigrantes. Segundo reportagens recentes sobre o tema, a procura por viagens relacionadas à ancestralidade vem crescendo, impulsionada principalmente pelo acesso facilitado a pesquisas genealógicas e registros familiares.</p>



<p>Há também um interesse crescente por experiências ligadas à ancestralidade afro-brasileira e indígena, que permitem compreender processos históricos fundamentais para a formação do país. Assim, a viagem funciona como uma ferramenta de aprendizado sobre heranças culturais, deslocamentos populacionais e construção de identidades coletivas.</p>



<p>O turismo de ancestralidade costuma ter uma dinâmica diferente dos roteiros tradicionais, em vez de focar nos principais pontos turísticos, muitos viajantes priorizam pequenas localidades, arquivos públicos, igrejas, associações culturais e espaços que ajudam a reconstruir histórias familiares.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/06/pexels-antonio-lorenzana-bermejo-353570724-14423702-560x493.jpg" alt="" class="wp-image-4768"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Essa característica produz efeitos relevantes para os destinos: Municípios de menor porte, muitas vezes fora dos grandes fluxos turísticos, passam a receber visitantes interessados em permanecer mais tempo, consumir serviços locais e estabelecer conexões com a comunidade. Por isso, diversos especialistas consideram o turismo de raízes uma oportunidade para promover desenvolvimento regional e valorizar patrimônios culturais que nem sempre recebem destaque nos roteiros convencionais.</p>



<p>Relatórios de tendências para o setor de viagens apontam que o <em>ancestry travel</em> está entre os segmentos em expansão, especialmente em mercados com forte presença de comunidades descendentes de imigrantes. O interesse por genealogia, identidade cultural e histórias familiares tem transformado a ancestralidade em um dos elementos que influenciam a escolha de destinos.</p>



<p>Nesse contexto, o turismo de raízes deixa de ser só uma viagem para olhar para trás e passa a ser uma forma de entender como as famílias se espalharam pelo mundo, manter vivas histórias que atravessam gerações e criar uma ligação mais concreta com lugares que seguem fazendo parte da trajetória de quem viaja, mesmo quando isso tudo já aconteceu há muito tempo.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI</em></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>A nostalgia de quando tudo não era tão perfeito</title>
		<link>https://smilatam.net/a-nostalgia-de-quando-tudo-nao-era-tao-perfeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por muito tempo, a internet vendeu a ideia de evolução constante: câmeras melhores, feeds mais organizados, estéticas mais limpas, vídeos mais produzidos e algoritmos cada vez melhores em prever exatamente o que as pessoas querem consumir. Mas, no meio dessa corrida pela perfeição digital, uma tendência começou a aparecer quase como um efeito rebote: a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por muito tempo, a internet vendeu a ideia de evolução constante: câmeras melhores, feeds mais organizados, estéticas mais limpas, vídeos mais produzidos e algoritmos cada vez melhores em prever exatamente o que as pessoas querem consumir. Mas, no meio dessa corrida pela perfeição digital, uma tendência começou a aparecer quase como um efeito rebote: a nostalgia virou linguagem cultural.</p>



<p>Não é apenas a volta dos anos 2000, das câmeras digitais ou dos filtros com flash estourado. A nostalgia atual funciona mais como uma reação coletiva ao excesso, depois de anos de hiperprodução estética, produtividade performática e conteúdo cuidadosamente calculado, começou a surgir um interesse crescente por tudo aquilo que parece mais espontâneo, imperfeito e humano.</p>



<p>Isso ajuda a explicar o retorno de elementos que, até pouco tempo atrás, eram considerados ultrapassados: fotos com efeito &#8220;retrô&#8221;, interfaces antigas, blogs pessoais, fontes exageradas, emojis em excesso, vídeos tremidos, layouts maximalistas e tecnologias que pareciam enterradas pela evolução digital. O apelo não está necessariamente no objeto em si, mas na sensação que ele transmite.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/05/image-8-500x493.png" alt="" class="wp-image-4725"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Parte desse movimento vem de um cansaço evidente da internet atual. As redes sociais passaram anos incentivando uma estética extremamente polida, onde tudo precisava parecer aspiracional e <em>aesthetic</em>. Casas impecáveis, rotinas organizadas, feeds monocromáticos e vídeos editados milimetricamente. Como resposta a essa saturação de perfeição, cresceu o interesse por uma estética mais caótica, afetiva e menos filtrada. E ao mesmo tempo, existe uma busca cada vez maior por conforto emocional, em períodos marcados por instabilidade econômica, excesso de informação e mudanças rápidas demais, o passado passa a oferecer familiaridade. A nostalgia funciona quase como um porto seguro cultural em um ambiente digital que muda o tempo inteiro.</p>



<p>Esse comportamento também ajuda a explicar por que tantas tendências antigas retornam cada vez mais rápido. A internet acelerou o consumo a tal ponto que décadas inteiras podem reaparecer em poucos meses e o que antes demorava anos para voltar agora ressurge impulsionado por algoritmos, TikTok, referências visuais recicladas e comunidades online que transformam memórias coletivas em tendência novamente.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/05/image-10-500x493.png" alt="" class="wp-image-4727"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Mas muitas vezes, a saudade não está ligada a experiências reais. O fascínio atual pelo início dos anos 2000  tem menos relação com memória viva e mais com a ideia de uma era percebida como mais leve, menos estratégica e menos exaustiva digitalmente. Isso também transformou a nostalgia em uma ferramenta poderosa para marcas. Hoje, campanhas publicitárias tentam recriar sensações, referências visuais antigas, embalagens retrô, relançamentos e estéticas inspiradas em décadas passadas, porque ativam reconhecimento imediato e conexão emocional. </p>



<p>Quando tudo vira referência ao passado, surge a sensação de que a cultura entrou em looping, por isso, parte do sucesso dessas tendências depende justamente da sensação de espontaneidade e o consumidor percebe rapidamente quando uma marca ou criador tenta reproduzir nostalgia de forma artificial demais.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="421" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/05/image-9-421x493.png" alt="" class="wp-image-4726"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Talvez seja por isso que o retorno de tecnologias antigas, fotos imperfeitas e visuais menos polidos tenha ganhado tanta força recentemente. Em um momento dominado por inteligência artificial, automação e feeds cada vez mais previsíveis, o que parece humano voltou a chamar atenção.</p>



<p>Hoje, a nostalgia funciona menos como apego ao passado e mais como resposta ao presente. Em meio a uma internet acelerada, previsível e cada vez mais automatizada, referências antigas passaram a transmitir familiaridade, espontaneidade e sensação de conexão real.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>O retorno das viagens motivadas por eventos</title>
		<link>https://smilatam.net/o-retorno-das-viagens-motivadas-por-eventos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 15:23:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muito tempo, o destino era o centro da viagem, primeiro escolhia-se a cidade, depois vinham os restaurantes, hotéis, museus e, talvez, algum evento no meio do roteiro, agora, a lógica começa a inverter. Cada vez mais pessoas estão decidindo viajar por causa de um acontecimento específico: um show, uma maratona, um festival, uma feira [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Durante muito tempo, o destino era o centro da viagem, primeiro escolhia-se a cidade, depois vinham os restaurantes, hotéis, museus e, talvez, algum evento no meio do roteiro, agora, a lógica começa a inverter. Cada vez mais pessoas estão decidindo viajar por causa de um acontecimento específico: um show, uma maratona, um festival, uma feira de design, uma etapa de Fórmula 1 ou um campeonato internacional. O evento deixa de ser um complemento da viagem e passa a ser o motivo principal dela existir.</p>



<p>A experiência ao vivo voltou a ocupar um lugar central no consumo, especialmente após anos de relações mediadas por telas, streaming e excesso de conteúdo digital. E isso já aparece diretamente na forma como o turismo se movimenta.</p>



<p>Segundo o Ministério do Turismo, grandes eventos musicais têm impulsionado fluxos turísticos, aumentado taxas de ocupação hoteleira e movimentado milhões na economia local, especialmente em setores como gastronomia, transporte e entretenimento. O fenômeno do chamado “turismo musical” ganhou força nos últimos anos e passou a influenciar decisões de viagem em diferentes perfis de público.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/05/image-560x493.png" alt="" class="wp-image-4703" style="width:740px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>E o mesmo acontece no universo esportivo. De acordo com reportagem do <em><a href="https://brasilturis.com.br/2025/12/26/turismo-esportivo-cresce-no-brasil-impulsionado-por-grandes-eventos/">BrasilTuris</a></em>, o turismo esportivo no Brasil segue em expansão impulsionado por grandes eventos nacionais e internacionais, além do crescimento das viagens domésticas motivadas por competições, corridas e experiências ligadas ao esporte. </p>



<p>Na prática, isso muda completamente a dinâmica do planejamento turístico. Antes, o viajante que buscava “o que fazer” no destino escolhido e agora, o calendário cultural e esportivo começa a definir para onde as pessoas querem ir e a agenda passou a influenciar o mapa. É por isso que cidades sede disputam cada vez mais festivais, shows internacionais e competições esportivas. Esses eventos criam posicionamento cultural, fortalecem branding urbano e a aumentam relevância internacional.</p>



<p>Uma cidade que recebe uma turnê global ou um grande evento esportivo passa a circular de outra forma nas redes sociais, na imprensa e no imaginário coletivo. Esse comportamento também tem relação direta com a maneira como experiências são consumidas hoje, viajar por um evento envolve pertencimento, comunidade e participação cultural. Existe uma diferença importante entre visitar um lugar e sentir que você fez parte de um momento específico que aconteceu ali e isso ajuda a explicar por que viagens motivadas por eventos costumam gerar estadias mais longas, grupos maiores e tickets médios mais altos. Muitas pessoas transformam um show ou competição em férias completas, adicionando restaurantes, hospedagens autorais, compras e experiências locais ao redor do evento principal.</p>



<p>Segundo a publicação <em><a href="https://brazileconomy.com.br/lifestyle/2026/04/eventos-globais-redefinem-o-turismo-e-passam-a-ditar-o-fluxo-de-viagens-internacionais/">Brazil Economy</a></em>, megaeventos internacionais passaram a redefinir fluxos turísticos globais e influenciar períodos inteiros de alta demanda em diferentes destinos. O artigo destaca como eventos culturais e esportivos vêm reorganizando calendários de viagem e alterando o comportamento de consumo do turista contemporâneo.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/05/image-1-560x493.png" alt="" class="wp-image-4704"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Ao mesmo tempo, o crescimento do turismo de bem-estar e esportes mostra que esse movimento vai além do entretenimento tradicional. Dados divulgados pela <em><a href="https://www.panrotas.com.br/">Panrotas</a></em> apontam que o segmento de wellness e turismo esportivo pode movimentar US$ 3 trilhões até 2032. Isso inclui desde maratonas internacionais até retiros esportivos, festivais de wellness e experiências ligadas à saúde e performance. Em muitos casos, os viajantes não querem apenas assistir ao evento, eles querem participar e se sentir dentro dessa atmosfera.</p>



<p>Essa talvez seja uma das mudanças mais importantes do turismo atual: a busca por experiências com envolvimento emocional real. Em uma era de excesso de conteúdo, experiências presenciais ganharam outro peso. Existe valor em estar fisicamente em um lugar, compartilhar aquele momento com outras pessoas e construir memória coletiva em tempo real. O turismo contemporâneo está cada vez menos ligado apenas ao destino e cada vez mais ligado ao significado da experiência que acontece nele.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI.</em></p>



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		<title>Turismo do sono: dormir virou critério de escolha</title>
		<link>https://smilatam.net/turismo-do-sono-dormir-virou-criterio-de-escolha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:58:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design Hotels]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muito tempo, o descanso foi tratado como efeito da viagem, o viajante escolhia destino, hotel e roteiro; dormir bem acontecia se as condições ajudassem e esse padrão começa a mudar porque o nível de cansaço da rotina passou a influenciar diretamente a forma de viajar. Hoje, uma parcela relevante dos viajantes já declara que [&#8230;]</p>
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<p>Durante muito tempo, o descanso foi tratado como efeito da viagem, o viajante escolhia destino, hotel e roteiro; dormir bem acontecia se as condições ajudassem e esse padrão começa a mudar porque o nível de cansaço da rotina passou a influenciar diretamente a forma de viajar.</p>



<p>Hoje, uma parcela relevante dos viajantes já declara que quer usar as férias para recuperar energia e regular o sono. Quando esse objetivo entra no planejamento, o descanso passa a orientar decisões concretas.</p>



<p>E o turismo do sono surge dentro desse contexto, não como um tipo específico de destino, mas como uma lógica de construção da viagem baseada no descanso real. O hotel passa a ser avaliado pelo nível de silêncio, qualidade do colchão, controle de luz e níveis de barulho. O roteiro perde densidade, com menos deslocamentos e menos atividades concentradas no mesmo dia. Experiências com menor estímulo, como natureza e pausas programadas, ganham prioridade porque facilitam o relaxamento físico e mental.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/image-2-560x493.png" alt="" class="wp-image-4654"/><figcaption class="wp-element-caption">Es Racó d&#8217; Artà. Foto: Design Hotels.</figcaption></figure>



<p>Esse movimento ganha força por uma combinação de fatores: a rotina hiper conectada, com uso contínuo de telas e dias muto extensos, impacta diretamente o ciclo do sono e como consequência, cresce a percepção de que dormir bem influencia produtividade, humor e saúde. Ao mesmo tempo, o conceito de bem-estar se amplia e passa a incluir o sono como base, não como complemento. Diante disso, a hotelaria começa a reposicionar o quarto como produto principal da experiência.</p>



<p>Hotéis investem em isolamento acústico mais eficiente, cortinas com bloqueio total de luz, colchões desenvolvidos com base em ergonomia e sistemas de automação que ajustam iluminação e temperatura ao longo da noite. Alguns empreendimentos adicionam serviços como aromaterapia, playlists de relaxamento e até acompanhamento personalizado focado em melhorar a qualidade do sono do hóspede. Esse conjunto de soluções altera o valor percebido: conforto básico deixa de diferenciar, enquanto dormir bem passa a justificar escolha e preço.</p>



<p>A <a href="https://www.designhotels.com/themes/well-being/">Design Hotels</a> possui hotéis classificados em categoria “Well Being”, reunindo hotéis que incorporam o bem-estar como eixo da experiência do hóspede. Nessa classificação, entram propriedades que estruturam a estadia a partir de elementos como qualidade do sono, conexão com o entorno, práticas de relaxamento e ambientes pensados para reduzir estímulos, o que facilita a curadoria para perfis de viajantes que priorizam descanso e recuperação ao longo da viagem.</p>



<p>O hotel <a href="https://www.designhotels.com/hotels/austria/muehlbach-am-hochkoenig/stieg-nhaus/">stieg&#8217;nhaus</a>, na Áustria, com seis suítes, conta com uma experiência de bem-estar inesquecível, com vistas deslumbrantes, banheira de hidromassagem, spa relaxante, arquitetura totalmente pensada para o conforto, terapeutas experientes que oferecem massagens e tratamentos estéticos em uma sala de bem-estar repleta de sons relaxantes e lençóis luxuosos.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/image-1-560x493.png" alt="" class="wp-image-4652"/><figcaption class="wp-element-caption">stieg&#8217;nhaus. Foto: Design Hotels.</figcaption></figure>



<p>Mas esse impacto não fica restrito ao hotel. Alguns destinos também conseguem sustentar essa proposta de forma mais consistente porque oferecem condições favoráveis no entorno. Regiões com baixa poluição sonora e luminosa, presença de natureza e ritmo mais lento facilitam o descanso de forma contínua. Isso explica por que países como Noruega, Suécia e Finlândia concentram experiências em áreas remotas, com cabanas isoladas, pouca interferência urbana e propostas de desconexão digital.</p>



<p>Para agências e operadoras, o turismo do sono não exige a criação de um produto completamente novo, mas pede ajuste na forma de montar e comunicar a oferta. Quando o descanso é prioridade, pacotes com agenda cheia entram em conflito com a expectativa do cliente. Reduzir a quantidade de atividades aumenta a coerência da proposta. Existe também uma oportunidade de ampliar essa tendência para além do segmento de luxo. Embora parte das soluções mais avançadas dependa de investimento em infraestrutura, uma experiência orientada ao descanso pode ser construída com escolhas mais simples, como localização mais silenciosa, roteiros menos intensos e comunicação clara sobre o benefício principal da viagem.</p>



<p>Esse movimento indica uma mudança mais estrutural no comportamento do viajante. O sono tende a se consolidar como um dos critérios de avaliação da hospedagem, ao lado de localização e preço. Além de entender o que o cliente quer fazer no destino, passa a ser necessário entender como ele quer se sentir ao final da viagem. Quando a resposta envolve energia e recuperação, o descanso deixa de ser bastidor e passa a ser produto.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing Coordinator na SMI.</em></p>



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		<title>As Olimpíadas de Inverno mostraram como os bastidores estão em alta!</title>
		<link>https://smilatam.net/as-olimpiadas-de-inverno-mostraram-como-os-bastidores-estao-em-alta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 19:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As Olimpíadas de Milão Cortina 2026 foram marcadas pelo maior ciclo de audiência, registrando um aumento de 90% em comparação a última edição de 2022, além de 12 milhões de posts sobre o evento nas redes sociais de mais de 9 bilhões de engajamento nos perfis oficiais. Mas os espectadores não estão interessados somente nos [&#8230;]</p>
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<p>As Olimpíadas de Milão Cortina 2026 foram marcadas pelo maior ciclo de audiência, registrando um aumento de 90% em comparação a última edição de 2022, além de 12 milhões de posts sobre o evento nas redes sociais de mais de 9 bilhões de engajamento nos perfis oficiais.</p>



<p>Mas os espectadores não estão interessados somente nos esportes, e também nos atletas, quem eles são em suas vidas pessoais, fora das pistas e competições. Atletas como <a href="https://www.instagram.com/juttaleerdam/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jutta Leerdam</a>, <a href="https://www.instagram.com/eileengu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eileen Gu</a>, <a href="https://www.instagram.com/lindseyvonn/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lindsey Vonn</a> e <a href="https://www.instagram.com/mcdavid97" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Connor McDavid</a> acumulam milhões de seguidores seus perfis e trabalham hoje também como criadores de conteúdo, estampam capas de revistas, participam de podcasts, recebem o afeto de fãs na rua e compartilham o dia a dia e tudo o que acontece por trás dos grandes eventos e grandes competições que participam.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="862" height="575" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-5.png" alt="" class="wp-image-4572"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: <em>Dan Himbrechts</em>.</figcaption></figure>



<p>Se os Jogos de Inverno queriam falar com bilhões de pessoas espalhadas por diferentes fusos horários, era inevitável repensar a forma de distribuição, não dava mais para depender apenas da TV tradicional. O consumo mudou, e a estratégia precisou acompanhar esse movimento. A organização operou com mais de 24 detentores globais de direitos e cerca de 80 sublicenciados, ampliando drasticamente a transmissão. </p>



<p>Mas o mais interessante foi a virada para um modelo realmente multicanal: a cobertura esteve em todos os lugares onde o público já está: TV, streaming, TikTok, Instagram, YouTube, ambientes de game, ativações com criadores e experiências de marca. Mais de 100 profissionais estiveram presentes no evento produzindo conteúdo pensado para diferentes formatos e plataformas, com filmagens imersivas, uso de drones e ativações estratégicas, os Jogos transformaram audiência em envolvimento.</p>



<p>Essas mudanças também mexeram com os patrocínios, hoje existem patrocinadores de evento, de equipes, fornecedores especializados, parcerias estratégicas e, principalmente, acordos diretos com atletas que já são marcas por si só, com audiências digitais próprias. Comunidades específicas, narrativas autênticas e experiências compartilháveis se tornaram ativos tão ou mais relevantes do que a presença no backdrop oficial.</p>



<p>Um exemplo claro de como esse novo modelo funciona na prática veio dos Jogos de Inverno de 2026. A medalha de ouro de Lucas Pinheiro — a primeira do Brasil e da América do Sul em uma edição de inverno — não foi apenas um feito esportivo. O momento foi eleito o melhor dos Jogos em votação popular e virou até obra de arte, reinterpretado por um artista italiano em estilo renascentista. A imagem ganhou vida própria, extrapolou o esporte e entrou no campo cultural.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="984" height="668" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-4.png" alt="" class="wp-image-4571"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Dustin Satloff/Getty Images.</figcaption></figure>



<p>Depois da conquista, Lucas ultrapassou 1 milhão de seguidores nas redes sociais em poucos dias. </p>



<p>Milão também influenciou diretamente o posicionamento desta edição porque a cidade carrega um capital simbólico consolidado em moda, design e indústria criativa. Ao sediar os Jogos de Inverno de 2026, a organização passou a operar dentro de um território que já é reconhecido globalmente por tendências estéticas, semanas de moda e grandes marcas do setor. Esse contexto elevou o padrão visual e ampliou as possibilidades de integração com segmentos além do esporte.</p>



<p>A escolha da cidade impactou ativações, hospitalidade, experiências VIP e colaborações com marcas locais. Eventos paralelos foram desenhados considerando arquitetura, design urbano e produção cultural, o que ampliou o perfil do público interessado. Como consequência, a cobertura e as parcerias comerciais passaram a dialogar também com moda, entretenimento e turismo de alto padrão.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="730" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-6.png" alt="" class="wp-image-4573"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Tourist Italy.</figcaption></figure>



<p>O evento deixou de ser entendido apenas como  esportivo e passou a incorporar elementos de lifestyle, design e posicionamento aspiracional. Essa ampliação é relevante do ponto de vista comercial porque aumenta o inventário de ativações possíveis e atrai patrocinadores de categorias que tradicionalmente não investiriam em modalidades de inverno.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>NOLT! A nova geração de idosos</title>
		<link>https://smilatam.net/nolt-a-nova-geracao-de-idosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 14:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NOLT significa “New Older Living Trend” — em português, “nova forma de viver a maturidade”. O termo surge para refletir a transformação no modo como pessoas 60+, 70+ e 80+ estão experimentando essa etapa da vida. O Brasil e diversos outros países vivem uma acelerada transição demográfica. Projeções internacionais e dados do IBGE indicam que, [&#8230;]</p>
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<p>NOLT significa “New Older Living Trend” — em português, “nova forma de viver a maturidade”. O termo surge para refletir a transformação no modo como pessoas 60+, 70+ e 80+ estão experimentando essa etapa da vida.</p>



<p>O Brasil e diversos outros países vivem uma acelerada transição demográfica. Projeções internacionais e dados do IBGE indicam que, nos próximos anos, a população com mais de 60 anos deve superar a de crianças em diferentes regiões. O aumento da expectativa de vida está diretamente ligado aos avanços da medicina, da tecnologia e das condições sociais.</p>



<p>Apesar desse cenário, muitas cidades, serviços e modelos de consumo ainda foram pensados prioritariamente para perfis mais jovens. Esse descompasso evidencia que o envelhecimento deixou de ser uma projeção futura e passou a influenciar decisões econômicas, urbanas e sociais no presente.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="667" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-2.png" alt="" class="wp-image-4564"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Internet.</figcaption></figure>



<p>Pessoas acima dos 60 anos hoje ocupam espaços de forma ativa e diversa: frequentam restaurantes, viajam, praticam atividades físicas, fazem cursos, utilizam redes sociais e continuam desenvolvendo projetos pessoais e profissionais. Mais do que presença no consumo, essa transformação revela autonomia, participação social e novos projetos de vida.</p>



<p>O conceito NOLT descreve esse movimento: pessoas que mantêm rotina ativa, planejam o longo prazo, retomam estudos, aprendem novas tecnologias, organizam viagens, iniciam negócios ou redefinem trajetórias profissionais, sempre com atenção intencional à saúde física, mental e aos vínculos sociais.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-3.png" alt="" class="wp-image-4565"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pinterest.</figcaption></figure>



<p>A longevidade deixou de ser apenas um dado estatístico e se tornou tema recorrente nas conversas entre gerações. Planejar o futuro, viver com qualidade e ampliar possibilidades passou a fazer parte do cotidiano.</p>



<p>Um relatório recente do <a href="https://www.ubs.com/br/pt.html">Banco UBS</a> estima que o mercado global voltado à longevidade pode atingir US$ 7,8 trilhões até 2030. Tecnologias vestíveis para monitoramento de saúde, avanços em terapias regenerativas, suplementos com formulações específicas e startups focadas em prevenção e qualidade de vida mostram que o envelhecimento também orienta inovação e investimento.</p>



<p>Trata-se de uma transformação estrutural: viver mais exige novas soluções urbanas, sociais e culturais e amplia o entendimento sobre o que significa maturidade hoje.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI.</em><br><br></p>



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		<title>SXSW, o evento que está no radar de quem decide</title>
		<link>https://smilatam.net/sxsw-o-evento-que-esta-no-radar-de-quem-decide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 19:31:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O SXSW, sigla para South by Southwest, é um festival e conferência realizado todos os anos em Austin, no Texas. O evento reúne conteúdos de tecnologia, inovação, marketing, entretenimento, música, audiovisual e cultura digital em uma mesma programação, distribuída entre palestras, painéis, estreias, shows e ativações de marca espalhadas pela cidade. O evento surgiu em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <a href="https://sxsw.com/">SXSW</a>, sigla para South by Southwest, é um festival e conferência realizado todos os anos em Austin, no Texas. O evento reúne conteúdos de tecnologia, inovação, marketing, entretenimento, música, audiovisual e cultura digital em uma mesma programação, distribuída entre palestras, painéis, estreias, shows e ativações de marca espalhadas pela cidade. O evento surgiu em 1987 inicialmente como um festival de música e foi se expandindo conforme novas indústrias ganharam relevância. Hoje, é acompanhado de perto por empresas e profissionais porque concentra discussões que já estão em fase de teste ou aplicação real no mercado. O que aparece ali costuma virar pauta, projeto ou trend nos meses seguintes.</p>



<p>Nos últimos anos, o SXSW passou a ser ainda mais comentado porque sua agenda se alinhou a temas que impactam decisões práticas. Inteligência artificial aplicada a negócios, economia dos criadores, novos formatos de mídia, transformação do consumo cultural, dados e privacidade mais como estudos de caso, produtos e mudanças operacionais já em andamento. Outro ponto que explica o interesse crescente é o perfil de quem participa do evento. Além de profissionais de tecnologia, o SXSW atrai pessoas de marketing, comunicação, turismo, educação, entretenimento, moda, finanças e varejo. Essa mistura faz com que os debates tragam exemplos concretos de como diferentes setores estão adaptando processos, formatos e modelos de negócio.</p>



<p>O formato do SXSW também pesa nessa relevância. A programação vai além de palestras grandes e inclui painéis menores, apresentações de projetos em execução, demonstrações de produtos e conversas diretas com profissionais que estão liderando essas iniciativas. Isso facilita avaliar o que é viável, o que exige adaptação e o que ainda apresenta riscos.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1081" height="608" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/01/image-6.png" alt="" class="wp-image-4517"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação.</figcaption></figure>



<p><strong>O que observar no SXSW</strong></p>



<p><strong>1. Temas mais representados nas sessões programadas</strong><br>O evento terá mais de 250 sessões temáticas selecionadas via <em>PanelPicker</em>, plataforma comunitária que permite ao público votar em propostas que viram programação oficial. Entre os tópicos com maior volume de sessões estão inteligência<strong> </strong>artificial aplicada a negócios, marca e marketing, inovações em saúde e bem-estar mental, o que indica que o evento está priorizando conversas que já têm impacto direto em estratégias de produto, comunicação e gestão de pessoas.</p>



<p><strong>2. Sessões sobre inteligência artificial com implicações práticas</strong><br>Um exemplo é a sessão <em>“How We Could Lose Control: Avoiding the Paths to Runaway AI”</em>. Nela, especialistas discutem mecanismos reais pelos quais a IA pode se tornar difícil de controlar e formas concretas de mitigar esses riscos, em vez de apenas refletirem sobre cenários hipotéticos.</p>



<p><strong>3. Estratégia de marca em cultura pop como case real</strong><br>Outro exemplo programado é <em>“The Anime Advantage: Brand Strategy Meets Cultural Power”</em>, com executivos do <a href="https://www.crunchyroll.com/pt-br/?srsltid=AfmBOopAK05fJ2C_bW7OiIwzr34cKif3dvFUzIJ1HRvDm2mxTYSwr4SS">Crunchyroll</a>, <a href="https://www.twitch.tv/">Twitch</a> e <a href="https://www.mlb.com/">MLB</a> explorando como franquias e cultura pop (como anime) viram ferramentas estratégicas para criar valor de marca e engajamento de longo prazo.</p>



<p><strong>4. Networking e ativações presenciais com impacto real</strong><br>Além das sessões formais, na edição desse ano haverão espaços como <em>Clubhouses</em> e ativações de marca espalhadas por Austin. Esses ambientes funcionam como hubs de networking intensivo, onde executivos e profissionais compartilham experiências específicas sobre tecnologia, cultura, mídia ou turismo, informação que muitas vezes não aparece em apresentações oficiais mas influencia decisões de parcerias e contratações.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>SXSW, turismo e experiência</strong></h3>



<p>O SXSW também se conecta diretamente com o turismo de experiência. Durante o evento, Austin se transforma em palco para ativações de marca, eventos paralelos, experiências culturais e encontros informais que fazem parte da programação não oficial. Para destinos, hotéis, companhias aéreas e marcas ligadas ao setor de turismo, o evento funciona como vitrine de novas formas de engajar viajantes e criar experiências memoráveis.</p>



<p>Esse aspecto explica o interesse crescente de profissionais do turismo no SXSW. O evento oferece referências práticas sobre como experiências, conteúdo e tecnologia podem ser integrados para gerar valor antes, durante e depois da viagem e cresce o número de sessões que tratam deslocamento e experiência como parte da estratégia de negócios, trazendo alguns insights para o agente de viagens:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>&#8211; Tomar decisões de viagem com base em dados, não apenas custo imediato;</li>



<li>&#8211; Equilibrar eficiência operacional com bem-estar do viajante;</li>



<li>&#8211; Integrar tecnologia à gestão de viagens sem perder controle e governança.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>
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		<title>O novo luxo de viajar em 2026 ganha outro ritmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[alline.sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 15:06:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design Hotels]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As tendências de viagem para 2026 apontam para uma transformação clara na forma como nos deslocamos pelo mundo. Mais do que conhecer novos lugares, o viajante busca experiências alinhadas ao seu momento de vida, ao seu ritmo e aos seus valores. Estilos de viagem mais personalizados, regenerativos e emocionais ganham força, redefinindo o turismo como [&#8230;]</p>
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<p><br>As tendências de viagem para 2026 apontam para uma transformação clara na forma como nos deslocamos pelo mundo. Mais do que conhecer novos lugares, o viajante busca experiências alinhadas ao seu momento de vida, ao seu ritmo e aos seus valores. Estilos de viagem mais personalizados, regenerativos e emocionais ganham força, redefinindo o turismo como uma ferramenta de reconexão, descoberta e expressão pessoal.<br><br>Essa mudança nasce de um desejo cada vez mais presente de pausa e presença. A busca pela desaceleração e pelo silêncio tem ganhado espaço nas escolhas dos viajantes, refletindo a necessidade de reduzir o excesso de estímulos, desacelerar o ritmo cotidiano e criar espaço para contemplação da natureza e bem-estar. Viajar passa a ser menos sobre acumular destinos e mais sobre vivenciar experiências com significado, atenção plena e conexão real com o lugar.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="1600" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/01/image.png" alt="" class="wp-image-4350"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Arquivo pessoal.</figcaption></figure>



<p>Essa leitura de comportamento aparece de forma clara nas tendências mapeadas pela <em>Viagem e Turismo</em> no artigo <strong>“<a href="https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/9-tendencias-de-viagem-para-2026/?utm_source=chatgpt.com">9 tendências de viagem para 2026</a>”.</strong> O levantamento embasado em estudos de comportamento e pesquisas globais de turismo, identifica que os viajantes estão cada vez mais interessados em experiências que priorizem bem-estar, natureza, cultura local e elementos sensoriais, como viagens inspiradas por livros, filmes ou narrativas afetivas.<br><br>Uma das tendências destacadas é, justamente, a valorização de destinos e acomodações que proporcionem experiências regenerativas e imersão no ambiente natural. Isso reflete um movimento global em direção ao slow travel, uma forma de viajar que privilegia a qualidade sobre a quantidade, o tempo vivido sobre o tempo marcado. Em <a href="https://en.travel2latam.com/news-103040-global-tourist-in-2026-80-of-travelers-seek-wellness-experiences?utm_source=chatgpt.com">pesquisas internacionais</a>, <strong>80% dos viajantes afirmam estar abertos a experiências focadas em bem-estar</strong>, e <strong>69% priorizam acomodações que oferecem contato com a natureza e cultura local</strong>, mostrando que escolhas mais sensoriais e regenerativas estão no centro das decisões de viagem.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="2202" height="2560" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/01/jared-rice-NTyBbu66_SI-unsplash.jpg" alt="" class="wp-image-4355"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Unsplash.</figcaption></figure>



<p>Nesse cenário, hotéis que combinam design consciente, imersão no ambiente e respeito à cultura local ganham destaque. A <a href="http://designhotels.com">Design Hotels</a> se diferencia por sua curadoria criteriosa de propriedades independentes, marcadas por identidade autoral, arquitetura expressiva e forte conexão com o destino onde estão inseridas. Cada estadia é pensada para harmonizar estética, natureza e experiência sensorial, convidando o viajante a desacelerar, reconectar-se com o entorno e vivenciar o lugar de forma mais autêntica. Assim, a hospedagem deixa de ser apenas um local para dormir e se torna parte essencial da experiência de viagem, refletindo um turismo atento ao bem-estar, ao contexto natural e às tradições locais.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="457" height="686" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/01/image-5.png" alt="" class="wp-image-4357"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Design Hotels.<br><a href="https://www.designhotels.com/hotels/spain/mallorca/palma/nobis-hotel-palma/">Nobis Hotel Palma</a> &#8211; Palma, Mallorca, Spain</figcaption></figure>



<p>Essa tendência de turismo mais consciente também redefine o conceito de luxo. Hoje, o novo luxo está no<strong> </strong>tempo dedicado a si mesmo, na qualidade das experiências,<strong> </strong>na possibilidade de estar presente no momento e de criar memórias que transformam. O silêncio, a natureza, o ritmo lento e os ambientes projetados com propósito são agora fatores diferenciadores na escolha de um destino ou acomodação.<br><br>Em 2026, viajar será cada vez mais um reflexo de quem somos e do que buscamos, menos pressa, mais presença, mais sentido em cada deslocamento.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Por <strong>Alline Myrela</strong> &#8211; <em>Marketing Analyst na SMI.</em></em></p>



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