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	<title>SMI</title>
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	<description>Somos uma empresa de desenvolvimento de vendas e marketing especializada na indústria de viagens que fornece soluções integradas para potencializar as operações da sua agência. Conheça os nossos serviços.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 Aug 2025 14:43:12 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Era da dopamina, nós estamos viciados em rolar a tela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 13:33:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos cada vez mais viciados em conteúdos online rápidos e acelerados. Tudo é curto, cheio de estímulos — sons, cores, textos — e nosso cérebro recebe tantas informações ao mesmo tempo que fica difícil saber o que realmente será absorvido. Enquanto você avança os stories no Instagram, chega a notificação do TikTok avisando que a [&#8230;]</p>
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<p>Estamos cada vez mais viciados em conteúdos online rápidos e acelerados. Tudo é curto, cheio de estímulos — sons, cores, textos — e nosso cérebro recebe tantas informações ao mesmo tempo que fica difícil saber o que realmente será absorvido.</p>



<p>Enquanto você avança os stories no Instagram, chega a notificação do TikTok avisando que a influenciadora postou um novo vídeo. Ao mesmo tempo, o grupo do WhatsApp não para de falar e o X envia recomendações de posts com base no seu perfil. Já reparou como é possível passar horas rolando o feed sem nem perceber o tempo passar? Uma notificação aqui, um vídeo rápido ali e, quando se dá conta, já é madrugada. Isso é o que muitos especialistas chamam de Era da Dopamina.</p>



<p>A dopamina é um neurotransmissor conhecido como o &#8220;mensageiro do prazer&#8221;. É ela que nos proporciona aquela sensação boa depois de comer algo delicioso, concluir uma tarefa ou receber um elogio. Um cérebro acostumado a doses constantes de dopamina passa a buscar prazer o tempo todo, de maneira rápida e imediata. Quanto mais consumimos conteúdos curtos e ágeis, mais difícil se torna ter paciência para conteúdos longos e profundos, que começam a parecer entediantes.</p>



<p>A psiquiatra <a href="https://www.annalembke.com/">Anna Lembke</a>, autora do livro <em>Nação Dopamina</em>, compara a internet e as redes sociais a uma verdadeira droga. Segundo ela, cada curtida e cada notificação funciona como um pequeno pico que faz nosso cérebro desejar mais. Em alguns casos, essa dependência pode ser tão séria quanto o vício em álcool ou até mesmo em outras drogas.</p>



<p>De acordo com a <a href="https://www.honest-broker.com/p/the-state-of-the-culture-2024">The Honest Broker</a>, o setor que mais cresce na economia cultural é o da distração, e vale lembrar que entretenimento e distração não são a mesma coisa. Consumimos tantas coisas ao mesmo tempo que, no fim, não conseguimos nomear nada do que vimos. Tudo soa como tempo perdido.</p>



<p>Em vez de filmes, os usuários recebem uma sequência infinita de vídeos de 15 segundos. Em vez de músicas inteiras, ouvem apenas trechos curtos, muitas vezes acompanhados por esses vídeos rápidos. Não à toa, já existem diversas músicas lançadas diretamente para o TikTok, com duração de apenas um minuto ou um minuto e meio, feitas para gravar, viralizar e logo serem substituídas pela próxima tendência.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1456" height="835" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-12.png" alt="" class="wp-image-3788" style="width:766px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Ted Gioia / The Honest Broker.</figcaption></figure>



<p>Quando estamos viciados em dopamina, a busca por prazer rápido acaba diminuindo o prazer em outras experiências. Tudo o que não é acelerado ou altamente estimulado perde a graça, e acabamos ficando mais entediados, distraídos e menos criativos. O Relatório Mundial da Felicidade entrevistou 150 mil pessoas em 26 países e descobriu que os Estados Unidos e outros países tecnologicamente avançados estão sofrendo um declínio significativo na felicidade.</p>



<p>Anna Lembke recomenda até um jejum de dopamina, ou seja, ficar algumas semanas longe das redes sociais para que o cérebro retome seu equilíbrio natural. Não se trata de cortar completamente o uso das telas, mas de aprender a equilibrar seu consumo no dia a dia.</p>



<p>As reflexões sobre vício e distração já impactam negativamente o mercado de entretenimento, como no cinema e na televisão. Até a Disney, uma das maiores referências mundiais do setor, enfrenta crises. Na música, alguns artistas chegam a se tornar mais valorizados depois de mortos do que quando vivos, justamente por conta da viralização.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1600" height="900" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-14.png" alt="" class="wp-image-3793" style="width:785px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: FreePik.</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que acontece quando damos um tempo das redes</strong></h2>



<p>A <a href="https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/veja-o-que-acontece-com-seu-cerebro-quando-voce-faz-uma-pausa-nas-redes-sociais">National Geographic Brasil</a> trouxe estudos que mostram o efeito imediato de uma pausa. Em um deles, adolescentes que ficaram apenas três dias sem redes sociais relataram melhora na autoestima e menos preocupação com a aparência. Outro estudo revelou que limitar o uso a 30 minutos por dia já foi suficiente para melhorar o sono e reduzir o estresse.</p>



<p>O caminho para a felicidade autêntica não está em abolir a dopamina, mas em equilibrá-la de forma consciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os impactos na infância</strong></h2>



<p>Como já mencionamos, o vício em redes sociais pode ser comparado ao vício em álcool e drogas. De acordo com uma pesquisa realizada por Júlia Khoury, da UFMG, crianças e adolescentes muito expostos às telas podem desenvolver nomofobia, uma condição que causa medo irracional de ficar sem o celular ou tablet.</p>



<p>&#8220;A gente percebe uma alteração no comportamento da criança. Ela se torna mais irritadiça, agressiva, e apresenta problemas de concentração e aprendizado. Os pais devem ficar atentos a esses sinais e limitar o uso&#8221;, disse Júlia em um podcast para o <a href="https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2025/02/14/dependencia-de-celulares-pelas-criancas-e-semelhante-ao-vicio-em-drogas-alerta-especialista.ghtml">g1</a>.</p>



<p>Pesquisas indicam que a infância está se transformando. Antes marcada por brincadeiras, hoje ela é dominada por telas. O psicólogo Jonathan Haidt chama esse fenômeno de &#8220;grande reconfiguração da infância&#8221;. Dados da UFSC mostram que crianças expostas às telas durante a noite consomem menos alimentos saudáveis e ingerem mais ultraprocessados, o que favorece a obesidade. </p>



<p>A exposição excessiva também reduz as conversas com os pais e está associada a sono ruim, miopia, nomofobia e à síndrome do toque fantasma, condição psicológica em que a pessoa sente, por engano, que o celular está vibrando ou recebendo uma notificação.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-13.png" alt="" class="wp-image-3791" style="width:736px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Getty Images.</figcaption></figure>



<p>Vivemos em uma era em que nossa atenção é um dos bens mais valiosos. As redes sociais sabem disso e fazem de tudo para nos manter conectados. Mas a escolha final ainda é nossa. Com limites digitais, pausas estratégicas e o resgate de conexões reais, podemos reativar o poder da nossa atenção e retomar o controle das doses de dopamina.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing Analyst na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>Nós precisamos de um hobby para viver melhor!</title>
		<link>https://smilatam.net/por-que-a-gente-precisa-de-um-hobby-para-viver-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 14:02:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos em um mundo onde a agenda está sempre lotada: trabalho, estudos, treinos, cuidados com a casa, os prazos apertados e as mensagens que não param de chegar. O ritmo está acelerado e é difícil desconectar das obrigações até nos dias de folga, a cobrança interna muitas vezes pesa mais do que a cobrança do [&#8230;]</p>
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<p>Vivemos em um mundo onde a agenda está sempre lotada: trabalho, estudos, treinos, cuidados com a casa, os prazos apertados e as mensagens que não param de chegar. O ritmo está acelerado e é difícil desconectar das obrigações até nos dias de folga, a cobrança interna muitas vezes pesa mais do que a cobrança do outro sobre nós, seja na entrega daquele projeto ou na constância na academia. No meio dessa rotina cheia de compromissos, as pessoas sentem que não sobra tempo para si mesmas.</p>



<p>Muitas vezes, quando finalmente surge uma pausa, a tentação é descansar no sofá ou passar horas nas redes sociais. E é nesse cenário que os hobbies ganham importância! Mais do que passatempos, são válvulas de escape que nos ajudam a respirar, recuperar energia e encontrar equilíbrio. Ter um hobby é abrir espaço para atividades que trazem prazer, motivação e a sensação de realização pessoal, você não precisa ser o melhor no seu hobby favorito.</p>



<p>Não podemos simplesmente emendar uma tarefa na outra e esperar pelo final de semana para viver. As pequenas pausas também são importantes e não precisam ocupar um dia inteiro da sua agenda. Quanto mais momentos dedicados a si mesmo ao longo da semana, mais leve e equilibrado se torna o dia a dia.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@mariana.miiranda/video/7314810004958153990" data-video-id="7314810004958153990" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@mariana.miiranda" href="https://www.tiktok.com/@mariana.miiranda?refer=embed">@mariana.miiranda</a> <p>esse vídeo é um sinal para você se reunir com suas amigas e pintar taças!🩷💐 <a title="confraternização" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/confraterniza%C3%A7%C3%A3o?refer=embed">#confraternização</a> <a title="amigas" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/amigas?refer=embed">#amigas</a> <a title="pintandotaças" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/pintandota%C3%A7as?refer=embed">#pintandotaças</a> <a title="grupodeamigas" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/grupodeamigas?refer=embed">#grupodeamigas</a> <a title="confraternizacaodogrupo" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/confraternizacaodogrupo?refer=embed">#confraternizacaodogrupo</a> <a title="fy" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/fy?refer=embed">#fy</a> <a title="fyp" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/fyp?refer=embed">#fyp</a> </p> <a target="_blank" title="♬ Unwritten - Natasha Bedingfield" href="https://www.tiktok.com/music/Unwritten-6927704121047549953?refer=embed">♬ Unwritten &#8211; Natasha Bedingfield</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
</div></figure>



<p>Ao dedicar algumas horas da semana a algo que amamos, damos à mente a oportunidade de desacelerar, aliviar o estresse e experimentar uma satisfação que vai além da rotina. Além do relaxamento, os hobbies estimulam a criatividade, fortalecem as relações sociais e despertam novas habilidades. Atividades artísticas, como desenhar ou fotografar, despertam um olhar mais sensível; esportes e dança ensinam disciplina e superação. Até mesmo observar o entorno e se conectar com a natureza traz leveza ao dia a dia , ao invés de correr na esteira, por que não aproveitar uma manhã ensolarada no parque da cidade?</p>



<p>Hobbies conectam pessoas, seja em aulas, oficinas ou até em comunidades online, eles criam oportunidades de compartilhar experiências e fazer novas amizades, algo precioso em tempos em que a rotina pode nos isolar. </p>



<p>A <a href="https://desligueamente.com.br/">Desligue A Mente</a>, por exemplo, é um espaço criado para aulas e cursos de atividades manuais em São Paulo, com o intuito de relaxar a mente através da arte, a proposta das fundadoras é desconectar do mundo para se conectar em si mesmo. Com diferentes opções de aulas, a D.A.M oferece atividades com cerâmica, linha e agulha, porcelana, modelagem e muito mais. </p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1920" height="1920" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-8.png" alt="" class="wp-image-3769" style="width:681px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Divulgação CasaCor.</figcaption></figure>



<p>Um estudo recente publicado na <a href="https://academic.oup.com/pnasnexus/article/4/6/pgaf156/8159305" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PNAS Nexus</a>, surpreendeu ao mostrar que o ser humano procrastina até os prazeres da vida, deixando para depois o encontro com um amigo, a leitura de um livro com mais páginas e até mesmo o dia de usar aquela roupa mais cara em uma &#8220;oportunidade melhor&#8221;, o estudo também aponta que quanto mais adiamos algo, maior a probabilidade de continuar procrastinando.</p>



<p>&#8220;<em>Nós procrastinamos não por causa do custo ou da dificuldade de fazer algo, mas porque queremos maximizar o prazer e a singularidade quando isso acontece.</em>&#8221; &#8211; Diz &nbsp;<a href="https://www.chicagobooth.edu/faculty/directory/o/ed-o-brien" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ed O&#8217;Brien</a>&nbsp;, autor do estudo e professor associado de ciência comportamental na Booth School of Business da Universidade de Chicago.</p>



<p>Ao acreditar que o melhor momento só virá depois, corremos o risco de nunca começar aquilo que poderia nos fazer tão bem hoje, esperando por uma ocasião que talvez nunca aconteça. O prazer do dia a dia pode estar justamente nas atividades que tanto adiamos.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="853" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-10.png" alt="" class="wp-image-3773" style="width:730px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Gazeta do Povo.</figcaption></figure>



<p>Em um mundo tão acelerado, reservar tempo para um hobby é um lembrete de que cuidar de si mesmo deve ser prioridade. Afinal, é nesses momentos de descontração que encontramos inspiração, renovamos energia e até descobrimos novas perspectivas para enfrentar os desafios da vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Algumas sugestões de novos hobbies fora das telas para começar ainda em 2025!</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">🏺 Oficina de cerâmica em grupo</p>



<p class="has-text-align-center"> 🎨 Pintura em tela com degustação de vinhos</p>



<p class="has-text-align-center">🍽️ Jantar com aula de gastronomia</p>



<p class="has-text-align-center">🧗🏻‍♂️ Escalada indoor</p>



<p class="has-text-align-center">🏸Aula de squash</p>



<p class="has-text-align-center"> 🚪Oficina de marcenaria</p>



<p class="has-text-align-center">🧘🏻‍♀️Aulas de yoga em sala aquecida</p>



<p class="has-text-align-center">🃏 Jogos presenciais que explorem narrativas colaborativas e estratégias em grupo</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing Analyst na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>A terra está girando mais rápido, e nós também!</title>
		<link>https://smilatam.net/a-terra-esta-girando-mais-rapido-e-nos-tambem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[alline.sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 20:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 22 de julho de 2025, a Terra registrou o dia mais curto do ano até agora, com 1,34 milissegundos a menos do que as habituais 24 horas, segundo o Serviço Internacional de Sistemas de Referência e Rotação da Terra. Pode parecer um detalhe técnico irrelevante, mas esse dado simbólico nos convida a uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia <strong>22 de julho de 2025</strong>, a Terra registrou <strong>o dia mais curto do ano até agora</strong>, com 1,34 milissegundos a menos do que as habituais 24 horas, segundo o Serviço Internacional de Sistemas de Referência e Rotação da Terra. Pode parecer um detalhe técnico irrelevante, mas esse dado simbólico nos convida a uma reflexão mais profunda sobre o ritmo em que vivemos. Será que o mundo está mesmo girando mais rápido? E mais do que isso, será que estamos acompanhando esse movimento frenético sem perceber?</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://www.nasa.gov/image-article/sky-view-of-earth-from-suomi-npp/"><img loading="lazy" decoding="async" width="707" height="578" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/07/terra.png" alt="" class="wp-image-3662"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>&nbsp;Foto:&nbsp;</em>NASA</figcaption></figure>



<p>Do ponto de vista científico, essas variações na rotação do planeta são naturais e causadas por uma combinação de fatores como o alinhamento da Lua, o derretimento das calotas polares que altera a distribuição de massa da Terra e até movimentos internos do seu núcleo. Apesar de pequenas, essas alterações são mensuráveis e podem ter consequências. Caso se tornarem mais frequentes, pode ser necessário nos próximos anos remover um segundo da contagem oficial do tempo, o chamado “segundo negativo”, algo nunca antes feito para manter a sincronia entre o tempo atômico e o tempo astronômico.</p>



<p>Enquanto a ciência debate milissegundos, a sensação coletiva é outra. <strong>Tudo parece mais rápido</strong>. Pulamos áudios, aceleramos vídeos, engolimos conteúdos, respondemos mensagens entre uma notificação e outra. A rotina se transformou em uma sequência de tarefas cronometradas e a impressão constante é a de que o tempo nunca é suficiente.</p>



<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde, os transtornos de ansiedade aumentaram vinte e cinco por cento em nível global após a pandemia, e uma das causas apontadas por especialistas é justamente a sobrecarga emocional provocada pelo excesso de estímulos e pela ausência de pausas intencionais. O psicólogo Daniel Wysocki afirma que esse ritmo constante e sem descanso compromete a qualidade do sono, reduz a clareza mental e afeta nossa capacidade de tomar decisões conscientes. A psicóloga Candace Kotkin De Carvalho acrescenta que o estilo de vida atual pode levar à exaustão crônica, à perda de conexão consigo mesmo e ao esgotamento criativo.</p>



<p>Estamos presos a uma engrenagem em que produtividade se confunde com valor pessoal e desacelerar parece, muitas vezes, um luxo inalcançável.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="923" height="523" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/07/image-13.png" alt="" class="wp-image-3663"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Adobe Stock </figcaption></figure>



<p>Nesse contexto, ganha força um movimento silencioso e necessário que propõe uma vida com mais presença, intenção e equilíbrio, o “<strong>slow living</strong>”. Inspirado pelo Slow Food nos anos oitenta e amplamente difundido por autores como Carl Honoré, esse conceito nos lembra que nem tudo precisa ser feito depressa. Algumas coisas simplesmente precisam ser feitas no tempo certo! É a revolução cultural que nos mostra que mais rápido nem sempre é melhor, permitindo que saboreemos as horas e os minutos em vez de apenas contá-los. O slow living não representa ausência de ambição, mas sim uma mudança de perspectiva que convida a priorizar a consciência em vez da correria. Estudos indicam que adotar esse estilo de vida pode reduzir o cortisol, melhorar o sono e a saúde cardiovascular, estimular a criatividade, aumentar a clareza mental e fortalecer os vínculos afetivos e a qualidade das relações.</p>



<p>Práticas simples como caminhar sem pressa, reduzir o tempo diante das telas, criar uma agenda mais leve ou simplesmente respirar com atenção já são formas poderosas de reaprender a viver no tempo real. Em vez de correr contra o tempo, a proposta é coexistir com ele e usá-lo de forma mais significativa.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="916" height="610" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/07/image-14.png" alt="" class="wp-image-3664" style="width:1585px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Unsplash</figcaption></figure>



<p>O dia vinte e dois de julho pode até ter sido o mais curto do ano, mas o que realmente importa é como escolhemos viver o tempo que temos. Talvez o planeta esteja mesmo girando mais rápido, mas isso não significa que você também precise fazer o mesmo. Desacelerar, hoje, é uma forma de resistência, um gesto consciente de cuidado com a saúde mental, uma maneira de realinhar prioridades e reencontrar sentido para além da produtividade. Porque no fim das contas não se trata de fazer tudo e sim de fazer o que importa com quem importa e no seu tempo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Por <strong>Alline Myrela</strong> – <em>Marketing Analyst na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>Esportes na bagagem! O turismo esportivo está movimentando as viagens.</title>
		<link>https://smilatam.net/esportes-na-bagagem-o-turismo-esportivo-esta-movimentando-as-viagens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 18:03:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Correr ao nascer do sol ao longo da Champs Elyseé, jogar futevôlei na areia de uma praia paradisíaca ou fazer uma caminhada pelo Central Park, podem parecer atividades de moradores locais, mas são os viajantes que estão buscando essas experiências. Para esses atletas culturais, o esporte é mais do que uma atividade, é lifestyle, chance [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Correr ao nascer do sol ao longo da Champs Elyseé, jogar futevôlei na areia de uma praia paradisíaca ou fazer uma caminhada pelo Central Park, podem parecer atividades de moradores locais, mas são os viajantes que estão buscando essas experiências. Para esses atletas culturais, o esporte é mais do que uma atividade, é lifestyle, chance de se conectar e expressar sua identidade.</p>



<p>É crescente a busca de turistas por maratonas ao redor do mundo, as &#8220;Big Six&#8221; — Boston, Londres, Berlim, Chicago, Nova York e Tóquio — atraem milhares de corredores anualmente, aumentando o número de visitantes e gastos nessas cidades. Corridas de longa distância são há muito tempo uma referência de condicionamento físico, mas também estão se tornando uma maneira fascinante para viajantes explorarem novos destinos.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1199" height="852" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-29-at-11.59.29.jpeg" alt="" class="wp-image-3652" style="width:968px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Maratona de Berlim. Foto: BWM Berlim-Marathon 2024.</figcaption></figure>



<p>De acordo com&nbsp;<a href="https://press.strava.com/articles/strava-releases-annual-year-in-sport-trend" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o relatório</a>&nbsp;&#8220;Ano no Esporte 2024&#8221; da Strava , a participação global em clubes de corrida aumentou 59% em 2024 e os viajantes parecem estar muito interessados em combinar esse lisfetyle com suas férias.  A <a href="https://all.accor.com/a/en/limitless/thematics/lifestyle-trends/travel-trends-2025.html#:~:text=Athletic%20Adventures&amp;text=2025%20will%20see%20more%20travellers,challenges%20into%20exciting%20global%20adventures." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Accor</a>&nbsp;&nbsp;prevê que práticas esportivas serão uma das maiores tendências de viagens em 2025, observando um aumento de 50% nas buscas por &#8220;férias de treino&#8221;, diversas empresas já criaram grupos de viajantes focados na corrida, não só em grandes cidades mas também em aventuras off-road e no meio da natureza. </p>



<p>A <a href="https://runcation.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Runcation Travel</a> é uma empresa de aventura com sede nos EUA que oferece retiros de corrida guiados e autoguiados pela Europa e pelas Américas, sua fundadora, Liz Gill, diz que os itinerários mais procurados por seus clientes são as corridas nas Dolomitas, na Itália, Mammoth Lakes, um campo de treinamento para maratonistas nas margens do Parque Nacional de Yosemite, em San Francisco e as extensões da Patagônia Argentina.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="633" height="422" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/07/image-11.png" alt="" class="wp-image-3653"/><figcaption class="wp-element-caption">Trilha nas Dolomitas, Itália. Foto: Loucos por viagem/Fabi Gama.</figcaption></figure>



<p>Alguns dos viajantes vão em busca desses grupos também procurando socialização e relacionamento com pessoas com lifestyle em comum, apesar da corrida ser um esporte individual, quando praticado em grupo, os atletas tendem a aproveitar mais a experiência, compartilhando superações, conquistas e a rotina da viagem. Pesquisas também mostram uma forte ligação entre corrida e bem-estar mental, com alguns indivíduos experimentando a &#8220;euforia do corredor&#8221;.</p>



<p>Os hotéis também estão atentos a essa nova tendência ativa, incorporando mais atividades, quadras, aulas de yoga, pilates e muito mais, criando experiências que mantenham os hóspedes em movimento e engajados. Alguns hotéis&nbsp; <a href="https://cityfittours.com/essexcft" target="_blank" rel="noreferrer noopener">JW Marriott</a>&nbsp;fazem parcerias com clubes de corrida locais, e&nbsp;o  <a href="https://thecostaricacollection.com/experiences/#racquet">The Costa Rica Collection</a>, oferece o &#8220;Raquect Club&#8221;, clube onde  membros e visitantes podem desfrutar de uma ampla variedade de atividades, cada uma focada em promover estilos de vida ativos e saudáveis e criar um senso de comunidade.</p>



<p>O pickleball, esporte de raquete que mistura elementos do tênis, badminton e pingue-pongue, está ganhando popularidade rapidamente entre os atletas de maior poder aquisitivo, combinando perfeitamente com resorts de luxo e bem-estar, quase 20 milhões de americanos jogaram pickleball em 2024. E alguns resorts estão se moldando para tornar esse, o esporte das férias, oferecendo quadras, jogos ilimitados, treinamentos com professores qualificados e até torneios.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="959" height="539" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/07/image-12.png" alt="" class="wp-image-3654"/><figcaption class="wp-element-caption">Quadras pickleball no resort de Punta Mita, no Mexico. Foto: Punta Mita</figcaption></figure>



<p>O tênis é outro esporte que vem crescendo e ganhando espaço entre as gerações mais jovens, em cidades como Los Angeles, Austin e Londres, clubes de tênis modernos combinam jogos com design elegante e programação social. São lounges com painéis de madeira, coquetéis e parcerias com marcas referência, como Lacoste e Alo.</p>



<p>E é claro que as marcas de hospitalidade não ficariam de fora, alguns hotéis de Londres oferecem&nbsp;pacotes para <a href="https://www.wimbledon.com/index.html">Wimbledon</a>&nbsp;com coquetéis personalizados, acomodações de luxo e transporte VIP para o All England Club.&nbsp;O Accor Live Limitless, oferece aos membros fiéis a oportunidade de dar lances em experiências&nbsp;únicas em <a href="https://www.rolandgarros.com/en-us/">Roland-Garros</a>, com assentos premium, acesso VIP e hospitalidade, transformando o tênis em uma forma de entretenimento de elite e uma moeda de experiência.</p>



<p>Para hotéis e destinos, a oportunidade é enorme. Esses esportes atraem viajantes ricos e culturalmente curiosos, que buscam experiências significativas e costumam viajar em grupos. Grandes corridas, torneios e encontros de clubes incentivam estadias mais longas e aumentam a fidelidade por meio de visitas repetidas.</p>



<p></p>
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		<title>Parques urbanos e crianças: o encontro essencial com a natureza na cidade</title>
		<link>https://smilatam.net/parques-urbanos-e-criancas-o-encontro-essencial-com-a-natureza-na-cidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 17:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um mundo cada vez mais urbanizado e digital, a conexão das crianças com a natureza se tornou mais crucial do que nunca. Parques e áreas verdes nas cidades não são apenas espaços esteticamente agradáveis; eles funcionam como laboratórios a céu aberto para o desenvolvimento infantil, oferecendo uma miríade de benefícios físicos, mentais, sociais e [&#8230;]</p>
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<p>Em um mundo cada vez mais urbanizado e digital, a conexão das crianças com a natureza se tornou mais crucial do que nunca. Parques e áreas verdes nas cidades não são apenas espaços esteticamente agradáveis; eles funcionam como laboratórios a céu aberto para o desenvolvimento infantil, oferecendo uma miríade de benefícios físicos, mentais, sociais e emocionais. Incluir ativamente as crianças nesses ambientes é um investimento fundamental em seu bem-estar presente e futuro.</p>



<p>Os benefícios de ter as crianças nesses espaços são inúmeros. Fisicamente, o tempo ao ar livre incentiva o movimento, a corrida, o salto e a escalada, fortalecendo músculos e ossos e diminuindo o risco de obesidade infantil. Mentalmente, a natureza atua como um bálsamo, reduzindo o estresse e a ansiedade, melhorando a concentração e estimulando a criatividade. </p>



<p>Socialmente, esses ambientes são palcos naturais para a interação, onde as crianças aprendem a compartilhar, negociar e desenvolver empatia, além de uma consciência ambiental crucial para o futuro. O contato direto com a flora e a fauna, mesmo em um contexto urbano, desperta a curiosidade e o respeito pela vida, formando cidadãos mais conectados e responsáveis com o planeta.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="615" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/06/image-28.png" alt="" class="wp-image-3528" style="width:990px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Jardins do Museu da República. Foto: Divulgação.</figcaption></figure>



<p>Como pai de um garoto de dois anos e meio, vejo na prática a transformação que um simples passeio na natureza dentro do espaço urbano pode operar. Em um final de semana, depois de brincarmos juntos após sua habitual soneca, meu filho ainda estava particularmente agitado, com a energia transbordando. Sugeri irmos aos jardins do Museu da República, no Catete, Rio de Janeiro, um dos nossos refúgios favoritos. </p>



<p>A princípio, ele relutou, pois sempre precisa ser convencido para sair do ambiente doméstico e sua zona de conforto. No entanto, assim que a aventura começou, com o passeio de metrô e a chegada ao parque, em poucos minutos de caminhada entre as árvores centenárias, observando os peixes no lago e as aves, a tensão em seu rosto se desfez.</p>



<p>Ele começou a correr livremente pelos gramados. Brincamos de bola na grama e, para a nossa alegria, alimentamos os gansos no lago, o que gerou muitas risadas. Aquela hora ao ar livre foi suficiente para recarregar suas energias de forma positiva, acalmar sua mente e nos proporcionar um momento de conexão genuína, longe das distrações digitais.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="781" height="1178" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/06/IMG_9527.jpeg" alt="" class="wp-image-3525"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Acervo pessoal do autor.</figcaption></figure>



<p>Depois desse dia, criamos o hábito de sempre levá-lo para esses espaços naturais, descobrindo juntos um universo rico em estímulos e novas descobertas. Como no vídeo que gravamos, onde encontramos macaquinhos e patos tranquilos na Lagoa Rodrigo de Freitas, cada saída é uma nova aventura que demonstra importância desses refúgios verdes na vida das crianças.</p>



<p>Essa vivência consolida minha convicção de que o acesso a parques e áreas verdes não é um luxo, mas uma necessidade fundamental para o desenvolvimento saudável das crianças. Investir na criação, manutenção e segurança desses espaços é um papel essencial para as cidades e comunidades. </p>



<p>Ao priorizar que nossos pequenos tenham a oportunidade de se sujar na terra, de sentir o sol no rosto e de explorar a natureza – seja em um grande parque como o Bosque da Barra ou nos históricos jardins do Museu da República – estamos nutrindo não apenas corpos, mas mentes e espíritos, preparando-os para serem adultos mais equilibrados, criativos e conscientes do mundo ao seu redor.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Por <strong>Luciano Peluzi</strong> &#8211; CTO na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>Viajar: Gasto ou Investimento?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[alline.sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 18:29:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiro de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências de viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viajar, afinal, é um gasto ou um investimento? Essa é uma pergunta comum, especialmente quando pensamos no tempo, planejamento e recursos financeiros que envolvem colocar o pé na estrada — ou nas nuvens. Organizar uma viagem exige atenção a detalhes como passagens, hospedagem, documentação, roteiros e imprevistos. À primeira vista, tudo isso pode parecer apenas [&#8230;]</p>
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<p>Viajar, afinal, é um gasto ou um investimento? Essa é uma pergunta comum, especialmente quando pensamos no tempo, planejamento e recursos financeiros que envolvem colocar o pé na estrada — ou nas nuvens.</p>



<p>Organizar uma viagem exige atenção a detalhes como passagens, hospedagem, documentação, roteiros e imprevistos. À primeira vista, tudo isso pode parecer apenas uma despesa. Mas quem já viveu uma verdadeira experiência de viagem sabe que o retorno vai muito além do que se pode calcular em cifras.<br></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="573" height="720" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/06/image-14.png" alt="" class="wp-image-3449"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Unsplash</figcaption></figure>



<p>Viajar é muito mais do que conhecer um novo lugar ou realizar o desejo de sair da rotina. É viver o inédito, expandir horizontes e experimentar sensações que nos transformam de dentro para fora. É sentir o frio na barriga ao embarcar para um destino desconhecido, ouvir um idioma novo pela primeira vez, se encantar com sabores e aromas diferentes, e descobrir que o mundo é muito maior e mais surpreendente do que imaginávamos.</p>



<p>Os benefícios de uma viagem são inúmeros e, muitas vezes, incalculáveis. Conhecer novas culturas, aprender com diferentes modos de vida, experimentar outras formas de se relacionar com o tempo, com as pessoas e com o espaço, amplia nossa visão de mundo e fortalece nossa identidade. Cada novo destino nos ensina algo sobre o outro, mas também sobre nós mesmos. Depois de uma viagem, o mundo continua o mesmo mas a gente não. Voltamos mais atentos, mais humanos, mais inteiros.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="917" height="611" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/06/image-11.png" alt="" class="wp-image-3446"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Freepik</figcaption></figure>



<p>Além do enriquecimento pessoal e cultural, viajar também tem um impacto emocional positivo. A expectativa antes da viagem, o encantamento durante, e as lembranças que ficam depois alimentam nosso bem-estar e nossa saúde mental.</p>



<p>Segundo a <a href="https://www.nationalgeographic.com/travel/article/planning-a-trip-is-good-for-you?utm_source=chatgpt.com">National Geographic</a>, o simples ato de planejar uma viagem já promove uma sensação de bem-estar, ajudando a reduzir níveis de estresse e melhorando o humor. Esse planejamento ativa áreas do cérebro relacionadas à expectativa positiva, tornando-se uma forma comprovada de autocuidado.</p>



<p>Estudos como o da <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/viajar-pode-ajudar-a-combater-sinais-de-envelhecimento-diz-estudo/">Universidade Edith Cowan</a>, na Austrália, mostram que viajar também pode ajudar a combater sinais de envelhecimento, melhorando a saúde cerebral de pessoas mais velhas. Interagir com ambientes e culturas diferentes mantém a mente ativa, estimulando a memória e a cognição.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="958" height="617" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/06/image-16.png" alt="" class="wp-image-3454"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Freepik</figcaption></figure>



<p>A <a href="https://www.psychologytoday.com/us/blog/well-read/202504/traveling-is-good-for-your-mental-health">Psychology Today</a> reforça que viagens promovem bem-estar emocional, reduzem sintomas de ansiedade e depressão, aumentam a satisfação com a vida e até estimulam a criatividade. Esses benefícios se manifestam antes, durante e após a experiência, criando um ciclo de impacto positivo na saúde mental. <br><br>E não se trata apenas de viagens longas ou internacionais. Segundo o <a href="https://wttc.org/">World Travel &amp; Tourism Council (WTTC)</a>, pequenas escapadas de fim de semana também contribuem para o bem-estar emocional e aumento da produtividade. Um bate-volta para um lugar novo ou até redescobrir nossa própria cidade com olhos curiosos já pode despertar esse efeito transformador.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="633" height="618" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/06/image-13.png" alt="" class="wp-image-3448"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Freepik</figcaption></figure>



<p>A cada viagem vivida, colecionamos histórias. E essas histórias permanecem. Anos podem passar, mas o brilho no olhar ao relembrar aquela experiência em um lugar especial permanece intacto. E é justamente aí que está o verdadeiro valor: naquilo que levamos para a vida. A bagagem pode voltar cheia de lembranças e souvenirs, mas volta principalmente carregada de possibilidades, novos olhares e aprendizados.</p>



<p>É verdade que a tecnologia hoje nos permite explorar o mundo virtualmente, mas nada substitui a sensação de pisar em solo estrangeiro, ouvir os sons de uma cidade diferente, trocar sorrisos com desconhecidos ou se perder, e se encontrar em meio a ruas que não conhecíamos. Esses momentos são únicos e insubstituíveis.</p>



<p>Por tudo isso, a resposta à pergunta inicial é clara: viajar é, sim, um investimento. Um investimento na alma, na imaginação, no crescimento pessoal e no nosso repertório de mundo. É investir em lembranças que ficarão para sempre, em sensações que não se apagam, e em versões melhores de nós mesmos que surgem a cada novo destino explorado.</p>



<p>Viajar é sobre descobrir o novo, aprender o diferente e viver o inesquecível. E sim, pode parecer clichê, mas<strong> não tem preço</strong>!</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Por <strong>Alline Myrela</strong> — <em>Marketing Analyst na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>“A floresta é o nosso corpo”: uma fala potente da artista Yanomami Ehuana Yaira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Igor Romeu]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 20:14:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na entrevista publicada pela Sumaúma, a artista, escritora e porta-voz do povo Yanomami Ehuana Yaira compartilha uma visão profunda e ancestral sobre a relação entre corpo, território e espiritualidade. Em uma fala carregada de sensibilidade e força, ela revela como, para as mulheres de seu povo, a floresta e o corpo feminino são uma só [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na entrevista publicada pela <strong><a href="https://sumauma.com/">Sumaúma</a></strong>, a artista, escritora e porta-voz do povo Yanomami <strong>Ehuana Yaira</strong> compartilha uma visão profunda e ancestral sobre a relação entre corpo, território e espiritualidade. Em uma fala carregada de sensibilidade e força, ela revela como, para as mulheres de seu povo, a floresta e o corpo feminino são uma só existência — indissociáveis, interligados, sagrados.</p>



<p>Ehuana foi a primeira mulher Yanomami a discursar publicamente na Europa, durante o ciclo <em>&#8220;A Floresta É Mulher&#8221;</em>, promovido pelo Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona. Em um contexto em que os povos originários têm sido historicamente silenciados, sua presença e sua voz representam um gesto de resistência e afirmação.</p>



<p>A entrevista, conduzida pela jornalista Eliane Brum, é um convite à escuta profunda. Nela, Ehuana fala sobre o impacto da invasão de garimpeiros no território Yanomami, os traumas causados ao seu povo, a força das mulheres indígenas e a importância de preservar não apenas a floresta, mas também os modos de vida que nela resistem há milênios.</p>



<p>Mais do que uma conversa, este é um testemunho comovente e necessário — sobre memória, dor, cura e continuidade.</p>



<p>👉 <a class="" href="https://sumauma.com/o-mundo-de-voces-brancos-me-deixa-muito-triste/">Leia a entrevista completa aqui</a></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/06/image.png" alt="" class="wp-image-3385"/></figure>



<p></p>
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		<title>Uma conversa sobre felicidade.</title>
		<link>https://smilatam.net/uma-conversa-sobre-felicidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 13:02:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Países Nórdicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ranking anual de países mais felizes do mundo mostra que o país mais feliz do mundo é a Finlândia, pelo oitavo ano consecutivo na primeira posição. Mas… o que é felicidade? O conceito de felicidade varia para cada pessoa. Muitos a associam a saúde, amor ou dinheiro, mas essa ideia vai muito além. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p><em>O ranking anual de países mais felizes do mundo mostra que o país mais feliz do mundo é a Finlândia, pelo oitavo ano consecutivo na primeira posição. Mas… o que é felicidade?</em></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/04/1_K-Q-__.webp" alt="" class="wp-image-2505"/></figure>



<p>O conceito de felicidade varia para cada pessoa. Muitos a associam a saúde, amor ou dinheiro, mas essa ideia vai muito além. A felicidade é subjetiva, enraizada na experiência individual e entrelaçada com a história da humanidade.</p>



<p>A felicidade sempre ocupou um lugar central na filosofia. Desde os primórdios do pensamento filosófico, diversas definições e perspectivas foram formuladas para compreender seu verdadeiro significado.</p>



<p>Segundo Tales de Mileto, filósofo que viveu entre o final do século VII a.C. e a primeira metade do século VI a.C., a felicidade está em possuir “um corpo são e forte, boa sorte e uma alma bem formada”. Séculos depois, Aristóteles aprofundou essa reflexão, dedicando um livro inteiro ao tema. Para ele, a felicidade dependia de elementos essenciais como saúde, liberdade e uma condição socioeconômica favorável.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da para ser feliz no mundo de hoje?</strong></h2>



<p>Trazendo essa reflexão para os dias de hoje, o filósofo, escritor e professor da PUC-SP, <a href="https://mscortella.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mario Sergio Cortella</a>, define a felicidade como uma vibração intensa, uma sensação de vitalidade que nos preenche e nos dá gosto pela vida. Ele também destaca que há momentos propícios para essa sensação, como na realização de um sonho, no avanço da carreira, em um relacionamento significativo ou até mesmo em uma viagem.</p>



<p>Segundo Cortella, a percepção da felicidade mudou ao longo das gerações. Enquanto os mais velhos viam a estabilidade como sinônimo de felicidade, os mais jovens a associam à vivência de novas experiências. Para ele, <em>“eles querem fazer da vida uma possibilidade de experimentar várias coisas”</em>, buscando realização em momentos diversos ao invés de apenas segurança e permanência.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/04/1_7yE8nTbKvkp__.webp" alt="" class="wp-image-2506"/></figure>



<p>De acordo com <a href="https://arthurbrooks.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Arthur Brooks</a>, cientista social, professor da Universidade de Harvard e escritor, o aumento dos transtornos de ansiedade e depressão é um reflexo de uma busca equivocada pela felicidade. Ele afirma que essa busca ignora um elemento essencial da equação da felicidade: <strong>Felicidade = Prazer + Satisfação + Significado</strong>.</p>



<p>Brooks destaca que, para alcançar uma verdadeira felicidade, é necessário equilíbrio entre essas três dimensões, no entanto, o ritmo acelerado do cotidiano dificulta essa conquista, muitas vezes impedindo a capacidade de nos engajarmos em reflexões mais profundas sobre o que realmente traz felicidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O ranking da felicidade</strong></h2>



<p>Para comparar a felicidade entre diferentes países, o <a href="https://happiness-report.s3.us-east-1.amazonaws.com/2025/WHR+25.pdf?utm_source=the_news&amp;utm_medium=newsletter&amp;utm_campaign=22-03-2025&amp;_bhlid=9c78121750ceb9e446f35a5487ec6a842b88d046" target="_blank" rel="noreferrer noopener">World Happiness Report</a>, um relatório produzido por grandes instituições, como Oxford e Gallup, e divulgado pelas Nações Unidas, estabelece critérios para quantificar a felicidade média da população anualmente. O relatório mais recente foi divulgado em 20 de março de 2025, no Dia Mundial da Felicidade.</p>



<p>Os pesquisadores utilizam dados de entrevistas com uma média de 1.000 pessoas por país, nas quais elas avaliam sua vida atual em uma escala de 0 a 10. Essa análise é baseada em seis critérios fundamentais: renda per capita, expectativa de vida saudável, apoio social, generosidade, liberdade e percepção de corrupção. Esses fatores são levados em conta para calcular a felicidade média de cada nação.</p>



<p>Os países nórdicos dominam as quatro primeiras posições do ranking: Finlândia, Dinamarca, Islândia e Suécia. No contexto das Américas, dois países aparecem no TOP 10: Costa Rica, em sexto lugar, e México, em décimo lugar.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="539" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/04/1_8DBSuv-RynKxE4ZJuPwM0g-1.webp" alt="" class="wp-image-2504"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que os países nórdicos são os mais felizes:</strong></h2>



<p>A Finlândia ocupa o topo do ranking há oito anos consecutivos. Especialistas apontam que fatores como generosidade, renda, expectativa de vida e um bom equilíbrio entre carreira e vida pessoal são algumas das razões que explicam como o país consegue se manter no topo da lista de países mais felizes.</p>



<p>Essas características também são compartilhadas pelos demais países nórdicos, como a democracia, a liberdade de expressão e os baixos níveis de corrupção, que contribuem significativamente para a satisfação geral da população. Além disso, a forte conexão e proximidade com a natureza desempenham um papel importante na qualidade de vida e no bem-estar desses países.</p>



<p>O <strong>Brasil </strong>subiu oito posições e agora ocupa o 36º lugar no ranking, sendo o segundo país sul-americano mais bem classificado, atrás apenas do Uruguai. Por outro lado, os Estados Unidos nunca estiveram tão abaixo, ocupando a 24ª posição, o pior desempenho desde a primeira publicação do ranking.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que determina a felicidade de uma nação?</strong></h2>



<p>Neste ano, o relatório incluiu ações benevolentes como parte da análise de bem-estar, concluindo que “esperar gentileza dos outros” e viver em uma “comunidade solidária” são fortes preditores de felicidade. Além disso, formar e manter amizades, compartilhar refeições (um dos fatores que contribuiu para a queda dos EUA no ranking) e viver com mais pessoas são considerados impactos positivos que influenciam diretamente a felicidade.</p>



<p><a href="https://happiness-report.s3.us-east-1.amazonaws.com/2025/WHR+25.pdf?utm_source=the_news&amp;utm_medium=newsletter&amp;utm_campaign=22-03-2025&amp;_bhlid=9c78121750ceb9e446f35a5487ec6a842b88d046" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Confira aqui</strong></a> o ranking completo do World Happiness Report.</p>



<p>Por <strong>Verônica Lira</strong> — Marketing Analyst na SMI.</p>



<p></p>
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		<title>A vida no off-line anda muito mais divertida.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 15:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seria o low profile a nova tendência de 2025? Uma pesquisa nacional conduzida pela VTrends, da Vivo, revelou que 30% dos brasileiros desejam reduzir o tempo de uso de telas e moderar o consumo de tecnologia. Esse percentual é ainda maior entre os jovens de 18 a 24 anos, alcançando 35%. Essa tendência reflete uma [&#8230;]</p>
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<p><em>Seria o low profile a nova tendência de 2025?</em></p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="485" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/02/0_BHMJ4LrUhF7Yfveo-560x485.webp" alt="Foto: Ilustração: Feu/Design: Flavia Hashimoto" class="wp-image-1899"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Ilustração: Feu/Design: Flavia Hashimoto</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Uma pesquisa nacional conduzida pela VTrends, da Vivo, revelou que 30% dos brasileiros desejam reduzir o tempo de uso de telas e moderar o consumo de tecnologia. Esse percentual é ainda maior entre os jovens de 18 a 24 anos, alcançando 35%.</p>



<p>Essa tendência reflete uma crescente preocupação com a saúde, tanto física quanto mental. O objetivo pode ser realizar as atividades do dia a dia com mais atenção e dedicação ou, ainda, reservar mais tempo para ler um livro, aprender um novo idioma, praticar um esporte ou experimentar uma nova aula na academia. Muitas vezes, esse movimento começa com a vontade de se desconectar por um curto período, mas acaba se transformando no desejo de permanecer off-line por tempo indeterminado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>JoLO — Joy Of Logging Off (prazer de se desconectar)</strong></h2>



<p>Nicole Silbert, líder de marketing LATAM da WGSN, empresa de tendências explica que “O JoLO não é um sentimento anti-tecnológico. Mas uma tentativa de usar a tecnologia de forma mais proposital e menos automática”.</p>



<p>Os hábitos que envolvem atividades manuais, contato com a natureza, experiências sensoriais e o uso de livros físicos e revistas impressas estão em alta. Anos atrás, o Kindle — leitor digital da Amazon — revolucionou o mercado editorial ao impulsionar a migração da leitura para o digital. No entanto, atualmente, muitas pessoas têm resgatado o apreço pelo livro físico. O mesmo ocorre com as revistas impressas: a Capricho, ícone teen dos anos 2000, retomou em 2025 a publicação de edições especiais, após ter encerrado sua versão impressa em 2015.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/02/0_MMIOEwCdxEWiStLg-560x493.webp" alt="Foto: Pinterest, user @sf145005" class="wp-image-1900"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pinterest, user @sf145005</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Segundo a Capricho, o foco está na publicação de edições especiais que proporcionem uma experiência diferenciada ao leitor. De acordo com a editora-chefe, Andréa Martinelli, o público vinha solicitando o retorno das edições impressas.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a geração mais conectada se tornou a que menos quer postar?</strong></h2>



<p>A redução da ansiedade, do estresse e da comparação são os aspectos mais destacados por aqueles que decidiram se desconectar. As gerações mais jovens — Millennials, Gen Z e Alfa — são as mais preocupadas com a saúde mental.</p>



<p>Ao se desconectarem, as pessoas encontram uma oportunidade de recuperar o equilíbrio e a sensação de paz, ao se dedicarem a atividades prazerosas e que oferecem uma experiência diferente daquela de rolar o feed por horas.</p>



<p>Diversos estudos apontam que reduzir o tempo de tela melhora a qualidade do sono, diminui o estresse e aumenta a capacidade de concentração. O turismo tem se mostrado um grande aliado nesse movimento, oferecendo experiências de detox digital em locais focados na natureza e na imersão cultural. Um exemplo disso é a ilha Ulko-Tammio, na Finlândia, onde os celulares não são bem-vindos e os visitantes são incentivados a não usá-los, a fim de aproveitar melhor a experiência local.</p>



<p>Festivais de música e retiros espirituais, onde o uso de celulares é proibido, também têm atraído milhares de pessoas em busca de conexões mais genuínas.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/02/0_rdqjRssQt8Nw4yPZ-560x493.webp" alt="Imagem: Bits to brands, retirada do Instagram da página." class="wp-image-1901"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Bits to brands, retirada do Instagram da página.</figcaption></figure>



<p>A psicóloga Fabíola Luciano, especialista em terapia cognitiva comportamental, em entrevista para “O Globo”, avalia como positiva a decisão, já que com o tempo off-line a pessoa passa a se conectar mais com a “vida real e com os desafios e vivências que ela traz”.</p>



<p></p>



<p>As crianças também estão sendo impactadas por essa tendência. Muitos pais estão repensando a exposição às telas e incentivando atividades como brincadeiras ao ar livre, leitura e jogos de tabuleiro.</p>



<p>Essa tendência ganhou ainda mais força com a proibição do uso de celulares nas escolas, que entrou em vigor em 2025 no Brasil e já está sendo adotada em diversos países, com proibições e restrições. O objetivo é resgatar a interação social, promover a aprendizagem sem distrações digitais e proteger as crianças dos impactos negativos das telas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Viver primeiro e postar depois (ou não postar)</strong></h2>



<p>As curtidas na foto já nem são tão mais importantes assim, o que importa de verdade é viver e curtir o momento.</p>



<p>Se antes todos buscavam o feed perfeito, registrando cada momento, desde a festa do final de semana até o almoço em um restaurante numa terça-feira qualquer, hoje o verdadeiro luxo é ser low profile.</p>



<p>O “Feed Zero” é uma tendência crescente entre os jovens da geração Z, que preferem não postar ou, quando o fazem, optam pelos stories, que desaparecem em 24 horas. Isso resulta em publicações mais espontâneas e menos editadas, trazendo uma abordagem mais autêntica e real.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="408" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/02/0_jtelUQYyrjHvuWVX-560x408.webp" alt="Foto: Site Roberta Jungmann/Reprodução, Instagram" class="wp-image-1902"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Site Roberta Jungmann/Reprodução, Instagram</figcaption></figure>



<p>Se antes a conexão digital era sinônimo de status, agora o verdadeiro luxo é poder se desconectar e viver de fato. O mundo off-line nunca foi tão desejado.</p>



<p>Apesar dos benefícios, a transição para um estilo de vida menos digital pode ser desafiadora. O mundo atual exige presença on-line para o trabalho, os estudos e até para as relações sociais. Por isso, encontrar um equilíbrio entre o digital e o real é fundamental.</p>
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		<title>De olho no clima: O impacto das ondas de calor na indústria de viagens.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 19:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências de viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As altas temperaturas estão afetando diversos destinos turísticos ao redor do mundo, gerando preocupações e alterando significativamente os hábitos de viagem. As ondas de calor têm causado um impacto significativo nos padrões de viagem, especialmente durante a alta temporada de verão no hemisfério norte. Segundo a Comissão Europeia, cerca de 7,6% dos viajantes agora levam [&#8230;]</p>
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<p><em>As altas temperaturas estão afetando diversos destinos turísticos ao redor do mundo, gerando preocupações e alterando significativamente os hábitos de viagem.</em></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/008_deolhonoclimaviagens-001-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1232"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Juntos pela Água. São Paulo, Brasil.</figcaption></figure>



<p>As ondas de calor têm causado um impacto significativo nos padrões de viagem, especialmente durante a alta temporada de verão no hemisfério norte. Segundo a Comissão Europeia, cerca de 7,6% dos viajantes agora levam em consideração os eventos climáticos ao planejar suas viagens. Em resposta, muitos turistas já estão escolhendo destinos mais frescos e menos movimentados durante o verão, como a Noruega e Copenhague.</p>



<p><strong>Euro summer acima da média</strong></p>



<p>O verão europeu de 2024 trouxe temperaturas acima da média em várias cidades, com termômetros ultrapassando os 40 graus por vários dias consecutivos. Essa realidade impacta não apenas o turismo, mas também o meio ambiente e os moradores locais. Na Grécia, o calor extremo contribuiu para a morte de pelo menos seis turistas em junho, e levou ao fechamento de algumas atividades ao ar livre, incluindo a Acrópole, um dos marcos mais emblemáticos do país.</p>



<p>As autoridades espanholas acreditam que o aumento das temperaturas representa um “risco real” para o turismo no país. Em 2023, houve vários casos fatais de insolação entre turistas com mais de 50 anos que estavam fazendo caminhadas durante o verão. “<em>Existe um risco evidente de que as regiões com maior fluxo turístico se tornem menos habitáveis devido ao aumento das ondas de calor e das noites muito mais quentes”</em>, afirmou Héctor Tejero, chefe de saúde e mudanças climáticas do Ministério da Saúde da Espanha.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/008_deolhonoclimaviagens-002-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1233"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Gerard Julien/AFP. G1</figcaption></figure>



<p>A Comissão Europeia prevê uma migração da demanda turística do Mediterrâneo para o norte da Europa, com um número crescente de turistas já optando por destinos mais frescos e menos lotados durante o verão, como Noruega e Copenhague. Alguns países estão adotando políticas para redirecionar o turismo para regiões mais amenas nos meses quentes. A China, por exemplo, está construindo grandes resorts nas montanhas como parte do programa “Destinos de 22 Graus”.</p>



<p><strong>Impactos nas viagens aéreas</strong></p>



<p>As ondas de calor também podem complicar as viagens aéreas, forçando as aeronaves a reduzir o peso de transporte e a estabelecer padrões mínimos para as temperaturas nas cabines. Há relatos de comissários de bordo mencionando problemas de saúde e temperaturas extremamente elevadas dentro das cabines.</p>



<p>As altas temperaturas também estão impactando as decolagens em alguns aeroportos. A temperatura do ar é um fator crucial para a sustentação e a força gravitacional, pois, para que um avião decole, ele precisa gerar sustentação suficiente para superar a gravidade. Com o aumento do calor, esse processo se torna mais desafiador, exigindo a redução do peso máximo de decolagem para garantir a segurança do voo.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/008_deolhonoclimaviagens-0003-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1234"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: iStock</figcaption></figure>



<p><strong>As mudanças climáticas também têm um impacto significativo no Brasil</strong></p>



<p>De acordo com um estudo do Instituto de Pesquisa em Reputação e Imagem (Ipri), o turismo no Brasil também está sendo afetado pelas ondas de calor. Aproximadamente 27% dos entrevistados relataram ter cancelado atividades turísticas por lazer devido às intensas mudanças climáticas. Chuvas fortes, secas severas e variações bruscas de temperatura estão prejudicando o setor, levando alguns viajantes a reconsiderar suas visitas ao Brasil.</p>



<p>Mais da metade dos estados brasileiros estão enfrentando secas severas e queimadas em 2024, representando o pior período vivido por mais da metade do país nos últimos 40 anos. Diante do calor extremo, o governo federal publicou, em agosto, uma portaria que exige que grandes eventos, como shows, festivais e jogos de futebol, ofereçam água potável gratuita ao público até o final do ano.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/008_deolhonoclimaviagens-004-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1235"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Miguel Schincariol/AFP</figcaption></figure>



<p>Uma pesquisa realizada pela Booking revela que 56% dos turistas nacionais estão procurando climas mais amenos, o que reflete a necessidade de maior conscientização e adoção de práticas sustentáveis para garantir o futuro do turismo no Brasil.</p>



<p><strong>E agora, como combater o aquecimento global?</strong></p>



<p>Essas ocorrências são sinais claros da urgência em combater o aquecimento global. É necessário implementar esforços globais planejados e coordenados, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e adaptar destinos mais quentes às mudanças climáticas para garantir sua viabilidade a longo prazo. Além disso, é fundamental investir em infraestrutura adequada e melhorar a resposta a emergências relacionadas ao clima.</p>



<p>No Brasil, empresários e economistas assinaram um “Pacto pela Natureza”, que destaca a necessidade de intensificar as medidas de proteção ambiental e defende a criação de mais agendas econômicas voltadas para discutir as mudanças climáticas.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="450" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/008_deolhonoclimaviagens-005-560x450.webp" alt="" class="wp-image-1236"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: AFP/Guillermo Legaria</figcaption></figure>



<p>A mudança na percepção e nos comportamentos dos viajantes reflete a necessidade de adaptação por parte dos profissionais, não apenas do setor de turismo, mas de todos os setores envolvidos. É essencial que trabalhem em conjunto com os governos locais, promovam a conscientização sobre o aquecimento global e colaborem com a iniciativa privada e os departamentos de meio ambiente.</p>



<p><strong>Por Verônica Lira &#8211; Analista de Marketing na SMI</strong></p>



<p></p>
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