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	<title>SMI</title>
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	<description>Somos uma empresa de desenvolvimento de vendas e marketing especializada na indústria de viagens que fornece soluções integradas para potencializar as operações da sua agência. Conheça os nossos serviços.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 Aug 2025 13:33:18 +0000</lastBuildDate>
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	<title>SMI</title>
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		<title>Era da dopamina, nós estamos viciados em rolar a tela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 13:33:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos cada vez mais viciados em conteúdos online rápidos e acelerados. Tudo é curto, cheio de estímulos — sons, cores, textos — e nosso cérebro recebe tantas informações ao mesmo tempo que fica difícil saber o que realmente será absorvido. Enquanto você avança os stories no Instagram, chega a notificação do TikTok avisando que a [&#8230;]</p>
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<p>Estamos cada vez mais viciados em conteúdos online rápidos e acelerados. Tudo é curto, cheio de estímulos — sons, cores, textos — e nosso cérebro recebe tantas informações ao mesmo tempo que fica difícil saber o que realmente será absorvido.</p>



<p>Enquanto você avança os stories no Instagram, chega a notificação do TikTok avisando que a influenciadora postou um novo vídeo. Ao mesmo tempo, o grupo do WhatsApp não para de falar e o X envia recomendações de posts com base no seu perfil. Já reparou como é possível passar horas rolando o feed sem nem perceber o tempo passar? Uma notificação aqui, um vídeo rápido ali e, quando se dá conta, já é madrugada. Isso é o que muitos especialistas chamam de Era da Dopamina.</p>



<p>A dopamina é um neurotransmissor conhecido como o &#8220;mensageiro do prazer&#8221;. É ela que nos proporciona aquela sensação boa depois de comer algo delicioso, concluir uma tarefa ou receber um elogio. Um cérebro acostumado a doses constantes de dopamina passa a buscar prazer o tempo todo, de maneira rápida e imediata. Quanto mais consumimos conteúdos curtos e ágeis, mais difícil se torna ter paciência para conteúdos longos e profundos, que começam a parecer entediantes.</p>



<p>A psiquiatra <a href="https://www.annalembke.com/">Anna Lembke</a>, autora do livro <em>Nação Dopamina</em>, compara a internet e as redes sociais a uma verdadeira droga. Segundo ela, cada curtida e cada notificação funciona como um pequeno pico que faz nosso cérebro desejar mais. Em alguns casos, essa dependência pode ser tão séria quanto o vício em álcool ou até mesmo em outras drogas.</p>



<p>De acordo com a <a href="https://www.honest-broker.com/p/the-state-of-the-culture-2024">The Honest Broker</a>, o setor que mais cresce na economia cultural é o da distração, e vale lembrar que entretenimento e distração não são a mesma coisa. Consumimos tantas coisas ao mesmo tempo que, no fim, não conseguimos nomear nada do que vimos. Tudo soa como tempo perdido.</p>



<p>Em vez de filmes, os usuários recebem uma sequência infinita de vídeos de 15 segundos. Em vez de músicas inteiras, ouvem apenas trechos curtos, muitas vezes acompanhados por esses vídeos rápidos. Não à toa, já existem diversas músicas lançadas diretamente para o TikTok, com duração de apenas um minuto ou um minuto e meio, feitas para gravar, viralizar e logo serem substituídas pela próxima tendência.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1456" height="835" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-12.png" alt="" class="wp-image-3788" style="width:766px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Ted Gioia / The Honest Broker.</figcaption></figure>



<p>Quando estamos viciados em dopamina, a busca por prazer rápido acaba diminuindo o prazer em outras experiências. Tudo o que não é acelerado ou altamente estimulado perde a graça, e acabamos ficando mais entediados, distraídos e menos criativos. O Relatório Mundial da Felicidade entrevistou 150 mil pessoas em 26 países e descobriu que os Estados Unidos e outros países tecnologicamente avançados estão sofrendo um declínio significativo na felicidade.</p>



<p>Anna Lembke recomenda até um jejum de dopamina, ou seja, ficar algumas semanas longe das redes sociais para que o cérebro retome seu equilíbrio natural. Não se trata de cortar completamente o uso das telas, mas de aprender a equilibrar seu consumo no dia a dia.</p>



<p>As reflexões sobre vício e distração já impactam negativamente o mercado de entretenimento, como no cinema e na televisão. Até a Disney, uma das maiores referências mundiais do setor, enfrenta crises. Na música, alguns artistas chegam a se tornar mais valorizados depois de mortos do que quando vivos, justamente por conta da viralização.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1600" height="900" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-14.png" alt="" class="wp-image-3793" style="width:785px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: FreePik.</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que acontece quando damos um tempo das redes</strong></h2>



<p>A <a href="https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/veja-o-que-acontece-com-seu-cerebro-quando-voce-faz-uma-pausa-nas-redes-sociais">National Geographic Brasil</a> trouxe estudos que mostram o efeito imediato de uma pausa. Em um deles, adolescentes que ficaram apenas três dias sem redes sociais relataram melhora na autoestima e menos preocupação com a aparência. Outro estudo revelou que limitar o uso a 30 minutos por dia já foi suficiente para melhorar o sono e reduzir o estresse.</p>



<p>O caminho para a felicidade autêntica não está em abolir a dopamina, mas em equilibrá-la de forma consciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os impactos na infância</strong></h2>



<p>Como já mencionamos, o vício em redes sociais pode ser comparado ao vício em álcool e drogas. De acordo com uma pesquisa realizada por Júlia Khoury, da UFMG, crianças e adolescentes muito expostos às telas podem desenvolver nomofobia, uma condição que causa medo irracional de ficar sem o celular ou tablet.</p>



<p>&#8220;A gente percebe uma alteração no comportamento da criança. Ela se torna mais irritadiça, agressiva, e apresenta problemas de concentração e aprendizado. Os pais devem ficar atentos a esses sinais e limitar o uso&#8221;, disse Júlia em um podcast para o <a href="https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2025/02/14/dependencia-de-celulares-pelas-criancas-e-semelhante-ao-vicio-em-drogas-alerta-especialista.ghtml">g1</a>.</p>



<p>Pesquisas indicam que a infância está se transformando. Antes marcada por brincadeiras, hoje ela é dominada por telas. O psicólogo Jonathan Haidt chama esse fenômeno de &#8220;grande reconfiguração da infância&#8221;. Dados da UFSC mostram que crianças expostas às telas durante a noite consomem menos alimentos saudáveis e ingerem mais ultraprocessados, o que favorece a obesidade. </p>



<p>A exposição excessiva também reduz as conversas com os pais e está associada a sono ruim, miopia, nomofobia e à síndrome do toque fantasma, condição psicológica em que a pessoa sente, por engano, que o celular está vibrando ou recebendo uma notificação.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/08/image-13.png" alt="" class="wp-image-3791" style="width:736px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Getty Images.</figcaption></figure>



<p>Vivemos em uma era em que nossa atenção é um dos bens mais valiosos. As redes sociais sabem disso e fazem de tudo para nos manter conectados. Mas a escolha final ainda é nossa. Com limites digitais, pausas estratégicas e o resgate de conexões reais, podemos reativar o poder da nossa atenção e retomar o controle das doses de dopamina.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing Analyst na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>Turismo, inovação e sustentabilidade: como a Inteligência Artificial está transformando nossas viagens.</title>
		<link>https://smilatam.net/turismo-inovacao-e-sustentabilidade-como-a-inteligencia-artificial-esta-transformando-nossas-viagens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 16:55:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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		<category><![CDATA[Tendências de viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O turismo está vivendo uma transformação que, embora silenciosa, tem um impacto enorme no jeito como viajamos. Cada vez mais, as pessoas se preocupam com o impacto ambiental de suas escolhas durante uma viagem — seja o voo, o transporte local, ou até onde ficam hospedadas. Isso está gerando uma demanda crescente por soluções que [&#8230;]</p>
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<p>O turismo está vivendo uma transformação que, embora silenciosa, tem um impacto enorme no jeito como viajamos. Cada vez mais, as pessoas se preocupam com o impacto ambiental de suas escolhas durante uma viagem — seja o voo, o transporte local, ou até onde ficam hospedadas. Isso está gerando uma demanda crescente por soluções que tragam sustentabilidade, mas que também aproveitem as tecnologias mais avançadas para tornar tudo mais prático e inteligente. É aí que entra a inteligência artificial, que está revolucionando o planejamento e a experiência do turista, ajudando a reduzir desperdícios e a tornar as viagens mais conscientes.<br><br>Cidades como Copenhague e Amsterdã são exemplos vivos dessa mudança. Ambas utilizam ferramentas baseadas em IA para monitorar o fluxo de turistas em tempo real, o que ajuda a evitar a superlotação em pontos turísticos famosos e distribui melhor a visitação para áreas menos conhecidas, garantindo que o impacto ambiental e cultural seja minimizado. Amsterdã, por exemplo, desenvolveu o AI City Guide, um assistente virtual que oferece recomendações personalizadas baseadas em clima, localização e preferências do visitante, melhorando a experiência e ajudando a dispersar os turistas por toda a cidade. Já Copenhague, premiada pela União Europeia pelo uso de tecnologias digitais no turismo, investiu em apps e plataformas que oferecem tours autoguiados e monitoram o comportamento dos turistas, contribuindo para um turismo mais sustentável e menos invasivo.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="800" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/06/image-19.png" alt="" class="wp-image-3500" style="width:1022px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Copenhague, Dinamarca. Foto: Mobilidade Estadão.</figcaption></figure>



<p>Uma das grandes revoluções acessíveis a qualquer viajante é o uso de informações sobre a emissão de carbono nas plataformas de reserva. O Google Flights, por exemplo, hoje exibe a quantidade estimada de CO₂ que um voo gera, permitindo que as pessoas escolham rotas menos poluentes sem abrir mão da conveniência. Essa transparência é fruto de esforços como a coalizão Travalyst, liderada pelo Príncipe Harry, que trabalha para que grandes empresas de viagens como Skyscanner, Booking.com e Trip.com adotem métricas padronizadas de sustentabilidade, facilitando comparações reais e ajudando o consumidor a tomar decisões mais verdes.<br><br>Mas a IA não para por aí. Plataformas como a startup brasileira INDIANA estão inovando ao usar dados de dispositivos vestíveis, clima local e hábitos pessoais para criar sugestões de roteiros hiper personalizados, em tempo real. Isso significa que o turista recebe recomendações para evitar áreas superlotadas, descobrindo atrações menos conhecidas que também merecem atenção. Além disso, essa tecnologia ajuda a fortalecer o turismo local ao direcionar os visitantes para pequenos negócios e experiências autênticas, fugindo dos roteiros tradicionais e muitas vezes massificados.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="4496" height="3000" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/06/image-21.png" alt="" class="wp-image-3505"/><figcaption class="wp-element-caption">Amsterdã, Países Baixos. Foto: Lala Rebelo Travel Blog.</figcaption></figure>



<p>Outro avanço importante está na criação da chamada identidade digital do viajante, que combina dados pessoais, histórico de vacinas, reservas e preferências em um único ambiente seguro e descentralizado. Utilizando tecnologias como blockchain e IA, essa identidade digital permite que processos como check-in em hotéis, embarques e entrada em atrações sejam mais rápidos e seguros, ao mesmo tempo que garante privacidade e controle dos dados pelo próprio usuário. Para os destinos turísticos, esses dados (sempre coletados com o consentimento do viajante) são uma fonte valiosa para entender perfis de visitantes, planejar campanhas específicas e desenvolver estratégias de preservação ambiental e cultural.</p>



<p>A junção dessas inovações mostra que o turismo do futuro será muito mais conectado, inteligente e sustentável. As tecnologias, principalmente a inteligência artificial, estão permitindo um equilíbrio maior entre o desejo das pessoas de conhecer o mundo e a necessidade urgente de preservar o meio ambiente e as comunidades locais. Viajar deixará de ser só um momento de lazer para se tornar também uma atitude consciente, onde cada escolha conta para um planeta mais saudável e destinos mais valorizados.<br><br>Se quisermos continuar aproveitando o turismo como motor de cultura, desenvolvimento econômico e troca humana, precisamos abraçar essas mudanças. E o melhor é que elas já estão ao nosso alcance, seja na palma da mão, através de um app que te mostra a pegada de carbono de um voo, ou na forma como as cidades pensam o turismo para que seja menos invasivo e mais inteligente. A inovação e a sustentabilidade estão caminhando juntas, e o futuro das viagens, sem dúvida, será mais responsável e cheio de tecnologia para ajudar a gente a aproveitar melhor cada momento.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Por <strong>Laysa Andrade</strong> &#8211; CCO na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>Turismo espacial: A nova fronteira das viagens.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 18:33:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com um mercado inovador, curioso e desejado, o turismo espacial está em discussão há décadas e até então era disponível somente para pilotos e profissionais da área. O primeiro ser humano a viajar para o espaço foi o cosmonauta russo Yuri Gagarin, em 12 de abril de 1961. Desde então, os voos espaciais e as [&#8230;]</p>
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<p><em><em>Com um mercado inovador, curioso e desejado, o turismo espacial está em discussão há décadas e até então era disponível somente para pilotos e profissionais da área.</em></em></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1400" height="788" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/05/image.png" alt="" class="wp-image-2915" style="width:777px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Space Perspective</figcaption></figure>



<p>O primeiro ser humano a viajar para o espaço foi o cosmonauta russo Yuri Gagarin, em 12 de abril de 1961. Desde então, os voos espaciais e as pesquisas na área têm avançado de forma acelerada. Apesar dos enormes desafios técnicos, os casos de sucesso se multiplicam. Segundo um relatório da <a href="https://www.researchandmarkets.com/report/space-tourism" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Research and Markets</a>, o turismo espacial deve movimentar cerca de £6,3 bilhões até 2030, consolidando-se como um setor promissor da indústria aeroespacial.</p>



<p>Um artigo da <a href="https://www.esa.int/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Espacial Europeia</a> diz que, o termo correto para “turismo espacial” seria “voos suborbitais”. Isso porque essas viagens consistem em levar uma espaçonave a uma altitude elevada o suficiente para, com a velocidade adequada, gerar a sensação de ausência de gravidade, sem que a nave entre em órbita ao redor da Terra.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Todos podemos virar astronautas?</strong></h2>



<p>Atualmente, diversas empresas estão investindo em voos suborbitais com foco no turismo, e muitos especialistas acreditam que esse novo setor seguirá um caminho semelhante ao da aviação comercial, inicialmente acessível apenas a investidores e pessoas de altíssimo poder aquisitivo, mas com potencial para se tornar mais acessível ao público geral com o tempo.</p>



<p>O primeiro turista espacial foi o norte-americano Dennis Tito, que participou da missão Soyuz TM-32 em abril de 2001.</p>



<p>Em 2008, quando o documento da Agência Espacial Europeia foi publicado, o custo de um voo suborbital da <a href="https://www.virgingalactic.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Virgin Galactic</a>, de Richard Brasnson, era de cerca de 200 mil dólares.</p>



<p>O custo nominal dessas viagens está atualmente entre 200 mil e 300 mil dólares, com duração de mais ou menos 10 minutos, e é realizado por empresas como <a href="https://www.blueorigin.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Blue Origin</a>, Virgin Galactic, <a href="https://www.boeing.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Boeing</a> e<a href="https://www.spacex.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> SpaceX.</a> A VSS Unity, da Virgin Galactic, realiza voos que alcançam até 90km acima da superfície da Terra, mas ainda não é possível de chegar até a Lua.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="808" height="454" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/05/image-1.png" alt="" class="wp-image-2916" style="width:818px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Richard Branson desfruta de uma viagem ao espaço a bordo do VSS Unity. </em>Foto: Virgin Galactic.</figcaption></figure>



<p id="0a83">Em abril deste ano, a empresa Blue Origin lançou, no Texas, a nave New Shepard com seis mulheres a bordo, incluindo a cantora Katy Perry. Após uma viagem de 10 minutos, a cápsula e o foguete retornaram à Terra com segurança.</p>



<p id="0b8c">Esta foi a primeira viagem espacial com uma tripulação totalmente feminina desde 1963, quando a cosmonauta russa Valentina Tereshkova fez história ao viajar sozinha para o espaço.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="984" height="656" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/05/image-2.png" alt="" class="wp-image-2918" style="width:804px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Blue Origin divulga foto da tripulação da missão NS-31. Foto: Divulgação/Blue Origin.</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Hospedagens espaciais</strong></h2>



<p id="3c90">Além das viagens espaciais, a NASA aponta que várias empresas privadas já estão desenvolvendo projetos iniciais para hotéis orbitais de luxo, que é o caso da&nbsp;<a href="https://mossoronews.com.br/hotel-de-luxo-no-espaco-conheca-o-ambicioso-projeto-voyager-station-com-inauguracao-prevista-para-2027/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Voyager Station</a>. Esses hotéis, semelhantes a estações espaciais, orbitarão a Terra e oferecerão acomodações para hóspedes, ao mesmo tempo em que poderão contribuir para avanços nas descobertas científicas.</p>



<p id="5ce0">A Voyager Station é um dos projetos mais ambiciosos, sendo o primeiro resort espacial do mundo e orbitará a Terra em uma altitude entre 500 e 550 quilômetros. Planejada para acomodar até 400 hóspedes, contará com restaurantes, bares e até uma quadra de basquete em gravidade zero. Além disso, terá gravidade artificial, permitindo que os viajantes se movam e vivam de maneira semelhante à vida na Terra enquanto estão hospedados no resort. A previsão de inauguração está para 2027.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/05/image-3.png" alt="" class="wp-image-2921"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Voyager Station.</figcaption></figure>



<p id="166f">A Voyager Station já está aceitando reservas, e para passar uma temporada no espaço, o viajante precisará desembolsar cerca de US$ 25 milhões, valor que será utilizado como investimento no desenvolvimento do projeto.</p>



<p id="2b89">O projeto também impulsionará o desenvolvimento da economia espacial, marcando um grande avanço na exploração do espaço. Além de proporcionar uma experiência única para os hóspedes, a Voyager Station servirá como um laboratório de testes para tecnologias essenciais, que poderão ser aplicadas em futuras missões à Lua e a Marte. Com isso, a colonização de outros planetas e luas se tornará um pouco mais próxima da realidade.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Por <strong>Verônica Lira</strong> — Marketing Analyst na SMI.</p>



<p></p>
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		<title>A vida no off-line anda muito mais divertida.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 15:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seria o low profile a nova tendência de 2025? Uma pesquisa nacional conduzida pela VTrends, da Vivo, revelou que 30% dos brasileiros desejam reduzir o tempo de uso de telas e moderar o consumo de tecnologia. Esse percentual é ainda maior entre os jovens de 18 a 24 anos, alcançando 35%. Essa tendência reflete uma [&#8230;]</p>
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<p><em>Seria o low profile a nova tendência de 2025?</em></p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="485" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/02/0_BHMJ4LrUhF7Yfveo-560x485.webp" alt="Foto: Ilustração: Feu/Design: Flavia Hashimoto" class="wp-image-1899"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Ilustração: Feu/Design: Flavia Hashimoto</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Uma pesquisa nacional conduzida pela VTrends, da Vivo, revelou que 30% dos brasileiros desejam reduzir o tempo de uso de telas e moderar o consumo de tecnologia. Esse percentual é ainda maior entre os jovens de 18 a 24 anos, alcançando 35%.</p>



<p>Essa tendência reflete uma crescente preocupação com a saúde, tanto física quanto mental. O objetivo pode ser realizar as atividades do dia a dia com mais atenção e dedicação ou, ainda, reservar mais tempo para ler um livro, aprender um novo idioma, praticar um esporte ou experimentar uma nova aula na academia. Muitas vezes, esse movimento começa com a vontade de se desconectar por um curto período, mas acaba se transformando no desejo de permanecer off-line por tempo indeterminado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>JoLO — Joy Of Logging Off (prazer de se desconectar)</strong></h2>



<p>Nicole Silbert, líder de marketing LATAM da WGSN, empresa de tendências explica que “O JoLO não é um sentimento anti-tecnológico. Mas uma tentativa de usar a tecnologia de forma mais proposital e menos automática”.</p>



<p>Os hábitos que envolvem atividades manuais, contato com a natureza, experiências sensoriais e o uso de livros físicos e revistas impressas estão em alta. Anos atrás, o Kindle — leitor digital da Amazon — revolucionou o mercado editorial ao impulsionar a migração da leitura para o digital. No entanto, atualmente, muitas pessoas têm resgatado o apreço pelo livro físico. O mesmo ocorre com as revistas impressas: a Capricho, ícone teen dos anos 2000, retomou em 2025 a publicação de edições especiais, após ter encerrado sua versão impressa em 2015.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/02/0_MMIOEwCdxEWiStLg-560x493.webp" alt="Foto: Pinterest, user @sf145005" class="wp-image-1900"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pinterest, user @sf145005</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Segundo a Capricho, o foco está na publicação de edições especiais que proporcionem uma experiência diferenciada ao leitor. De acordo com a editora-chefe, Andréa Martinelli, o público vinha solicitando o retorno das edições impressas.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a geração mais conectada se tornou a que menos quer postar?</strong></h2>



<p>A redução da ansiedade, do estresse e da comparação são os aspectos mais destacados por aqueles que decidiram se desconectar. As gerações mais jovens — Millennials, Gen Z e Alfa — são as mais preocupadas com a saúde mental.</p>



<p>Ao se desconectarem, as pessoas encontram uma oportunidade de recuperar o equilíbrio e a sensação de paz, ao se dedicarem a atividades prazerosas e que oferecem uma experiência diferente daquela de rolar o feed por horas.</p>



<p>Diversos estudos apontam que reduzir o tempo de tela melhora a qualidade do sono, diminui o estresse e aumenta a capacidade de concentração. O turismo tem se mostrado um grande aliado nesse movimento, oferecendo experiências de detox digital em locais focados na natureza e na imersão cultural. Um exemplo disso é a ilha Ulko-Tammio, na Finlândia, onde os celulares não são bem-vindos e os visitantes são incentivados a não usá-los, a fim de aproveitar melhor a experiência local.</p>



<p>Festivais de música e retiros espirituais, onde o uso de celulares é proibido, também têm atraído milhares de pessoas em busca de conexões mais genuínas.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/02/0_rdqjRssQt8Nw4yPZ-560x493.webp" alt="Imagem: Bits to brands, retirada do Instagram da página." class="wp-image-1901"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Bits to brands, retirada do Instagram da página.</figcaption></figure>



<p>A psicóloga Fabíola Luciano, especialista em terapia cognitiva comportamental, em entrevista para “O Globo”, avalia como positiva a decisão, já que com o tempo off-line a pessoa passa a se conectar mais com a “vida real e com os desafios e vivências que ela traz”.</p>



<p></p>



<p>As crianças também estão sendo impactadas por essa tendência. Muitos pais estão repensando a exposição às telas e incentivando atividades como brincadeiras ao ar livre, leitura e jogos de tabuleiro.</p>



<p>Essa tendência ganhou ainda mais força com a proibição do uso de celulares nas escolas, que entrou em vigor em 2025 no Brasil e já está sendo adotada em diversos países, com proibições e restrições. O objetivo é resgatar a interação social, promover a aprendizagem sem distrações digitais e proteger as crianças dos impactos negativos das telas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Viver primeiro e postar depois (ou não postar)</strong></h2>



<p>As curtidas na foto já nem são tão mais importantes assim, o que importa de verdade é viver e curtir o momento.</p>



<p>Se antes todos buscavam o feed perfeito, registrando cada momento, desde a festa do final de semana até o almoço em um restaurante numa terça-feira qualquer, hoje o verdadeiro luxo é ser low profile.</p>



<p>O “Feed Zero” é uma tendência crescente entre os jovens da geração Z, que preferem não postar ou, quando o fazem, optam pelos stories, que desaparecem em 24 horas. Isso resulta em publicações mais espontâneas e menos editadas, trazendo uma abordagem mais autêntica e real.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="408" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/02/0_jtelUQYyrjHvuWVX-560x408.webp" alt="Foto: Site Roberta Jungmann/Reprodução, Instagram" class="wp-image-1902"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Site Roberta Jungmann/Reprodução, Instagram</figcaption></figure>



<p>Se antes a conexão digital era sinônimo de status, agora o verdadeiro luxo é poder se desconectar e viver de fato. O mundo off-line nunca foi tão desejado.</p>



<p>Apesar dos benefícios, a transição para um estilo de vida menos digital pode ser desafiadora. O mundo atual exige presença on-line para o trabalho, os estudos e até para as relações sociais. Por isso, encontrar um equilíbrio entre o digital e o real é fundamental.</p>
<p>O post <a href="https://smilatam.net/a-vida-no-off-line-anda-muito-mais-divertida/">A vida no off-line anda muito mais divertida.</a> apareceu primeiro em <a href="https://smilatam.net">Soluções inovadoras para empresas de turismo</a>.</p>
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		<title>Como as crianças enxergam o mundo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 17:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto multimídia de escuta sensível “O mundo que sei” dá voz a crianças de 6 a 13 anos para entender como elas veem e explicam o mundo. “O mundo que sei” é um projeto da antropóloga Adriana Friedmann, que reuniu a perspectiva de 23 crianças de diferentes faixas etárias e classes econômicas. Por meio [&#8230;]</p>
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<p><em>O projeto multimídia de escuta sensível “O mundo que sei” dá voz a crianças de 6 a 13 anos para entender como elas veem e explicam o mundo.</em></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/003_comoascriancasenxergam-001-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1182"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação do projeto.</figcaption></figure>



<p>“O mundo que sei” é um projeto da antropóloga Adriana Friedmann, que reuniu a perspectiva de 23 crianças de diferentes faixas etárias e classes econômicas. Por meio de dinâmicas interativas e brincadeiras envolventes, meninos e meninas refletiram, responderam e questionaram diversos temas do mundo atual, abordando assuntos como meio ambiente, diversidade, violência e saúde mental.</p>



<p>O projeto se baseia em uma pesquisa aprofundada que ouviu 170 crianças do estado de São Paulo, organizando as descobertas em nove grandes temas: “Um mundo por vir,” “O mundo de onde eu vim,” “Um mundo de afetos,” “O mundo de dentro,” “O mundo do outro,” “O mundo que eu aprendo,” “O mundo pra lá das telas” e “Um mundo violento.” Cada grupo reflete o que as crianças expressam, o que seus familiares relatam e o que os dados quantitativos revelam sobre esses assuntos, proporcionando uma visão abrangente de como as crianças vivenciam e interpretam diferentes aspectos do mundo atual.</p>



<p>Das 170 crianças participantes da <a href="https://omundoquesei.com.br/report/#baixe" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisa inicial</a>, 23 foram selecionadas para integrar o projeto multimídia, que desenvolveu seu conteúdo a partir dessa investigação e das próprias falas das crianças. O projeto está disponível em uma série de nove episódios em vídeo no <a href="https://www.youtube.com/@omundoquesei" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Youtube</strong></a> — um para cada grupo temático — e também como<a href="https://open.spotify.com/show/09E2rcpaEZGYvmmqkbmfhO?si=9c03a93358dc4286" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>podcast no Spotify</strong></a><strong>.</strong> Além disso, o projeto conta com uma página no Instagram, <a href="https://www.instagram.com/omundoquesei/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>@omundoquesei</strong></a><strong>.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="345" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/003_comoascriancasenxergam-002-560x345.webp" alt="" class="wp-image-1183"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação do projeto.</figcaption></figure>



<p><strong>Um mundo por vir</strong></p>



<p>As crianças refletem sobre o futuro do planeta, abordando questões como mudanças climáticas, desigualdade social e violência. Expressões que criticam o excesso de poder e ganância surgem frequentemente, surpreendendo pela profundidade vinda de quem está apenas começando a vida. Elas também acreditam que a maior parte dos problemas atuais é resultado das ações humanas e demonstram uma forte preocupação em contribuir para a melhoria desse cenário.</p>



<p><em>“Eu colocaria a aldeia e a cidade junto porque, aí, ninguém mais brigaria por terra.”</em>&nbsp;— Menino, 8 anos.</p>



<p><strong>O mundo de onde eu vim</strong></p>



<p>O tema de família e sociedade levanta questões essenciais, como a importância de uma boa convivência e a inclusão de diferentes configurações familiares. Entre os participantes, há meninos e meninas criados por pais, avós, ou que não conhecem o pai, cada um refletindo sobre o que família significa para eles. Essas falas desafiam e ampliam o entendimento da estrutura familiar tradicional, promovendo uma visão mais inclusiva e diversa.</p>



<p><em>“Eu acho que, para mim, o que é bom sobre família é que são pessoas que, se você tem um bom relacionamento, você consegue contar para muitas coisas porque conhece a maior parte da sua vida ou até a sua vida inteira”&nbsp;</em>— Menina, 12 anos.</p>



<p><strong>Um mundo de afetos</strong></p>



<p>O terceiro episódio traz conflitos de relacionamentos, sejam eles amorosos, familiares ou de amizade. Temas como bullying, brigas e dificuldades no convívio escolar são comuns nesse tópico, além de primeiro amor e até o primeiro beijo.</p>



<p><em>“Muita gente já me chamou de fraco, de magro. Agora que eu cresci e sou bom em esportes, as pessoas conseguem me respeitar e achar que eu sou uma pessoa boa.”</em>&nbsp;— Menino, 12 anos.</p>



<p><strong>O mundo de dentro</strong></p>



<p>A saúde mental é uma preocupação presente em todas as idades, e as crianças demonstram plena consciência desse tema. Solidão, falta de interação social, ansiedade e depressão são questões levantadas até mesmo pelos mais jovens, revelando um entendimento precoce dessas dificuldades. Além disso, os efeitos remanescentes da pandemia ainda impactam a saúde mental de algumas dessas crianças.</p>



<p>“<em>A vida é alegria, mas também é tristeza.</em>” — Menino, 7 anos.</p>



<p><strong>O mundo do outro</strong></p>



<p>A luta contra a discriminação e os preconceitos também inclui as crianças, que estão cientes quando são vítimas de ataques e sabem o que é inaceitável fazer ou dizer. Machismo, racismo e homofobia são temas que surgem com força, mesmo que alguns pais ainda acreditem que elas estejam imunes a sofrer preconceitos.</p>



<p><em>“Machismo é injustiça porque os homens tratam as mulheres mal.”</em>&nbsp;— Menina, 8 anos</p>



<p><strong>O mundo que eu aprendo</strong></p>



<p>Qual é o papel da escola e o que as crianças desejam e precisam aprender atualmente? A escola vai além de ser um mero espaço de aprendizado; é um ambiente de convivência, reflexão e troca de experiências. Hoje, não é mais o único lugar onde as crianças adquirem conhecimento; a internet se tornou uma fonte primária de curiosidade e aprendizado. Portanto, a tecnologia deve ser vista como uma aliada no ambiente escolar.</p>



<p><em>“Não sei se tem um jeito que [a escola] deveria ser mas eu acho que poderia ser um pouco mais interativa. Tipo, eu não gosto muito de aulas que os professores só ficam escrevendo coisas na lousa, que a gente tem que copiar, porque eu acho que eu não aprendo tanto assim.”</em>&nbsp;— Menina, 12 anos.</p>



<p><strong>O mundo que me cerca</strong></p>



<p>Crianças que vivem em apartamentos muitas vezes sentem medo da vida “lá fora”. A falta de contato com a natureza, o excesso de violência e a insegurança são fatores que impactam sua saúde emocional. A infância não deve ser confinada, mas, ao mesmo tempo, deve proporcionar um ambiente seguro em que as crianças possam explorar e se desenvolver plenamente.</p>



<p><em>“[Eu tenho medo de] ficar num lugar escuro, se afogar, ser roubada…”</em>&nbsp;— Menina, 8 anos.</p>



<p><strong>O mundo pra lá das telas</strong></p>



<p>Estamos cada vez mais conectados, e as crianças não ficam de fora dessa realidade, muitas já nascem fascinadas por celulares e iPads. Enquanto alguns pais impõem restrições ao uso de telas, estabelecendo limites de horas diárias, idades mínimas ou horários específicos para desconectar, eles também reconhecem a importância de aproveitar as vantagens da tecnologia. O ambiente virtual oferece uma rica fonte de entretenimento e aprendizado, desafiando os adultos a encontrarem um equilíbrio saudável entre o uso da tecnologia e a interação no mundo real.</p>



<p><em>“Uma coisa bem diferente no jogo é que você renasce. Você morre e, quando você morre, ao invés de cair torto, na maioria dos jogos, seu corpo se desmonta. Seu braço, sua cabeça, seu outro braço e suas pernas saem. Na vida real, você não renasce, ou renasce numa vida que a gente não sabe.” — Menino, 9 anos.</em></p>



<p><strong>Um mundo violento</strong></p>



<p>A violência permeia a vida das crianças de diversas formas, seja por meio de histórias familiares, castigos ou até mesmo no ambiente escolar, manifestando-se verbalmente e através de preconceitos, racismo e discriminação. Esse tópico explora como as crianças percebem e vivenciam a violência, revelando suas reflexões e sentimentos sobre essas experiências impactantes.</p>



<p><em>“Violência é tanto agressão física como verbal, que pode machucar por dentro da pessoa ou por fora. A agressão também pode machucar os sentimentos. Aí a pessoa pode se sentir triste.”</em>&nbsp;— Menino, 12 anos.</p>



<p><strong>Aprendizados e reflexões</strong></p>



<p>Um dos aspectos mais tocantes do projeto é a forma como as crianças refletem sobre seu cotidiano, trazendo à tona questões como a ausência dos pais, a falta de tempo livre para brincar e outros anseios que, muitas vezes, não compartilham com muitas pessoas. Segundo Adriana Friedmann, o projeto evidencia a preocupação das crianças com o mundo que os adultos estão deixando para elas.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/003_comoascriancasenxergam-003-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1184"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Site oficial do projeto.</figcaption></figure>



<p>Ouça o Podcast O mundo que sei no&nbsp;<a href="https://open.spotify.com/show/09E2rcpaEZGYvmmqkbmfhO?si=3e1b94df59a64c39&amp;nd=1&amp;dlsi=bd301b778fd34426" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Spotify</a>.</p>



<p><strong>Assista à série no <a href="https://www.youtube.com/@omundoquesei" target="_blank" rel="noreferrer noopener">YouTube.</a></strong></p>



<p><strong>Por Verônica Lira</strong>&nbsp;—&nbsp;<em>Marketing Analyst na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>Mais uma novidade: OpenAI, dona do ChatGPT, lança modelo para criação de vídeos</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 20:50:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Parece que os avanços relacionados a inteligência artificial estão longe de acabar. Depois da criação automática de textos, aOpenAI, criadora do robô ChatGPT, anunciou um modelo que cria vídeos realistas a partir de texto curtos. Batizado de Sora, ele foi liberado para análises de especialistas e ainda não está disponível ao público. As primeiras demonstrações do [&#8230;]</p>
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<p>Parece que os avanços relacionados a inteligência artificial estão longe de acabar. Depois da criação automática de textos, aOpenAI, criadora do robô <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/chatgpt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ChatGPT</a>, anunciou um modelo que cria vídeos realistas a partir de texto curtos. Batizado de Sora, ele foi liberado para análises de especialistas e ainda não está disponível ao público.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/021_maisumanovidadeopenaidonadochatgpt-001-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1579"/></figure>



<p>As primeiras demonstrações do Sora incluem tanto animações quanto imagens com estilo realista. Nenhum vídeo foi gravado por humanos, e sim gerado pela inteligência artificial a partir de pequenos textos. O texto é escrito com muitas descrições e a partir dele o vídeo é preparado.</p>



<p>A técnica utilizada pelo Sora é chamada de “difusão”, ou seja, cria imagens a partir de pontos aleatórios. No começo do processo, o vídeo tem uma aparência de ruído estático, o efeito de TVs antigas que estão sem sinal. E, aos poucos, o visual é transformado em algo que pode ser reconhecido por um ser humano.</p>



<p><strong>O processo e as dificuldades</strong></p>



<p>Segundo a empresa, além de criar vídeos do zero, seu novo modelo de inteligência artificial é capaz de criar continuações de vídeos existentes e gerar vídeos a partir de imagens estáticas.</p>



<p>Mas, nem tudo são flores e também existem fraquezas. Segundo a OpenAI, o Sora pode ter dificuldade para reproduzir a física de uma cena complexa e pode não entender lógicas de causa e efeito. O modelo também pode confundir detalhes espaciais de um ‘prompt’, por exemplo, misturando direita e esquerda, e pode ter dificuldades com descrições precisas de eventos que ocorrem ao longo do tempo, como seguir uma trajetória específica de câmera.</p>



<p><strong>Segurança e acesso</strong></p>



<p>A OpenAI promete tomar várias medidas de segurança antes de disponibilizar o Sora em seus produtos. Segundo a empresa, o texto apresentado para encomendar um vídeo será verificado para identificar comandos que levem à violação da política de uso da companhia, como aqueles que requeiram violência extrema, conteúdo sexual, semelhança com celebridades etc.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/021_maisumanovidadeopenaidonadochatgpt-002-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1580"/></figure>



<p><strong>O que já existe</strong></p>



<p>Já existem outras empresas que criam vídeos a partir de inteligência artificial, mas a maioria apenas gera cenas curtas ou apresenta alucinações e defeitos graves. A expectativa é que a nova ferramenta da OpenAI seja superior às concorrentes e suba o patamar dos vídeos feitos com inteligência artificial. O que se espera é que uma fração desses erros seja resolvida quando o público geral tiver acesso ao Sora.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/021_maisumanovidadeopenaidonadochatgpt-003-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1581"/></figure>



<p><em>E aí? Já pensou em como será o futuro e as novas possibilidades de uso da inteligência artificial? Um fato já sabemos, os avanços não param de acontecer e teremos que nos adaptar as novas realidades.</em></p>



<p><strong>Por Marina Carvalheira — Writer na SMI</strong></p>
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		<title>Co-Star a rede social astrológica que combina dados da Nasa em tempo real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[vx-admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 19:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante séculos, em países não ocidentais, como Índia e China, a astrologia desempenhou um papel importante em informar como as pessoas pensam sobre o lugar delas no mundo. No entanto, ela recentemente ganhou maior força no ocidente, à medida que as pessoas recorrem cada vez mais à orientação das estrelas em redes sociais. De aplicativos [&#8230;]</p>
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<p>Durante séculos, em países não ocidentais, como Índia e China, a astrologia desempenhou um papel importante em informar como as pessoas pensam sobre o lugar delas no mundo. No entanto, ela recentemente ganhou maior força no ocidente, à medida que as pessoas recorrem cada vez mais à orientação das estrelas em redes sociais.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/020_costararedesocialastrologica-001-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1553"/></figure>



<p>De aplicativos de horóscopo diário passando por memes e astrólogos influencers e até artigos sobre como se vestir ou praticar o autocuidado de acordo com o seu signo, a astrologia entrou de vez no mainstream, permeando quase todas os campo da vida.&nbsp;<strong>Falar sobre signo já faz parte do acordo social coletivo dos jovens, 40% dos millennials e 47% da Geração Z acompanham astrologia e tomam decisões baseadas nos astros.</strong></p>



<p><strong>Astrologia e tecnologia</strong></p>



<p>Cada vez mais, a tecnologia permite que você tenha acesso ao que os signos reservam para você em todos aspectos da sua vida: amoroso, profissional, emocional em um nano-instante na tela do celular. Entre os aplicativos e sites que surgiam nesse boom esotérico, um app tem se destacado: o Co-Star.</p>



<p><strong>O aplicativo e suas funções</strong></p>



<p>A proposta do app é simples: mostrar qual a sua previsão astrológica do dia, o que você “deve” ou “não deve” fazer de acordo com uma lista, além de levantar questionamentos com frases inspiradoras. A diferença de fato do app é abordar temas como ansiedade, confiança, amor próprio, etc com uma linguagem tanto escrita quanto visual e diferentona. Segundo o Co-Star, o app combina dados da NASA com avaliações de astrólogos para dar insights sobre personalidade e futuro.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/020_costararedesocialastrologica-002-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1554"/></figure>



<p>Além disso outra função interessante do app é permitir que você se conecte a amigos e acompanhe como os planetas estão afetando a vida deles no momento. Assim, dá pra saber o nível de compatibilidade dos dois naquele momento e sentimentos do dia.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/020_costararedesocialastrologica-003-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1555"/></figure>



<p><em>E você? Já está surfando a nova onda? A astrologia também guia sua vida?</em></p>



<p><strong>Por Marina Carvalheira — Writer na SMI</strong></p>
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		<title>Apple e inovação na percepção de luxo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Igor Romeu]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 13:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como todo ano, nesse mês de setembro a Apple lançou o novo iPhone com transmissão da região de San Francisco na California. Mas não é o novo iPhone que me chamou mais atenção e trouxe uma inovação significativa ao mercado de bens de consumo de luxo. Nesse evento de lançamento da Apple, eles anunciaram que [&#8230;]</p>
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<p>Como todo ano, nesse mês de setembro a Apple lançou o novo iPhone com transmissão da região de San Francisco na California. Mas não é o novo iPhone que me chamou mais atenção e trouxe uma inovação significativa ao mercado de bens de consumo de luxo.</p>



<p><strong>Nesse evento de lançamento da Apple, eles anunciaram que não usarão mais couro de animal em nenhum de seus produtos, nem em pulseiras de relógio e nem em capinhas de celular.</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Status de 2030 | Mãe Natureza | Apple" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/FZq3rYGWXjI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>A empresa está com a meta de tornar toda a empresa e a sua cadeia em carbono neutro até 2030.&nbsp;<em>“O plano da Apple é de atingir uma redução agressiva de 75% em suas emissões de carbono gerais com base nos níveis de 2015. Ao evitar atividades que gerassem emissões de carbono, expandir significativamente o uso de energia renovável em todas as operações corporativas da empresa e da cadeia de fornecimento e desenvolver produtos usando materiais reciclados e renováveis, a Apple reduziu suas emissões totais em mais de 45% desde 2015 e ainda teve mais de 65% de aumento de receita no mesmo período” (</em><a href="https://www.apple.com/br/newsroom/2023/09/apple-unveils-its-first-carbon-neutral-products/#:~:text=A%20Apple%20est%C3%A1%20substituindo%20o,ap%C3%B3s%20o%20uso%20pelo%20consumidor." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Apple Newsroom</em></a><em>)</em>. E uma das várias ações para neutralizar as emissões de carbono foi abandonar o couro como matéria prima.</p>



<p>Esse fato representa uma grande inovação tecnológica em desenvolver produtos de qualidade que não causam impactos ambientais significativos e ainda uma inovação de percepção dos bens de consumo de luxo. Afinal o couro sempre foi associado aos bens de luxo, como carro com banco de couro, sofá de couro legítimo, bolsas e sapatos Gucci, Louis Vuitton, Burberry, Chanel, Hermès,… E essa inovação da Apple traz também uma mudança em conjunto com uma de suas parcerias de marcas: a luxuosa&nbsp;<a href="https://www.apple.com/apple-watch-hermes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">linha</a>&nbsp;de Apple Watch da Hermès.</p>



<p>Uma marca de alto luxo que sempre foi associada a materiais de couro — ainda mais porque a Hermès nasceu com um artesão produzindo materiais de montaria no século XIX — está lançando junto com a Apple pulseiras de Apple Watch feitas com materiais de fibras e borracha, sem uma peça de couro e tão luxuosas quanto as da linha anterior.</p>



<p><strong>Mudança de mindset</strong></p>



<p>Ainda é difícil encontrar marcas de luxo que consigam substituir o couro e agregar valor que coloque o produto sem couro em uma categoria do mesmo nível ou até superior em percepção de valor ao consumidor. Uma mala Mont Blanc de tecido não passa a mesma percepção de luxo (e qualidade) que uma mala de couro. No entanto essa inovação da Apple pode trazer uma nova era para a indústria de bens de consumo de luxo, traz um valor ainda mais forte que qualquer skill que tenha sido associada ao couro possa trazer (como durabilidade) que é a sustentabilidade, a responsabilidade social e a preservação do planeta.</p>



<p>Já vivemos uma realidade em que a percepção de “brega” (usando um jargão da moda) é um produto ou empresa que contribui ainda mais para a destruição ambiental, explora trabalhadores e não é sustentável. Muitas mudanças e inovações de mercado vêm do segmento de luxo e influenciam o que vai ser tendência e virar moda,&nbsp;<strong>aposto que essa inovação de matéria prima da Apple vai trazer muita mudança por aí</strong>, começando pelo mercado de luxo.</p>



<p><em>Por Igor Romeu — CMO na SMI</em></p>
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		<title>Inteligência artificial na indústria do turismo: complemento ou concorrência?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[vx-admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 15:35:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na era digital, a presença de inteligência artificial tem sido cada vez mais marcante em diversas áreas, e a indústria de viagens não é exceção. Com a chegada do ChatGPT, uma plataforma de inteligência artificial altamente versátil, surge a pergunta: será que essa tecnologia pode substituir os agentes de viagens tradicionais? Vamos analisar os prós [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/1_IKMce7q8KlLFZwVMTxfuaA-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1671"/></figure>



<p>Na era digital, a presença de inteligência artificial tem sido cada vez mais marcante em diversas áreas, e a indústria de viagens não é exceção. Com a chegada do ChatGPT, uma plataforma de inteligência artificial altamente versátil, surge a pergunta: será que essa tecnologia pode substituir os agentes de viagens tradicionais? Vamos analisar os prós e contras.</p>



<p>A capacidade do ChatGPT de fornecer informações sobre destinos de viagem é notável. A inteligência artificial pode oferecer detalhes básicos sobre atrações, prós e contras de diferentes lugares e até mesmo sugestões de itinerários.</p>



<p>Uma abordagem complementar nesse cenário emerge com a ascensão do Trip Planner, uma inovadora IA de planejamento de viagem. Unindo o conhecimento do ChatGPT à capacidade do Trip Planner de processar e analisar dados, estamos diante de um avanço promissor no acesso à informação sobre nossas jornadas. Enquanto o ChatGPT pode oferecer insights iniciais e informações gerais sobre destinos, o Trip Planner leva a personalização a um novo patamar, considerando preferências individuais, interesses específicos e até mesmo fatores sazonais.</p>



<p>No entanto, essa ferramenta não substitui completamente a necessidade de pesquisa aprofundada. Questões como diretrizes de viagem em constante evolução e detalhes específicos que variam de acordo com os interesses individuais podem não ser abordados pelas IAs.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/1_iVZDfXhqAPZMGA9KBEs0zA-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1672"/></figure>



<p>Os viajantes que buscam informações preliminares podem se beneficiar das inteligências artificiais, já que elas são capazes de resumir informações de várias fontes. Uma pergunta como “Qual a melhor maneira de passar um dia em San Francisco se você for fã de esportes?” pode render uma resposta concisa e prática, reunindo dicas de atrações esportivas na cidade. No entanto, a riqueza de experiências pessoais e recomendações detalhadas fornecidas por agentes de viagens humanos não pode ser facilmente replicada pela inteligência artificial.</p>



<p>Além disso, quando se trata de preços e reservas, o ChatGPT ainda não está equipado para realizar tarefas complexas, como efetuar reservas de voos, hotéis e experiências. Ferramentas preditivas podem ajudar a estimar o melhor momento para adquirir passagens, mas a interação com um agente de viagens humano continua sendo a opção mais completa para comparar opções e obter insights personalizados.</p>



<p>Em resumo, embora a inteligência artificial, como o ChatGPT, tenha evoluído para ser uma ferramenta útil na pesquisa de informações básicas de viagem, ela não substitui integralmente a expertise e a personalização oferecidas por um agente de viagens humano. A combinação de ambas as abordagens pode ser a chave para um planejamento de viagem bem-sucedido. Enquanto a IA pode fornecer um ponto de partida eficiente, a consulta a um agente de viagens experiente garante que os detalhes importantes não se percam nas sutilezas das escolhas individuais e das circunstâncias em constante mudança. Portanto, a inteligência artificial é uma adição valiosa, mas não substitutiva, para a indústria de viagens.</p>



<p>Acreditamos que essa conversa em constante evolução é a chave para continuarmos moldando o futuro da indústria do turismo. E você? O que pensa sobre a harmonia entre tecnologia e a habilidade humana no mundo das viagens?</p>



<p><strong>Por Caíque Vinícius — Writer na SMI</strong></p>
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		<title>Inovações nos aeroportos: Aluguel de roupas revoluciona a experiência de viagem no Japão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[vx-admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 14:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Aeroportos]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência de viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um mundo em constante evolução, os aeroportos estão se transformando em verdadeiros centros de inovação, oferecendo serviços que transcendem a mera funcionalidade de transporte. Uma das inovações notáveis surge da companhia aérea japonesa&#160;Japan Airlines, que lançou um programa de aluguel de roupas intitulado “Any Wear, Anywhere” — traduzido como “qualquer roupa, em qualquer lugar”. [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/031_inovacoesnosaeroportosaluguelderoupas-001-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1651"/></figure>



<p>Em um mundo em constante evolução, os aeroportos estão se transformando em verdadeiros centros de inovação, oferecendo serviços que transcendem a mera funcionalidade de transporte. Uma das inovações notáveis surge da companhia aérea japonesa&nbsp;<em>Japan Airlines</em>, que lançou um programa de aluguel de roupas intitulado “<em>Any Wear, Anywhere</em>” — traduzido como “qualquer roupa, em qualquer lugar”.</p>



<p>Essa iniciativa surpreendente permite aos passageiros alugar roupas assim que desembarcam no Japão, redefinindo a forma como as pessoas se preparam para suas jornadas. Portanto, mesmo que esse programa tenha como principal intuito proporcionar praticidade e esteja vinculado a um discurso midiático e econômico, também traz benefícios para os princípios socioambientais.</p>



<p>Ao incentivar a redução do volume de bagagens, há potencial para diminuir o consumo de combustível e, consequentemente, reduzir as emissões de gases que contribuem para o efeito estufa. Trata-se de uma sacada criativa a um desafio global, uma vez que&nbsp;<a href="https://research.noaa.gov/2020/09/03/aviation-is-responsible-for-35-percent-of-climate-change-study-finds/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o setor é responsável por causar 3,5% de todas as mudanças climáticas induzidas pelo homem.</a></p>



<p>O processo em si é surpreendentemente simples e altamente eficiente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O viajante aluga as peças de roupa online antes de embarcar, com a opção de escolher entre até oito conjuntos distintos.</li>



<li>As roupas são entregues diretamente no hotel do turista, aguardando sua chegada.</li>



<li>Durante toda a viagem, o passageiro utiliza as roupas alugadas, desfrutando de uma experiência prática e evitando o peso adicional das bagagens.</li>



<li>Ao final da jornada, as roupas são devolvidas no próprio hotel, completando o ciclo de forma conveniente e ecologicamente consciente.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2025/01/031_inovacoesnosaeroportosaluguelderoupas-002-560x493.webp" alt="" class="wp-image-1652"/></figure>



<p>A abordagem adotada pela&nbsp;<em>Japan Airlines</em>&nbsp;apresenta uma visão inovadora, porém, não está sozinha em sua busca por inovação e, consequentemente, sustentabilidade. Aeroportos ao redor do mundo também estão adotando medidas igualmente inovadoras, tais como:</p>



<p><strong><em>Biometria</em></strong><em>: reconhecimento facial dos passageiros, permitindo identificação rápida em várias etapas da viagem, eliminando a necessidade de apresentar documentos físicos.</em></p>



<p><strong><em>Robôs autônomos</em></strong><em>: equipados com sensores e inteligência artificial, desempenham uma série de funções como transporte de bagagens, vigilância e manutenção, oferecendo vantagens distintas, proporcionando melhorias operacionais e permitindo que equipes se concentre em atividades que requerem sensibilidade e interação humanas.</em></p>



<p><strong><em>Painéis interativos</em></strong><em>: fornecem informações em tempo real sobre voos, condições climáticas e atividades no aeroporto. Alguns painéis também possibilitam que os passageiros façam reservas em restaurantes ou hotéis, além de obter informações sobre atrações turísticas próximas.</em></p>



<p>Essas são apenas algumas das inovações e tecnologias que estão transformando os aeroportos em locais mais inteligentes e tecnologicamente avançados, oferecendo viagens mais rápidas, eficientes e agradáveis para os passageiros. Com essas transformações, os aeroportos do futuro transcenderão o papel de meros pontos de partida e chegada, se tornando verdadeiros espaços de lazer, cultura e sustentabilidade.</p>



<p>O que você imagina para os aeroportos do futuro?</p>



<p><strong>Por Caíque Vinícius — Writer na SMI</strong></p>
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