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	<title>SMI</title>
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	<description>Somos uma empresa de desenvolvimento de vendas e marketing especializada na indústria de viagens que fornece soluções integradas para potencializar as operações da sua agência. Conheça os nossos serviços.</description>
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		<title>O destino certo começa pelo passageiro</title>
		<link>https://smilatam.net/o-destino-certo-comeca-pelo-passageiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Augusta Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inspirado no artigo “What is your travel love language? What your travel style says about you — and who you should avoid going away with”, publicado pela Condé Nast Traveller, propomos uma nova leitura sobre os diferentes perfis de viajantes e como reconhecê-los pode contribuir para recomendações mais alinhadas às expectativas de cada passageiro A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Inspirado no artigo <em>“What is your travel love language? What your travel style says about you — and who you should avoid going away with”</em>, publicado pela Condé Nast Traveller, propomos uma nova leitura sobre os diferentes perfis de viajantes e como reconhecê-los pode contribuir para recomendações mais alinhadas às expectativas de cada passageiro<br><br>A proposta apresentada pela <em>Condé Nast Traveller</em> relacionou as chamadas “linguagens do amor” aos diferentes estilos de viagem. A ideia é que, assim como há diferentes formas de demonstrar e receber afeto, também existem outras maneiras de experimentar um destino.</p>



<p>Há passageiros para quem viajar significa ter tudo planejado; para outros, parte da graça está justamente em não saber o que acontecerá depois. Há quem prefira acordar cedo para aproveitar cada minuto do dia, enquanto outros consideram as férias sinônimo de não ter despertador. Entender essas diferenças também ajuda a construir recomendações mais personalizadas, considerando não apenas <em>onde</em> o passageiro quer ir, mas também <em>como</em> prefere vivenciar a experiência. </p>



<p>A partir dessa perspectiva, separamos alguns dos tipos mais conhecidos de viajantes:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Planejador</strong><br></h2>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/09/image-3-560x493.png" alt="" class="wp-image-4880"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>O Planejador costuma começar a viagem muito antes do embarque. Pesquisa destinos, organiza horários, faz reservas e estrutura os dias de acordo com aquilo que pretende conhecer. Para esse perfil, preparar o roteiro não representa apenas uma etapa logística, mas parte do próprio prazer da viagem.<br>A organização permite antecipar possibilidades e aproveitar da melhor maneira possível. </p>



<p><strong>Combina com: </strong>Porto, Marselha e Turim. Cidades que reúnem museus, restaurantes e experiências que podem ser organizados com antecedência.</p>



<p><strong>O que pode fazer diferença:</strong> Mais do que apresentar uma lista de atrações, vale mostrar como o destino pode ser estruturado de acordo com o tempo disponível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Fotógrafo</strong><br></h2>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/09/image-7-560x493.png" alt="" class="wp-image-4884"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>O Fotógrafo é o viajante atento à estética dos lugares. Não necessariamente carrega uma câmera profissional, mas costuma perceber detalhes que passam despercebidos: uma mesa com vista, uma rua interessante, uma paisagem inesperada ou a luz particular de determinado momento do dia.<br>É um perfil geralmente tranquilo, que aceita seguir o fluxo e descobrir o que o dia reserva.</p>



<p>Combina com<strong>:</strong> Passeios de teleférico pelos Alpes ou uma viagem de carro pelas paisagens da Nova Zelândia. Destinos que oferecem paisagens, arquitetura, natureza e diferentes perspectivas sobre o território.&nbsp;</p>



<p><strong><strong>O que pode fazer diferença</strong>:</strong> Referências visuais das experiências ajudam a apresentar aquilo que o passageiro poderá vivenciar e registrar.</p>



<p><strong>O Bom de Garfo</strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/09/image-21.png" alt="" class="wp-image-4932"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Para algumas pessoas, conhecer um destino começa pela mesa.<br>O Bom de Garfo pesquisa restaurantes, mercados, cafés e especialidades locais com o mesmo entusiasmo com que outros pesquisam museus ou atrações. Uma refeição não é apenas uma pausa entre dois passeios: é parte da experiência e, muitas vezes, uma das principais razões para escolher determinado lugar.</p>



<p><strong>Combina com: </strong>San Francisco e destinos onde a culinária é parte importante da identidade local.</p>



<p><strong><strong><strong>O que pode fazer diferença</strong>:</strong></strong> Experiências gastronômicas podem aparecer desde o início da apresentação do destino e não apenas como complemento do roteiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Navegador</strong></h2>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/09/image-6-560x493.png" alt="" class="wp-image-4883"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Existe sempre alguém no grupo que parece ter um mapa incorporado na cabeça.<br>O Navegador sabe se a rua fica para a direita ou para a esquerda, reconhece pontos de referência e, muitas vezes, consegue encontrar o caminho de volta ao hotel sem sequer abrir o celular. Em uma viagem em grupo, é aquela pessoa que naturalmente assume a missão de orientar os demais.</p>



<p><strong>Combina com: </strong>Marrakech, onde é possível passar horas percorrendo ruas e becos em busca de lugares pouco conhecidos.&nbsp;</p>



<p><strong><strong><strong><strong>O que pode fazer diferença</strong>:</strong></strong></strong> Possibilidades de deslocamento e experiências fora dos roteiros mais tradicionais podem ser mais relevantes do que uma programação completamente fechada.<br><br><strong>O Boêmio</strong><br></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/09/image-20.png" alt="" class="wp-image-4930"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Há quem considere que o dia só começa depois do pôr do sol.<br>O Boêmio é o viajante do improviso, da saída que não estava no roteiro e do “vamos só tomar uma coisa” que termina algumas horas depois. Para esse perfil, a noite também é uma forma de conhecer um destino. Bares, restaurantes, música, festas e encontros fazem parte da experiência tanto quanto museus e pontos turísticos.</p>



<p><strong>Combina com: </strong>Destinos em que a vida noturna faz parte da cultura local. As ilhas espanholas são uma opção clássica, como Ibiza&nbsp;</p>



<p><strong><strong><strong><strong><strong>O que pode fazer diferença</strong></strong></strong></strong>:</strong> Além dos principais atrativos, vale considerar a programação cultural, os restaurantes e bares que ajudam a revelar o destino depois do pôr do sol.<br><br><strong>O Explorador Cultural</strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/09/image-2-500x493.png" alt="" class="wp-image-4879"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Mais do que acumular atrações, esse viajante procura contexto. Quer saber por que aquele edifício existe, quem viveu ali, como aquela tradição surgiu e o que torna aquele lugar diferente de todos os outros.<br>Museus, arquitetura, música e costumes locais entram naturalmente no roteiro. É o tipo de pessoa que provavelmente aprendeu algumas palavras no idioma local para tentar usá-las assim que chegar.</p>



<p><strong>Combina com: </strong>Cairo, Atenas e outros destinos em que arte, história e cultura fazem parte da experiência cotidiana</p>



<p><strong>O que pode fazer diferença:</strong> Explicar por que determinado lugar é relevante pode ajudar a criar conexão com o destino antes mesmo da viagem.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A recomendação começa antes do destino</strong></h2>



<p>Conhecer profundamente um destino é fundamental para quem trabalha com turismo. Mas entender quem está viajando pode ser igualmente importante.</p>



<p>Mais do que classificar o passageiro, reconhecer essas diferentes formas de viajar permite pensar em como um mesmo destino pode ser apresentado de maneiras diferentes para pessoas diferentes.</p>



<p>É a partir dessa leitura que a recomendação pode deixar de ser apenas uma sugestão de lugar e se transformar em uma proposta de experiência mais próxima dos interesses, expectativas e da maneira particular de cada passageiro viver uma viagem.</p>



<p></p>



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<p><strong>Fonte:</strong> adaptação baseada em <em>Condé Nast Traveller</em>, <a href="https://www.cntraveller.com/article/what-is-your-travel-love-language">“What is your travel love language? What your travel style says about you — and who you should avoid going away with”</a>, de Olivia Morelli, publicado em 2 de setembro de 2026.&nbsp;</p>



<p><em>Por&nbsp;<strong>Maria Augusta Nascimento</strong>&nbsp;– Marketing na SMI.</em></p>



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