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	<title>SMI</title>
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	<description>Somos uma empresa de desenvolvimento de vendas e marketing especializada na indústria de viagens que fornece soluções integradas para potencializar as operações da sua agência. Conheça os nossos serviços.</description>
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	<title>SMI</title>
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		<title>A nostalgia de quando tudo não era tão perfeito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por muito tempo, a internet vendeu a ideia de evolução constante: câmeras melhores, feeds mais organizados, estéticas mais limpas, vídeos mais produzidos e algoritmos cada vez melhores em prever exatamente o que as pessoas querem consumir. Mas, no meio dessa corrida pela perfeição digital, uma tendência começou a aparecer quase como um efeito rebote: a [&#8230;]</p>
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<p>Por muito tempo, a internet vendeu a ideia de evolução constante: câmeras melhores, feeds mais organizados, estéticas mais limpas, vídeos mais produzidos e algoritmos cada vez melhores em prever exatamente o que as pessoas querem consumir. Mas, no meio dessa corrida pela perfeição digital, uma tendência começou a aparecer quase como um efeito rebote: a nostalgia virou linguagem cultural.</p>



<p>Não é apenas a volta dos anos 2000, das câmeras digitais ou dos filtros com flash estourado. A nostalgia atual funciona mais como uma reação coletiva ao excesso, depois de anos de hiperprodução estética, produtividade performática e conteúdo cuidadosamente calculado, começou a surgir um interesse crescente por tudo aquilo que parece mais espontâneo, imperfeito e humano.</p>



<p>Isso ajuda a explicar o retorno de elementos que, até pouco tempo atrás, eram considerados ultrapassados: fotos com efeito &#8220;retrô&#8221;, interfaces antigas, blogs pessoais, fontes exageradas, emojis em excesso, vídeos tremidos, layouts maximalistas e tecnologias que pareciam enterradas pela evolução digital. O apelo não está necessariamente no objeto em si, mas na sensação que ele transmite.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="500" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/05/image-8-500x493.png" alt="" class="wp-image-4725"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Parte desse movimento vem de um cansaço evidente da internet atual. As redes sociais passaram anos incentivando uma estética extremamente polida, onde tudo precisava parecer aspiracional e <em>aesthetic</em>. Casas impecáveis, rotinas organizadas, feeds monocromáticos e vídeos editados milimetricamente. Como resposta a essa saturação de perfeição, cresceu o interesse por uma estética mais caótica, afetiva e menos filtrada. E ao mesmo tempo, existe uma busca cada vez maior por conforto emocional, em períodos marcados por instabilidade econômica, excesso de informação e mudanças rápidas demais, o passado passa a oferecer familiaridade. A nostalgia funciona quase como um porto seguro cultural em um ambiente digital que muda o tempo inteiro.</p>



<p>Esse comportamento também ajuda a explicar por que tantas tendências antigas retornam cada vez mais rápido. A internet acelerou o consumo a tal ponto que décadas inteiras podem reaparecer em poucos meses e o que antes demorava anos para voltar agora ressurge impulsionado por algoritmos, TikTok, referências visuais recicladas e comunidades online que transformam memórias coletivas em tendência novamente.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="500" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/05/image-10-500x493.png" alt="" class="wp-image-4727"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Mas muitas vezes, a saudade não está ligada a experiências reais. O fascínio atual pelo início dos anos 2000  tem menos relação com memória viva e mais com a ideia de uma era percebida como mais leve, menos estratégica e menos exaustiva digitalmente. Isso também transformou a nostalgia em uma ferramenta poderosa para marcas. Hoje, campanhas publicitárias tentam recriar sensações, referências visuais antigas, embalagens retrô, relançamentos e estéticas inspiradas em décadas passadas, porque ativam reconhecimento imediato e conexão emocional. </p>



<p>Quando tudo vira referência ao passado, surge a sensação de que a cultura entrou em looping, por isso, parte do sucesso dessas tendências depende justamente da sensação de espontaneidade e o consumidor percebe rapidamente quando uma marca ou criador tenta reproduzir nostalgia de forma artificial demais.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="421" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/05/image-9-421x493.png" alt="" class="wp-image-4726"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Talvez seja por isso que o retorno de tecnologias antigas, fotos imperfeitas e visuais menos polidos tenha ganhado tanta força recentemente. Em um momento dominado por inteligência artificial, automação e feeds cada vez mais previsíveis, o que parece humano voltou a chamar atenção.</p>



<p>Hoje, a nostalgia funciona menos como apego ao passado e mais como resposta ao presente. Em meio a uma internet acelerada, previsível e cada vez mais automatizada, referências antigas passaram a transmitir familiaridade, espontaneidade e sensação de conexão real.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI.</em></p>



<p></p>
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		<title>As cidades que estão movimentando a cena cultural de 2026</title>
		<link>https://smilatam.net/as-cidades-que-estao-movimentando-a-cena-cultural-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:06:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que coloca uma cidade no radar cultural é a combinação entre arte, música, vida local, calendário criativo e a forma como tudo isso se mistura no cotidiano. A nova lista da Time Out com as melhores cidades do mundo para cultura em 2026 mostra exatamente isso, o ranking foi construído a partir da opinião [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O que coloca uma cidade no radar cultural é a combinação entre arte, música, vida local, calendário criativo e a forma como tudo isso se mistura no cotidiano. </p>



<p>A nova lista da <em><a href="https://www.timeout.com/">Time Out</a></em> com as melhores cidades do mundo para cultura em 2026 mostra exatamente isso,  o ranking foi construído a partir da opinião de mais de 24 mil moradores em mais de 150 cidades, junto da avaliação de especialistas e editores culturais da publicação. Entre os critérios analisados estavam qualidade da cena artística, acessibilidade, sensação de comunidade e relevância cultural atual.</p>



<p>Vem conferir essa lista cheia de cidades incríveis que vibram cultura!</p>



<p><strong>Londres</strong></p>



<p>Londres é a top 1 deste ano graças à combinação entre instituições clássicas, acesso gratuito à cultura e renovação constante da cena criativa. Museus como o Victoria &amp; Albert seguem expandindo espaços e formatos, enquanto festivais, exposições imersivas e programações independentes mantêm a cidade em movimento praticamente o ano inteiro.</p>



<p><strong>Paris</strong></p>



<p>Em Paris, tradição e contemporaneidade continuam coexistindo de forma natural, a cidade foi apontada como uma das mais fortes do mundo em oferta de museus e experiências artísticas acessíveis, mas também vem ampliando projetos ligados à arte urbana, instalações temporárias e ocupações culturais espalhadas pelos bairros.</p>



<p><strong>Nova York</strong></p>



<p>NY permanece como uma das capitais culturais mais influentes do mundo. A força da cidade está na diversidade de linguagens: grandes museus, galerias independentes, performances experimentais, shows e espetáculos ao vivo e uma cena criativa que se reinventa constantemente.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/05/image-6-560x493.png" alt="" class="wp-image-4719"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p><strong>Berlim</strong></p>



<p>Berlim é a cidade da experimentação, com forte presença da música eletrônica, festivais alternativos, instituições históricas e um dos principais polos de arte contemporânea da Europa.</p>



<p><strong>Cidade do Cabo</strong></p>



<p>Cape Town aparece no ranking pela força de sua produção artística ligada à identidade africana contemporânea. Museus, galerias e centros culturais vêm ampliando discussões sobre representatividade, memória e produção criativa local, enquanto a cidade consolida seu papel no circuito internacional de arte.</p>



<p><strong>Melbourne</strong></p>



<p>A cultura em Melbourne acontece junto ao dia a dia dos moradores locais, exposições, teatro independente, festivais de música e intervenções urbanas fazem parte da rotina da cidade, que continua sendo vista como uma das cenas criativas mais consistentes da Austrália.</p>



<p><strong>São Paulo</strong></p>



<p>Com uma das cenas culturais mais intensas da América Latina, a cidade combina grandes instituições de arte, eventos internacionais como a SP-Arte, música ao vivo, cinema, arquitetura e uma produção independente que ocupa galerias, ruas e espaços alternativos. Segundo a <em>Time Out</em>, a música é um dos pontos mais fortes da experiência cultural paulistana.</p>



<p><strong>Madrid</strong></p>



<p>A cultura de Madrid circula entre tradição e vida urbana contemporânea, museus históricos convivem com bairros criativos, mercados culturais, festivais e uma cena gastronômica que também participa da identidade cultural da cidade.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/05/image-5-560x493.png" alt="" class="wp-image-4718"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p><strong>Florença</strong></p>



<p>Florença é referência mundial quando o assunto é patrimônio artístico, ao mesmo tempo, a cidade vem buscando equilíbrio entre preservação histórica e novas formas de produção cultural, incluindo design, moda e arte contemporânea.</p>



<p><strong>Cracóvia</strong></p>



<p>A força cultural de Cracóvia está na combinação entre patrimônio histórico, literatura, música clássica e vida universitária. A cidade mantém uma cena artística ativa sem perder o vínculo com sua identidade histórica.</p>



<p><strong>Taipei</strong></p>



<p>Taipei aparece como um dos centros culturais mais interessantes da Ásia atualmente. A cidade combina tecnologia, tradição local, gastronomia, design e uma cena criativa contemporânea que cresce especialmente entre jovens artistas e coletivos independentes.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/05/image-4-560x493.png" alt="" class="wp-image-4717"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p><strong>Marrakech</strong></p>



<p>Arte, arquitetura, artesanato e tradição fazem parte da experiência urbana de Marrakech, nos últimos anos, a cidade também passou a ganhar mais relevância internacional com galerias, feiras de arte e eventos ligados ao design contemporâneo.</p>



<p><strong>Copenhagen</strong></p>



<p>Copenhagen reforça uma visão de cultura ligada à qualidade de vida, design e ocupação urbana. Museus, arquitetura contemporânea, gastronomia e espaços públicos ajudam a construir uma experiência cultural menos concentrada em grandes eventos e mais integrada à cidade.</p>



<p><strong>Guadalajara</strong></p>



<p>A presença de Guadalajara no ranking reflete o crescimento da cidade como polo criativo no México. Música, audiovisual, design e festivais culturais têm ampliado sua projeção internacional nos últimos anos.</p>



<p><strong>Atenas</strong></p>



<p>Atenas é uma das cidades onde passado e presente convivem de forma mais evidente. Além da herança histórica, a capital grega vem fortalecendo uma cena contemporânea ligada à arte experimental, performance e produção independente.</p>



<p><strong>Cairo</strong></p>



<p>A participação de Cairo no ranking acompanha um momento de renovação cultural na cidade, impulsionado pela abertura de novos espaços expositivos e pela expectativa em torno do Grand Egyptian Museum que inaugurou em 2025.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/05/image-7-560x493.png" alt="" class="wp-image-4722"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Grand Egyptian Museum.</figcaption></figure>



<p><strong>Pequim</strong></p>



<p>Aqui a cidade combina patrimônio histórico, arte contemporânea e inovação cultural em larga escala. Distritos criativos, museus e grandes produções culturais convivem com tradições milenares ainda muito presentes no cotidiano de Pequim.</p>



<p><strong>Jaipur</strong></p>



<p>Em Jaipur, tradição artesanal e produção cultural contemporânea seguem caminhando juntas, sendo destacada internacionalmente pela relevância de sua herança artística, arquitetura e preservação cultural.</p>



<p><strong>Chiang Mai</strong></p>



<p>Chiang Mai se fortaleceu como um centro criativo voltado para arte local, bem-estar, design e experiências culturais mais intimistas. A cidade atrai especialmente públicos interessados em produção artesanal e cenas culturais independentes.</p>



<p><strong>Lisboa</strong></p>



<p>Lisboa fecha o ranking combinando patrimônio histórico, música, gastronomia e uma cena criativa que cresceu rapidamente nos últimos anos. Festivais, galerias, livrarias e espaços híbridos ajudaram a transformar a cidade em um dos principais polos culturais da Europa atualmente.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Texto adaptado da <a href="https://www.timeout.com/">Time Out.</a></p>



<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI</em> </p>



<p></p>
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		<item>
		<title>O retorno das viagens motivadas por eventos</title>
		<link>https://smilatam.net/o-retorno-das-viagens-motivadas-por-eventos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 15:23:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muito tempo, o destino era o centro da viagem, primeiro escolhia-se a cidade, depois vinham os restaurantes, hotéis, museus e, talvez, algum evento no meio do roteiro, agora, a lógica começa a inverter. Cada vez mais pessoas estão decidindo viajar por causa de um acontecimento específico: um show, uma maratona, um festival, uma feira [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Durante muito tempo, o destino era o centro da viagem, primeiro escolhia-se a cidade, depois vinham os restaurantes, hotéis, museus e, talvez, algum evento no meio do roteiro, agora, a lógica começa a inverter. Cada vez mais pessoas estão decidindo viajar por causa de um acontecimento específico: um show, uma maratona, um festival, uma feira de design, uma etapa de Fórmula 1 ou um campeonato internacional. O evento deixa de ser um complemento da viagem e passa a ser o motivo principal dela existir.</p>



<p>A experiência ao vivo voltou a ocupar um lugar central no consumo, especialmente após anos de relações mediadas por telas, streaming e excesso de conteúdo digital. E isso já aparece diretamente na forma como o turismo se movimenta.</p>



<p>Segundo o Ministério do Turismo, grandes eventos musicais têm impulsionado fluxos turísticos, aumentado taxas de ocupação hoteleira e movimentado milhões na economia local, especialmente em setores como gastronomia, transporte e entretenimento. O fenômeno do chamado “turismo musical” ganhou força nos últimos anos e passou a influenciar decisões de viagem em diferentes perfis de público.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/05/image-560x493.png" alt="" class="wp-image-4703" style="width:740px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>E o mesmo acontece no universo esportivo. De acordo com reportagem do <em><a href="https://brasilturis.com.br/2025/12/26/turismo-esportivo-cresce-no-brasil-impulsionado-por-grandes-eventos/">BrasilTuris</a></em>, o turismo esportivo no Brasil segue em expansão impulsionado por grandes eventos nacionais e internacionais, além do crescimento das viagens domésticas motivadas por competições, corridas e experiências ligadas ao esporte. </p>



<p>Na prática, isso muda completamente a dinâmica do planejamento turístico. Antes, o viajante que buscava “o que fazer” no destino escolhido e agora, o calendário cultural e esportivo começa a definir para onde as pessoas querem ir e a agenda passou a influenciar o mapa. É por isso que cidades sede disputam cada vez mais festivais, shows internacionais e competições esportivas. Esses eventos criam posicionamento cultural, fortalecem branding urbano e a aumentam relevância internacional.</p>



<p>Uma cidade que recebe uma turnê global ou um grande evento esportivo passa a circular de outra forma nas redes sociais, na imprensa e no imaginário coletivo. Esse comportamento também tem relação direta com a maneira como experiências são consumidas hoje, viajar por um evento envolve pertencimento, comunidade e participação cultural. Existe uma diferença importante entre visitar um lugar e sentir que você fez parte de um momento específico que aconteceu ali e isso ajuda a explicar por que viagens motivadas por eventos costumam gerar estadias mais longas, grupos maiores e tickets médios mais altos. Muitas pessoas transformam um show ou competição em férias completas, adicionando restaurantes, hospedagens autorais, compras e experiências locais ao redor do evento principal.</p>



<p>Segundo a publicação <em><a href="https://brazileconomy.com.br/lifestyle/2026/04/eventos-globais-redefinem-o-turismo-e-passam-a-ditar-o-fluxo-de-viagens-internacionais/">Brazil Economy</a></em>, megaeventos internacionais passaram a redefinir fluxos turísticos globais e influenciar períodos inteiros de alta demanda em diferentes destinos. O artigo destaca como eventos culturais e esportivos vêm reorganizando calendários de viagem e alterando o comportamento de consumo do turista contemporâneo.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/05/image-1-560x493.png" alt="" class="wp-image-4704"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels.</figcaption></figure>



<p>Ao mesmo tempo, o crescimento do turismo de bem-estar e esportes mostra que esse movimento vai além do entretenimento tradicional. Dados divulgados pela <em><a href="https://www.panrotas.com.br/">Panrotas</a></em> apontam que o segmento de wellness e turismo esportivo pode movimentar US$ 3 trilhões até 2032. Isso inclui desde maratonas internacionais até retiros esportivos, festivais de wellness e experiências ligadas à saúde e performance. Em muitos casos, os viajantes não querem apenas assistir ao evento, eles querem participar e se sentir dentro dessa atmosfera.</p>



<p>Essa talvez seja uma das mudanças mais importantes do turismo atual: a busca por experiências com envolvimento emocional real. Em uma era de excesso de conteúdo, experiências presenciais ganharam outro peso. Existe valor em estar fisicamente em um lugar, compartilhar aquele momento com outras pessoas e construir memória coletiva em tempo real. O turismo contemporâneo está cada vez menos ligado apenas ao destino e cada vez mais ligado ao significado da experiência que acontece nele.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI.</em></p>



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			</item>
		<item>
		<title>O que o batom revela nos tempos de crise?</title>
		<link>https://smilatam.net/o-que-o-batom-revela-nos-tempos-de-crise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 13:55:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O batom parece um item básico hoje, quase automático na rotina. Mas ele só virou isso depois de passar por várias fases e algumas bem contraditórias. Já foi símbolo de poder, já foi mal visto, já foi associado a comportamento “inadequado” e, em outros momentos, virou ferramenta política. Ainda assim, nunca desapareceu. Os primeiros registros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O batom parece um item básico hoje, quase automático na rotina. Mas ele só virou isso depois de passar por várias fases e algumas bem contraditórias. Já foi símbolo de poder, já foi mal visto, já foi associado a comportamento “inadequado” e, em outros momentos, virou ferramenta política. Ainda assim, nunca desapareceu.</p>



<p>Os primeiros registros de pintura labial são de cerca de 5000 a.C., na Suméria. Desde o início, não era só estética. Era uma forma de construção de imagem e de diferenciação. No Egito Antigo, por exemplo, homens e mulheres usavam pigmento nos lábios como marcador de status. Já na Grécia Antiga, o significado muda completamente e o uso passa a ser associado a grupos específicos, com regras sociais bem definidas.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="432" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/Cleopatra-red-lipstick.webp" alt="" class="wp-image-4666"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: CNN.</figcaption></figure>



<p>Durante a Idade Média, o cenário fica mais restritivo. A maquiagem começa a ser vista como algo ligado à vaidade excessiva ou até à manipulação, o que faz com que o batom seja rejeitado em vários contextos. Esse tipo de leitura não desaparece de uma vez, mas vai perdendo força conforme o consumo começa a se expandir.</p>



<p>A virada mais importante acontece quando o batom entra na lógica de produto acessível. No final do século XIX, ele passa a ser vendido comercialmente pela Guerlain e deixa de depender de produção caseira, que muitas vezes envolvia ingredientes pouco seguros. Em 1915, a criação do tubo giratório muda completamente o uso: o batom vira algo portátil, fácil de aplicar e de reaplicar e é aqui que ele entra de vez no dia a dia de muitas mulheres.</p>



<p>A partir desse momento, ele começa a acompanhar comportamento de forma mais direta. Nos anos 1910, aparece como símbolo do movimento sufragista, décadas depois, durante a Segunda Guerra, continua sendo usado mesmo em um cenário de restrição, porque ajudava a manter uma sensação de normalidade no dia a dia, ou seja, ele se adapta em momentos difíceis. E isso ajuda a entender um padrão que aparece sempre que a economia aperta.</p>



<p>O protagonismo do batom vermelho não aconteceu por acaso. Ele se consolidou ao longo do tempo por uma combinação de fatores que se reforçam. A cor naturalmente chama atenção e se destaca no rosto com facilidade. Existe também um histórico cultural, já que por muito tempo essa cor esteve associada a poder, visibilidade e posição social. E, mais pra frente, a indústria do cinema ajudou a fixar essa preferência. Em filmes em preto e branco, tons mais intensos funcionavam melhor na tela, e o vermelho acabou se tornando a referência estética mais marcante.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/image-3-560x493.png" alt="" class="wp-image-4661"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Getty Images.</figcaption></figure>



<p>Em períodos de crise, o consumo não desaparece, mas muda de formato, em vez de cortar tudo, as pessoas começam a fazer trocas mais específicas. Elas adiam decisões maiores — como viagens, eletrônicos ou mudanças de padrão de vida — e passam a priorizar pequenas compras que ainda entregam sensação de controle, cuidado ou recompensa.</p>



<p>É nesse contexto que surge o chamado <em>lipstick effect</em>.</p>



<p>O termo ganhou força nos anos 2000, quando o mercado de beleza percebeu que, mesmo em cenários de retração, as vendas de cosméticos não acompanhavam a queda de outras categorias e, em alguns casos, até cresciam. Mas o comportamento já tinha sido observado antes, especialmente após a crise de 1929.</p>



<p>O ponto mais relevante aqui não é o batom em si, nem a ideia de um “indicador econômico”, mas a lógica por trás disso. Em momentos de incerteza, o consumo não para, ele se reorganiza. No caso do batom, ele se encaixa bem por motivos práticos: tem um custo relativamente baixo, não exige muito esforço de decisão e entrega uma mudança perceptível na hora. É uma compra simples, com resultado claro, em um cenário onde outras decisões parecem mais difíceis de tomar.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/image-4-560x493.png" alt="" class="wp-image-4662" style="width:628px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Avon.</figcaption></figure>



<p>E isso não acontece só com maquiagem. Em diferentes momentos, esse papel já foi ocupado por outros produtos acessíveis, como skincare, fragrâncias ou até pequenos hábitos de consumo no dia a dia. O produto muda, mas o padrão se repete: quando o cenário aperta, o consumo se ajusta.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o próprio batom segue acompanhando mudanças culturais. Já foi mais marcado, mais discreto, mais neutro, mais exagerado. Nos últimos anos, perdeu espaço para uma estética mais natural, focada em skincare e aparência “limpa”. Agora, começa a voltar com mais presença de cor, acompanhando um movimento que valoriza mais expressão do que perfeição.</p>



<p>No fim, o batom continua relevante porque consegue funcionar em várias camadas ao mesmo tempo. Ele responde à tendência, ao contexto econômico e também a uma necessidade prática de quem usa. Hoje, pode até parecer só mais um item da rotina, mas ele carrega camadas que vão além da estética. O que muda é o contexto, não a presença.</p>



<p>É por isso que ele nunca sai de cena. Ele não depende de um único significado para continuar existindo, ele só se ajusta ao momento.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira </strong>&#8211; Marketing Coordinator na SMI</em></p>



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		<title>Turismo do sono: dormir virou critério de escolha</title>
		<link>https://smilatam.net/turismo-do-sono-dormir-virou-criterio-de-escolha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:58:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design Hotels]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muito tempo, o descanso foi tratado como efeito da viagem, o viajante escolhia destino, hotel e roteiro; dormir bem acontecia se as condições ajudassem e esse padrão começa a mudar porque o nível de cansaço da rotina passou a influenciar diretamente a forma de viajar. Hoje, uma parcela relevante dos viajantes já declara que [&#8230;]</p>
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<p>Durante muito tempo, o descanso foi tratado como efeito da viagem, o viajante escolhia destino, hotel e roteiro; dormir bem acontecia se as condições ajudassem e esse padrão começa a mudar porque o nível de cansaço da rotina passou a influenciar diretamente a forma de viajar.</p>



<p>Hoje, uma parcela relevante dos viajantes já declara que quer usar as férias para recuperar energia e regular o sono. Quando esse objetivo entra no planejamento, o descanso passa a orientar decisões concretas.</p>



<p>E o turismo do sono surge dentro desse contexto, não como um tipo específico de destino, mas como uma lógica de construção da viagem baseada no descanso real. O hotel passa a ser avaliado pelo nível de silêncio, qualidade do colchão, controle de luz e níveis de barulho. O roteiro perde densidade, com menos deslocamentos e menos atividades concentradas no mesmo dia. Experiências com menor estímulo, como natureza e pausas programadas, ganham prioridade porque facilitam o relaxamento físico e mental.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/image-2-560x493.png" alt="" class="wp-image-4654"/><figcaption class="wp-element-caption">Es Racó d&#8217; Artà. Foto: Design Hotels.</figcaption></figure>



<p>Esse movimento ganha força por uma combinação de fatores: a rotina hiper conectada, com uso contínuo de telas e dias muto extensos, impacta diretamente o ciclo do sono e como consequência, cresce a percepção de que dormir bem influencia produtividade, humor e saúde. Ao mesmo tempo, o conceito de bem-estar se amplia e passa a incluir o sono como base, não como complemento. Diante disso, a hotelaria começa a reposicionar o quarto como produto principal da experiência.</p>



<p>Hotéis investem em isolamento acústico mais eficiente, cortinas com bloqueio total de luz, colchões desenvolvidos com base em ergonomia e sistemas de automação que ajustam iluminação e temperatura ao longo da noite. Alguns empreendimentos adicionam serviços como aromaterapia, playlists de relaxamento e até acompanhamento personalizado focado em melhorar a qualidade do sono do hóspede. Esse conjunto de soluções altera o valor percebido: conforto básico deixa de diferenciar, enquanto dormir bem passa a justificar escolha e preço.</p>



<p>A <a href="https://www.designhotels.com/themes/well-being/">Design Hotels</a> possui hotéis classificados em categoria “Well Being”, reunindo hotéis que incorporam o bem-estar como eixo da experiência do hóspede. Nessa classificação, entram propriedades que estruturam a estadia a partir de elementos como qualidade do sono, conexão com o entorno, práticas de relaxamento e ambientes pensados para reduzir estímulos, o que facilita a curadoria para perfis de viajantes que priorizam descanso e recuperação ao longo da viagem.</p>



<p>O hotel <a href="https://www.designhotels.com/hotels/austria/muehlbach-am-hochkoenig/stieg-nhaus/">stieg&#8217;nhaus</a>, na Áustria, com seis suítes, conta com uma experiência de bem-estar inesquecível, com vistas deslumbrantes, banheira de hidromassagem, spa relaxante, arquitetura totalmente pensada para o conforto, terapeutas experientes que oferecem massagens e tratamentos estéticos em uma sala de bem-estar repleta de sons relaxantes e lençóis luxuosos.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="560" height="493" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/04/image-1-560x493.png" alt="" class="wp-image-4652"/><figcaption class="wp-element-caption">stieg&#8217;nhaus. Foto: Design Hotels.</figcaption></figure>



<p>Mas esse impacto não fica restrito ao hotel. Alguns destinos também conseguem sustentar essa proposta de forma mais consistente porque oferecem condições favoráveis no entorno. Regiões com baixa poluição sonora e luminosa, presença de natureza e ritmo mais lento facilitam o descanso de forma contínua. Isso explica por que países como Noruega, Suécia e Finlândia concentram experiências em áreas remotas, com cabanas isoladas, pouca interferência urbana e propostas de desconexão digital.</p>



<p>Para agências e operadoras, o turismo do sono não exige a criação de um produto completamente novo, mas pede ajuste na forma de montar e comunicar a oferta. Quando o descanso é prioridade, pacotes com agenda cheia entram em conflito com a expectativa do cliente. Reduzir a quantidade de atividades aumenta a coerência da proposta. Existe também uma oportunidade de ampliar essa tendência para além do segmento de luxo. Embora parte das soluções mais avançadas dependa de investimento em infraestrutura, uma experiência orientada ao descanso pode ser construída com escolhas mais simples, como localização mais silenciosa, roteiros menos intensos e comunicação clara sobre o benefício principal da viagem.</p>



<p>Esse movimento indica uma mudança mais estrutural no comportamento do viajante. O sono tende a se consolidar como um dos critérios de avaliação da hospedagem, ao lado de localização e preço. Além de entender o que o cliente quer fazer no destino, passa a ser necessário entender como ele quer se sentir ao final da viagem. Quando a resposta envolve energia e recuperação, o descanso deixa de ser bastidor e passa a ser produto.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing Coordinator na SMI.</em></p>



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		<title>As Olimpíadas de Inverno mostraram como os bastidores estão em alta!</title>
		<link>https://smilatam.net/as-olimpiadas-de-inverno-mostraram-como-os-bastidores-estao-em-alta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 19:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As Olimpíadas de Milão Cortina 2026 foram marcadas pelo maior ciclo de audiência, registrando um aumento de 90% em comparação a última edição de 2022, além de 12 milhões de posts sobre o evento nas redes sociais de mais de 9 bilhões de engajamento nos perfis oficiais. Mas os espectadores não estão interessados somente nos [&#8230;]</p>
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<p>As Olimpíadas de Milão Cortina 2026 foram marcadas pelo maior ciclo de audiência, registrando um aumento de 90% em comparação a última edição de 2022, além de 12 milhões de posts sobre o evento nas redes sociais de mais de 9 bilhões de engajamento nos perfis oficiais.</p>



<p>Mas os espectadores não estão interessados somente nos esportes, e também nos atletas, quem eles são em suas vidas pessoais, fora das pistas e competições. Atletas como <a href="https://www.instagram.com/juttaleerdam/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jutta Leerdam</a>, <a href="https://www.instagram.com/eileengu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eileen Gu</a>, <a href="https://www.instagram.com/lindseyvonn/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lindsey Vonn</a> e <a href="https://www.instagram.com/mcdavid97" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Connor McDavid</a> acumulam milhões de seguidores seus perfis e trabalham hoje também como criadores de conteúdo, estampam capas de revistas, participam de podcasts, recebem o afeto de fãs na rua e compartilham o dia a dia e tudo o que acontece por trás dos grandes eventos e grandes competições que participam.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="862" height="575" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-5.png" alt="" class="wp-image-4572"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: <em>Dan Himbrechts</em>.</figcaption></figure>



<p>Se os Jogos de Inverno queriam falar com bilhões de pessoas espalhadas por diferentes fusos horários, era inevitável repensar a forma de distribuição, não dava mais para depender apenas da TV tradicional. O consumo mudou, e a estratégia precisou acompanhar esse movimento. A organização operou com mais de 24 detentores globais de direitos e cerca de 80 sublicenciados, ampliando drasticamente a transmissão. </p>



<p>Mas o mais interessante foi a virada para um modelo realmente multicanal: a cobertura esteve em todos os lugares onde o público já está: TV, streaming, TikTok, Instagram, YouTube, ambientes de game, ativações com criadores e experiências de marca. Mais de 100 profissionais estiveram presentes no evento produzindo conteúdo pensado para diferentes formatos e plataformas, com filmagens imersivas, uso de drones e ativações estratégicas, os Jogos transformaram audiência em envolvimento.</p>



<p>Essas mudanças também mexeram com os patrocínios, hoje existem patrocinadores de evento, de equipes, fornecedores especializados, parcerias estratégicas e, principalmente, acordos diretos com atletas que já são marcas por si só, com audiências digitais próprias. Comunidades específicas, narrativas autênticas e experiências compartilháveis se tornaram ativos tão ou mais relevantes do que a presença no backdrop oficial.</p>



<p>Um exemplo claro de como esse novo modelo funciona na prática veio dos Jogos de Inverno de 2026. A medalha de ouro de Lucas Pinheiro — a primeira do Brasil e da América do Sul em uma edição de inverno — não foi apenas um feito esportivo. O momento foi eleito o melhor dos Jogos em votação popular e virou até obra de arte, reinterpretado por um artista italiano em estilo renascentista. A imagem ganhou vida própria, extrapolou o esporte e entrou no campo cultural.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="984" height="668" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-4.png" alt="" class="wp-image-4571"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Dustin Satloff/Getty Images.</figcaption></figure>



<p>Depois da conquista, Lucas ultrapassou 1 milhão de seguidores nas redes sociais em poucos dias. </p>



<p>Milão também influenciou diretamente o posicionamento desta edição porque a cidade carrega um capital simbólico consolidado em moda, design e indústria criativa. Ao sediar os Jogos de Inverno de 2026, a organização passou a operar dentro de um território que já é reconhecido globalmente por tendências estéticas, semanas de moda e grandes marcas do setor. Esse contexto elevou o padrão visual e ampliou as possibilidades de integração com segmentos além do esporte.</p>



<p>A escolha da cidade impactou ativações, hospitalidade, experiências VIP e colaborações com marcas locais. Eventos paralelos foram desenhados considerando arquitetura, design urbano e produção cultural, o que ampliou o perfil do público interessado. Como consequência, a cobertura e as parcerias comerciais passaram a dialogar também com moda, entretenimento e turismo de alto padrão.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="730" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-6.png" alt="" class="wp-image-4573"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Tourist Italy.</figcaption></figure>



<p>O evento deixou de ser entendido apenas como  esportivo e passou a incorporar elementos de lifestyle, design e posicionamento aspiracional. Essa ampliação é relevante do ponto de vista comercial porque aumenta o inventário de ativações possíveis e atrai patrocinadores de categorias que tradicionalmente não investiriam em modalidades de inverno.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI.</em></p>



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		<title>NOLT! A nova geração de idosos</title>
		<link>https://smilatam.net/nolt-a-nova-geracao-de-idosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 14:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NOLT significa “New Older Living Trend” — em português, “nova forma de viver a maturidade”. O termo surge para refletir a transformação no modo como pessoas 60+, 70+ e 80+ estão experimentando essa etapa da vida. O Brasil e diversos outros países vivem uma acelerada transição demográfica. Projeções internacionais e dados do IBGE indicam que, [&#8230;]</p>
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<p>NOLT significa “New Older Living Trend” — em português, “nova forma de viver a maturidade”. O termo surge para refletir a transformação no modo como pessoas 60+, 70+ e 80+ estão experimentando essa etapa da vida.</p>



<p>O Brasil e diversos outros países vivem uma acelerada transição demográfica. Projeções internacionais e dados do IBGE indicam que, nos próximos anos, a população com mais de 60 anos deve superar a de crianças em diferentes regiões. O aumento da expectativa de vida está diretamente ligado aos avanços da medicina, da tecnologia e das condições sociais.</p>



<p>Apesar desse cenário, muitas cidades, serviços e modelos de consumo ainda foram pensados prioritariamente para perfis mais jovens. Esse descompasso evidencia que o envelhecimento deixou de ser uma projeção futura e passou a influenciar decisões econômicas, urbanas e sociais no presente.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="667" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-2.png" alt="" class="wp-image-4564"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Internet.</figcaption></figure>



<p>Pessoas acima dos 60 anos hoje ocupam espaços de forma ativa e diversa: frequentam restaurantes, viajam, praticam atividades físicas, fazem cursos, utilizam redes sociais e continuam desenvolvendo projetos pessoais e profissionais. Mais do que presença no consumo, essa transformação revela autonomia, participação social e novos projetos de vida.</p>



<p>O conceito NOLT descreve esse movimento: pessoas que mantêm rotina ativa, planejam o longo prazo, retomam estudos, aprendem novas tecnologias, organizam viagens, iniciam negócios ou redefinem trajetórias profissionais, sempre com atenção intencional à saúde física, mental e aos vínculos sociais.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-3.png" alt="" class="wp-image-4565"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pinterest.</figcaption></figure>



<p>A longevidade deixou de ser apenas um dado estatístico e se tornou tema recorrente nas conversas entre gerações. Planejar o futuro, viver com qualidade e ampliar possibilidades passou a fazer parte do cotidiano.</p>



<p>Um relatório recente do <a href="https://www.ubs.com/br/pt.html">Banco UBS</a> estima que o mercado global voltado à longevidade pode atingir US$ 7,8 trilhões até 2030. Tecnologias vestíveis para monitoramento de saúde, avanços em terapias regenerativas, suplementos com formulações específicas e startups focadas em prevenção e qualidade de vida mostram que o envelhecimento também orienta inovação e investimento.</p>



<p>Trata-se de uma transformação estrutural: viver mais exige novas soluções urbanas, sociais e culturais e amplia o entendimento sobre o que significa maturidade hoje.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI.</em><br><br></p>



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		<item>
		<title>Edimburgo: a primeira Cidade da Literatura da UNESCO</title>
		<link>https://smilatam.net/edimburgo-a-primeira-cidade-da-literatura-da-unesco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 20:33:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[OTC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2004, a UNESCO escolheu Edimburgo como a primeira Cidade da Literatura do mundo. A decisão marcou o início da Rede de Cidades Criativas e estabeleceu um novo critério de reconhecer destinos onde a produção literária faz parte da estrutura cultural da cidade, e não apenas do seu passado. Edimburgo concentra editoras, livrarias independentes, bibliotecas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2004, a UNESCO escolheu Edimburgo como a primeira Cidade da Literatura do mundo. A decisão marcou o início da Rede de Cidades Criativas e estabeleceu um novo critério de reconhecer destinos onde a produção literária faz parte da estrutura cultural da cidade, e não apenas do seu passado.</p>



<p>Edimburgo concentra editoras, livrarias independentes, bibliotecas ativas e um calendário consistente de eventos literários. A cidade também mantém uma tradição que atravessa séculos, com autores que influenciaram a literatura mundial.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1216" height="811" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image-1.png" alt="" class="wp-image-4556"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Meeting Edimburgh.</figcaption></figure>



<p>Entre os nomes mais conhecidos estão Sir Walter Scott, responsável por popularizar o romance histórico, Robert Louis Stevenson, autor de <em>O Médico e o Monstro</em>, e Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes. No cenário contemporâneo, Ian Rankin ajudou a consolidar Edimburgo como cenário de romances policiais ambientados na própria cidade. Essa continuidade entre passado e presente foi um dos fatores que sustentaram o título concedido pela UNESCO.</p>



<p>A literatura em Edimburgo também ocupa dia a dia da cidade. O Makars&#8217; Court, na região histórica, reúne citações de escritores escoceses gravadas em placas de pedra. O local funciona como um ponto de visita acessível e direto para quem quer entender a dimensão cultural da cidade em poucos minutos de caminhada.</p>



<p>Outro exemplo concreto está na relação entre a cidade e J.K. Rowling. Parte dos primeiros livros de Harry Potter foi escrita em cafés de Edimburgo, o que atrai leitores interessados em visitar esses espaços. A Victoria Street, com suas fachadas coloridas e traçado curvo, é frequentemente associada ao imaginário da série. Esse vínculo ampliou o perfil de visitantes e inseriu a cidade no roteiro de fãs da literatura contemporânea.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1351" height="900" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/02/image.png" alt="" class="wp-image-4555"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Internet.</figcaption></figure>



<p>O Edinburgh International Book Festival também reforça essa posição. O evento reúne autores internacionais, debates públicos e lançamentos editoriais. Para quem visita a cidade durante o festival, há acesso direto a discussões atuais sobre literatura, política, ciência e cultura. Isso transforma a viagem em uma experiência participativa, e não apenas contemplativa.</p>



<p>O título de Cidade da Literatura sinaliza que há estrutura ativa por trás da reputação histórica. Para o viajante interessado em experiências com identidade clara, isso reduz a imprevisibilidade e facilita o planejamento.</p>



<p>A cidade oferece patrimônio preservado, autores reconhecidos internacionalmente e agenda cultural estruturada. Esses elementos justificam o reconhecimento da UNESCO e explicam por que a cidade se tornou referência quando o assunto é literatura.</p>



<p><a href="https://otc.net.br/countries-collection/reino-unido/cities"><strong>Conheça as experiências em Edimburgo disponíveis na OTC!</strong></a></p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI.</em></p>



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		<item>
		<title>Carnaval, suas origens e tradições no Brasil e pelo mundo</title>
		<link>https://smilatam.net/carnaval-suas-origens-e-tradicoes-no-brasil-e-pelo-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 18:22:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Carnaval acontece antes da Quaresma e faz parte do calendário cristão, mas sua origem não é exclusivamente religiosa. A festa nasce da combinação entre rituais antigos de celebração coletiva e a adaptação dessas práticas pela Europa medieval. Muito antes de existir desfile ou bloco, já haviam celebrações públicas em que comida, música e festividades [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Carnaval acontece antes da Quaresma e faz parte do calendário cristão, mas sua origem não é exclusivamente religiosa. A festa nasce da combinação entre rituais antigos de celebração coletiva e a adaptação dessas práticas pela Europa medieval. Muito antes de existir desfile ou bloco, já haviam celebrações públicas em que comida, música e festividades faziam parte do calendário. Esses eventos funcionavam como pausas no dia a dia e acabaram sendo incorporados pela Igreja como um período anterior a semanas de restrição.</p>



<p>No Brasil, o Carnaval chegou com o &#8220;entrudo português&#8221;, uma brincadeira de rua onde as pessoas atiravam água, farinha, ovos e tinta uma nas outras,  os africanos escravizados se divertiam nestes dias ao som de batuques e ritmos trazidos da África, que se mesclavam com as músicas de Portugal. Esta mistura seria a origem da marchinha de carnaval e do samba, entre muitos outros ritmos. A música &#8220;Ò<em> Abre Alas</em>&#8220;, escrita em 1899 pela compositora carioca Chiquinha Gonzaga, é considerada a primeira marchinha de carnaval.</p>



<p>Com o passar do tempo e o aumento da quantidade de pessoas interessadas na festa, vieram costumes de outros locais, como Paris e Nice, que ao invés de farinha, ovos e tinta, jogavam confetes, serpentinas e buquês de flores. Clubes, ranchos e grupos organizados também começaram a estruturar a festa, o que abriu espaço para o samba, desfiles e escolas de samba. Na década de 60, a marchinha deu lugar ao samba-enredo das escolas e seguiu evoluindo até os dias de hoje.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="600" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/01/image-9.png" alt="" class="wp-image-4530" style="width:860px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Carnaval de Recife. Foto: Feito Brasil</figcaption></figure>



<p>O Carnaval brasileiro não segue um único modelo porque foi sendo construído a partir de referências diversas. Ritmos africanos, influências europeias e formas populares de ocupar a cidade acabaram se encontrando ao longo do tempo. É por isso que a festa muda tanto em cada região. No Rio de Janeiro e São Paulo, os desfiles das escolas de samba concentram a programação em grandes eventos e blocos de rua. Em Salvador, os trios elétricos organizam a festa nas ruas por toda a cidade. Já em Recife e Olinda, o frevo e os bonecos gigantes são as grandes tradições locais.</p>



<p>O maior bloco de carnaval do mundo é o pernambucano &#8220;Galo da Madrugada&#8221;, reconhecido pelo Guiness Book, ele começou com apenas 75 pessoas e 22 músicos em 04 de fevereiro de 1978. E em 2018,<strong> </strong>bateu a marca de 2,3 milhões de pessoas no bloco, com duração aproximada de 9h30.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Carnaval no turismo e pelo mundo</strong></h2>



<p>O Carnaval é um dos períodos mais importantes para o turismo no Brasil, dados oficiais indicam uma movimentação econômica bilionária, impulsionada por viagens, hospedagem, alimentação e serviços. Destinos se preparam com antecedência e o setor turístico usa o Carnaval como vitrine para o mercado interno e internacional. O efeito vai além das grandes capitais, cidades menores e destinos regionais também atraem visitantes interessados em festas locais, experiências culturais ou nos dias de folga para aproveitar para descansar.</p>



<p>Mas a festa não é exclusiva do Brasil, outros países seguem caminhos diferentes, de acordo com seu contexto cultural. Na Europa, Veneza mantém um Carnaval centrado em máscaras e eventos fechados, com forte vínculo histórico. Na Espanha, acontece a &#8220;La Tomatina&#8221;, última quarta-feira de agosto na cidade de Buñol, onde as ruas do centro são tomadas por tomates que voam de um lado para o outro, Nos Estados Unidos, o <em>Mardi Gras</em> de New Orleans se organiza a partir de desfiles e muita música organizados por associações locais, conhecidas como <em>krewes.</em></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/01/image-7.png" alt="" class="wp-image-4528"/><figcaption class="wp-element-caption">Carnaval em Veneza, Itália. Foto: Brasil Escola.</figcaption></figure>



<p>Na América Latina e Caribe, cidades como Barranquilla, na Colômbia e países como Trinidad e Tobago combinam salsa, fandango e merengue com desfiles e ocupação das ruas.</p>



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<p><em>Por <strong>Verônica Lira</strong> &#8211; Marketing na SMI</em>.</p>
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		<title>SXSW, o evento que está no radar de quem decide</title>
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		<dc:creator><![CDATA[veronica.lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 19:31:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O SXSW, sigla para South by Southwest, é um festival e conferência realizado todos os anos em Austin, no Texas. O evento reúne conteúdos de tecnologia, inovação, marketing, entretenimento, música, audiovisual e cultura digital em uma mesma programação, distribuída entre palestras, painéis, estreias, shows e ativações de marca espalhadas pela cidade. O evento surgiu em [&#8230;]</p>
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<p>O <a href="https://sxsw.com/">SXSW</a>, sigla para South by Southwest, é um festival e conferência realizado todos os anos em Austin, no Texas. O evento reúne conteúdos de tecnologia, inovação, marketing, entretenimento, música, audiovisual e cultura digital em uma mesma programação, distribuída entre palestras, painéis, estreias, shows e ativações de marca espalhadas pela cidade. O evento surgiu em 1987 inicialmente como um festival de música e foi se expandindo conforme novas indústrias ganharam relevância. Hoje, é acompanhado de perto por empresas e profissionais porque concentra discussões que já estão em fase de teste ou aplicação real no mercado. O que aparece ali costuma virar pauta, projeto ou trend nos meses seguintes.</p>



<p>Nos últimos anos, o SXSW passou a ser ainda mais comentado porque sua agenda se alinhou a temas que impactam decisões práticas. Inteligência artificial aplicada a negócios, economia dos criadores, novos formatos de mídia, transformação do consumo cultural, dados e privacidade mais como estudos de caso, produtos e mudanças operacionais já em andamento. Outro ponto que explica o interesse crescente é o perfil de quem participa do evento. Além de profissionais de tecnologia, o SXSW atrai pessoas de marketing, comunicação, turismo, educação, entretenimento, moda, finanças e varejo. Essa mistura faz com que os debates tragam exemplos concretos de como diferentes setores estão adaptando processos, formatos e modelos de negócio.</p>



<p>O formato do SXSW também pesa nessa relevância. A programação vai além de palestras grandes e inclui painéis menores, apresentações de projetos em execução, demonstrações de produtos e conversas diretas com profissionais que estão liderando essas iniciativas. Isso facilita avaliar o que é viável, o que exige adaptação e o que ainda apresenta riscos.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1081" height="608" src="https://smilatam.net/wp-content/uploads/2026/01/image-6.png" alt="" class="wp-image-4517"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação.</figcaption></figure>



<p><strong>O que observar no SXSW</strong></p>



<p><strong>1. Temas mais representados nas sessões programadas</strong><br>O evento terá mais de 250 sessões temáticas selecionadas via <em>PanelPicker</em>, plataforma comunitária que permite ao público votar em propostas que viram programação oficial. Entre os tópicos com maior volume de sessões estão inteligência<strong> </strong>artificial aplicada a negócios, marca e marketing, inovações em saúde e bem-estar mental, o que indica que o evento está priorizando conversas que já têm impacto direto em estratégias de produto, comunicação e gestão de pessoas.</p>



<p><strong>2. Sessões sobre inteligência artificial com implicações práticas</strong><br>Um exemplo é a sessão <em>“How We Could Lose Control: Avoiding the Paths to Runaway AI”</em>. Nela, especialistas discutem mecanismos reais pelos quais a IA pode se tornar difícil de controlar e formas concretas de mitigar esses riscos, em vez de apenas refletirem sobre cenários hipotéticos.</p>



<p><strong>3. Estratégia de marca em cultura pop como case real</strong><br>Outro exemplo programado é <em>“The Anime Advantage: Brand Strategy Meets Cultural Power”</em>, com executivos do <a href="https://www.crunchyroll.com/pt-br/?srsltid=AfmBOopAK05fJ2C_bW7OiIwzr34cKif3dvFUzIJ1HRvDm2mxTYSwr4SS">Crunchyroll</a>, <a href="https://www.twitch.tv/">Twitch</a> e <a href="https://www.mlb.com/">MLB</a> explorando como franquias e cultura pop (como anime) viram ferramentas estratégicas para criar valor de marca e engajamento de longo prazo.</p>



<p><strong>4. Networking e ativações presenciais com impacto real</strong><br>Além das sessões formais, na edição desse ano haverão espaços como <em>Clubhouses</em> e ativações de marca espalhadas por Austin. Esses ambientes funcionam como hubs de networking intensivo, onde executivos e profissionais compartilham experiências específicas sobre tecnologia, cultura, mídia ou turismo, informação que muitas vezes não aparece em apresentações oficiais mas influencia decisões de parcerias e contratações.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>SXSW, turismo e experiência</strong></h3>



<p>O SXSW também se conecta diretamente com o turismo de experiência. Durante o evento, Austin se transforma em palco para ativações de marca, eventos paralelos, experiências culturais e encontros informais que fazem parte da programação não oficial. Para destinos, hotéis, companhias aéreas e marcas ligadas ao setor de turismo, o evento funciona como vitrine de novas formas de engajar viajantes e criar experiências memoráveis.</p>



<p>Esse aspecto explica o interesse crescente de profissionais do turismo no SXSW. O evento oferece referências práticas sobre como experiências, conteúdo e tecnologia podem ser integrados para gerar valor antes, durante e depois da viagem e cresce o número de sessões que tratam deslocamento e experiência como parte da estratégia de negócios, trazendo alguns insights para o agente de viagens:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>&#8211; Tomar decisões de viagem com base em dados, não apenas custo imediato;</li>



<li>&#8211; Equilibrar eficiência operacional com bem-estar do viajante;</li>



<li>&#8211; Integrar tecnologia à gestão de viagens sem perder controle e governança.</li>
</ul>



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